domingo, 28 de fevereiro de 2010

Adivinhem quem é... isto?

Ah pois é...

Quem te viu e quem te vê...

Um filme que é mais do que um filme...

Esta é a minha opinião breve sobre o filme «Shutter Island», com Leonardo DiCaprio e realizado por Martin Scorsese.
Mas vou expressar-me em mais do que em meras 9 palavras sobre a grande obra que é este filme.


Um dos pontos altos do filme é sem dúvida a parceria DiCaprio-Scorsese, que já dura há já algum tempo, tendo eles os dois feito 4 filmes juntos.


Mas a história... a história...


Eu penso que já tinha visto um filme com uma história parecida, mas vale a pena ver este filme.


Primeiro, porque está muito bem conseguido, e segundo, porque só se consegue perceber bem a história quando se encaixam todas as peças daquela misteriosa aventura.


E digo-vos, se forem ao cinema, ver este filme, vão ver que é muito diferente do que estavam à espera. Muito, mas muito diferente...

Hitler reage à reportagem de Maitê Proença em Portugal



Uma de muitas sátiras a Hitler, e utilizam quase sempre a mesma cena do mesmo filme, só que com legendas... parvas.
Vejam o vídeo.

Rui Responde n.º 3

Na terceira edição do Rui Responde, mais 3 respostas a 3 perguntas:

Pergunta n.º 7

O que é que achas da tua turma?
Maria Lorena

Eu acho que a minha turma é uma boa turma, com pessoas muito inteligentes na matéria que se dá nas aulas (que eu não faço parte), só que há dois problemas na minha turma: primeiro, é a competitividade que existe, e eu odeio quando os inteligentes gostam de se armar em espertos (olha que lindo trocadilho), e segundo, há aquela tendência de se formarem grupinhos de amigos, e isso faz com que a turma não seja uma turma unida. E eu sou daquelas pessoas que, normalmente, está sozinho nos recreios a ver quem está livre para conversar um pouco.

Pergunta n.º 8

Que tortura escolhias para torturar um dos teus inimigos?
Sara

Essa é uma pergunta muito difícil, mas se calhar optava por prender a vítima a uma cadeira e pôr um tacho debaixo de uma torneira a pingar. Minutos depois, aquilo torna-se irritante, mas TÃÃÃO irritante! Ah, e depois, a vítima pode morrer afogada, mas isso deve demorar algum tempinho.

Pergunta n.º 9

O que é a SIDA?
Sara

(ela fez-me esta pergunta porque num teste de CN, havia uma pergunta que perguntava isto e eu pus esta resposta)

A SIDA é como um vírus que entra no computador. Ele deixa que entrem certas doenças para o organismo sem este se poder defender

(e ela quis que eu pusesse isto no blog. Também, a ideia para esta rubrica veio desta resposta a esta pergunta)


E foi a 3.ª edição do Rui Responde.

Tenham cuidado com o que andam a comer...

Nem preciso dizer nada.
Vejam o vídeo.



Ainda bem que só como hamburgers de vaca quando vou ao Mc Donalds

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mais 5 pessoas irritantes, perfazendo até agora um total de 15...

E cá vêm mais 5 pessoazinhas irritantezinhas...

11-Pedro Abrunhosa

Ele é muito mas muito mas MEEEESMOOOO muito irritante. Vocês já repararam que ele nunca tira os óculos escuros? Até quando caiu do palco do ídolos, os óculos não lhe caíram! Eu uma vez vi-o a lanchar no Frutalmeidas, e como é que ele estava? De óculos escuros. Só por ele ter esta imagem de marca patética, que o faz parecer um ET (juntando a careca), e como eu odeio ET's ele irrita-me e pronto.
(ah, e ele também me irrita por se achar o reizinho de Portugal. Cai em directo e qual é a primeira coisa que ele diz depois de se restabelecer? «eheheh com isto já vendi mais 10000 discos.»)

12-Manuel Pinho
Nem é preciso dizer nada. Uma imagem vale mais que mil palavras. Ou então é preciso só dizer que ele irrita-me porque é o maior gaffeiro (cometedor de gaffes) do nosso Portugal. E tenho dito. Podem-me processar, que a mim NINGUÉM ME CALA! (pronto, isto já era a imitar outra pessoa irritante que vai aparecer numa das próximas edições desta rubrica...)


13-Fernando Alvim
Este tipo irrita-me, porque é um tarado sexual autêntico! No «5 para a meia-noite», que ele apresenta à terça-feira, ele sempre pergunta coisas aos convidados relacionadas com sexo. Vai lá o José Cid, pumba! «Qual foi a primeira vez que tiveste sexo na tua vida?». Vai lá um empresário... Pimba! «Qual é a tua fantasia sexual preferida». E sempre que vão mulheres, ele pergunta coisas como «O que é que as mulheres querem?», ou «As mulheres conseguem não pensar?»... Meu Deus!


14-Walt Disney
Quem disse que ele criou um império? Toda a gente o diz. Só que ele criou-o à custa de outros.
E até a famosa assinatura do Walt Disney não foi feita por ele, e o Rato Mickey também não foi criado por ele. Além disso, ele era uma pessoa com traumas de infância, e por causa disso tratava mal os empregados e dizia-lhes que aquela empresa era como «uma família grande e feliz». Meteu-se com a Máfia, fez falcatruas, etc. Este foi um dos maiores charlatões da história. Quem era aquele senhor que parecia ter um ar simpático que eu vejo em fotografias? Era nada mais nada menos que Walt Disney, um dos mais detestáveis homens da História, sem que muita gente se aperceba disso porque os Estúdios Disney tentaram «encobrir» a história. O problema é que não conseguiram, e muita gente já sabe da «Terrível» verdade...

15-Alexandra Solnado

Mesmo sendo filha de um comediante que muito prezo (Raul Solnado), tenho de vos dizer que esta mulher, ou tem um parafuso a menos, ou levou as histórias de non-sense do Pai tão à risca que criou uma sua, a de dizer que fala com Jesus Cristo.
Vejam bem, tentem folhear um livro dela se puderem (colecção «Este Jesus Cristo que vos fala») e verão se aquilo não é escrito do mesmo género das histórias de non-sense do Pai dela: Têm piada, e não têm sentido, porque é non-sense. Ela deve ter pensado: «Então se o meu Pai andava a dizer que tinha ido à Guerra de 1908 disparar só com uma bala, e que tinha ido ao médico para ver o catálogo das doenças e etc e tal, eu vou criar uma história só minha...», pensou ela, e criou esses famosos livrinhos.
Ah, esperem, parece que afinal não é uma história inventada, ela diz que consegue falar com Jesus Cristo! Então, pronto, tem um parafuso a menos.


E foi a terceira edição das «5 pessoas irritantes».
Muito bom dia, muito boa tarde ou muito boa noite segundo a hora que tiverem lido isto!

Vídeo do Jô!

Jô Soares diz-nos as diferenças entre o homem, a mulher e o gay...

Outra grande música

Desta vez posto uma música de Bruce Springsteen, de 1994, banda sonora do filme «Philadelphia», que lhe valeu um oscar e um grammy.
«Streets of Philadelphia»

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Expressões portuguesas (lista não-exaustiva)

Aqui, exponho algumas expressões típicas portuguesas (nomeadamente 5), que vocês próprios, e eu também, devem ter usado mais que uma vez:


-«Tem que ser». Esta expressão, muito usada pelos Tugas, tem como sinónimos «olha, vai-se andando», e «É a vida», ou então «Que é que se pode fazer?».
Só que esta expressão é usada exageradamente por alguns portugueses. Aposto que se viesse um ET (isto se os ETs existirem) de um planeta qualquer e atacava um português e dizia que ia desintegrar todos os portugueses à face da Terra com a sua arma 35353zzz, o português talvez diria, «Tem de ser». Esse mesmo português, depois de ter sido desintegrado, chegava às portas do Céu, onde estava São Pedro (Se é que o Céu existe e que São Pedro esteja lá à porta), que lhe diria «Como o ET só chegou a destruir parte da Amadora e depois cansou-se e voltou para o seu planeta, vou-te reencarnar como uma lesma», o português diria... «Tem de ser». Ou então, na altura do Estado Novo, conversa entre dois PIDES:


PIDE 1: Olha, lá vai mais um para a prisão do limoeiro!
PIDE 2: Tem de ser.


Vamos mas é mudar para a próxima expressão que já estou a ficar com tonturas!

-«E então, como vai o nosso Benfica?». Esta expressão é usada (óbvio) pelos Benfiquistas, para se referirem ao seu... clube. Mas depois de alguém usar esta expressão, normalmente a conversa prolonga-se assim.

Benfiquista: O nosso Benfica? O mesmo de sempre, o campeão. 1-0 ao Sporting. Eheheh...
Sportinguista: Ah, mas houve uma falta que o Luisão marcou ao Miguel Veloso e o árbitro não marcou! E de certeza que no penalti o Sporting ia marcar um para o jogo ficar empatado.
Benfiquista: Epá ó leão de mer--, queres andar à porrada é?


E é assim que começa uma interessantíssima conversa sobre futebol


-E também é preciso falar, nesta colectânea de expressões portuguesas, da «porrada», que apareceu há três linhas atrás, neste post. Eu não sei se vocês também acham, mas sempre que ouço a palavra «porrada», penso sempre em empurrar. Não sei porquê. Mas pronto.



-«Dar de frosques» é a quarta expressão desta colectânea, e que foi o que o Valentim Loureiro queria ter feito no Caso Apito Dourado, mas que só acabou por dizer «Eu não sei de nada! Mau! Eu não sei de nada!»



-«É com estas coisas que os nossos meninos andam metidos nas drogas...».

Esta expressão é muito utilizada pelas senhoras de mais idade, quando por exemplo estão a ser transmitidos certos programas na TV, nos quais aparece um líquido vermelho a que dão o nome de... sangue, e também certas maneiras de falar chamadas... palavrões. E dizem que é por causa desses programas que «os nossos meninos andam na droga». Imaginem só uma idosa a dizer isto, mas daquela maneira que só as idosas da Beira sabem fazer. Reflictam e pensem neste assunto. Não é bestial?



E foram 5 expressões que acho completamente ESSENCIAIS para quem se acha Português...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Uma música INTEMPORAL!

Let it be, dos Beatles, aqui cantada por Paul McCartney num concerto a favor das vítimas do 11 de Setembro.

Uma música bestial...

Um post sobre... vocês já vão saber!

Um país sem retorno.
É a alcunha que eu costumo dar a este país que é o nosso lindo Portugal, pois já o conheço há muito tempo, desde que nasci, portanto posso dar-lhe alcunha como me der na gana.
Mas esquecendo o último parágrafo, o que será que quero dizer com esta alcunha?
Bom, acho que também não é preciso pensar muito...
Um país que está tão mal organizado, mas tão mal organizado...
Eu até gosto de comparar o nosso país como uma lasanha.
Por fora parece muito boa. Mas se olharmos para dentro dela... Parece menos saborosita (é por isso que gosto só da parte de fora das lasanhas).
É como o nosso país. Tudo o que é feito parece tão bonitinho, ui! Mas tão bonitinho, mas que quando lhe vemos as entranhas, ui que cheirinho... a esturro, hem?

E eu sou daquelas pessoas que são os desacreditados de Portugal. Este grupo de bichos raros (que acredito não serem poucos...) acredita que Portugal já está pior que estragado, e ponto final!
Ou pensando bem, acho que a maioria dos portugueses pensa assim...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Rui Responde n.º 2

Como até agora esta iniciativa até está a dar os seus passos de gigante, posto a segunda edição do RR com mais 3 respostas a 3 perguntas.

Eu disse que podiam perguntar coisas de todo o tipo, mas parece que estão mais interessados na minha vida. Não sei o que é que ela tem de interesse, mas pronto.

Pergunta n.º 4

porque é que estás na turma do 9ºA?
Ruben Brás

Este e os seus porquês.
Ora porque é que estou no 9.ºA? Ora deixa-me cá pensar... Acho que estou no 9.ºA porque me puseram nessa turma! Boa resposta não foi?

Pergunta n.º 5

O que fazias se ficasses preso numa ilha deserta?
Inês Rebelo

Bom, acho que... acho que...
Acho que primeiro, explorava a dita ilha. Depois, tornava-me um eremita que vive da natureza (isto depende também do tipo de frutos das árvores da ilha, e etc). Depois suicidava-me porque não conseguia habituar-me a esse modo de vida.
(desculpa lá esta resposta mas não sabia que escrever!)

6ª pergunta

O que é que, de certeza, não mudavas na tua vida?
Maria Lorena

Talvez, de agora em diante, não gostava de mudar a minha mentalidade e o modo como vejo e falo com os outros à minha volta.
O resto até que se podia fazer umas reparações aqui e ali, mas como a pergunta é «não mudavas», a resposta é mais curtinha, porque se fosse ao contrário, escrevia um post com o comprimento da distância de Lisboa ao Porto.


E foi a segunda edição do RR (Rui Responde!)

Se vocês tiverem (ou não) dúvidas sobre qualquer coisa e queiram fazer perguntas, então mandem-mas para a caixa de comentários deste post ou para ruialvesdesousa@hotmail.com


Coisas que me irritam (n.º 5) - As passas e os desejos de Fim de Ano

Uma coisa que eu acho mesmo parva no reveillon é as passas de final de ano. Obrigar uma pessoa a comer 12 passas em 12 segundos não é uma tradição, é um concurso!
Fizessem ao menos a coisa mais difícil. Com nozes, por exemplo. Ter que comer e partir 12 nozes em 12 segundos. Ou com maçãs. Ter que descascar e comer 12 maçãs em 12 segundos (ou até mesmo com casca, que na mesma era difícil). Isso é que era um concurso a sério!
É estranho que se peçam 12 passas e a contagem decrescente só seja feita a partir do 10. Mas gostaria de saber como é possível que se realizem os desejos que milhões de pessoas pedem em todo o mundo! Têm a coisa informatizada?
É que esta coisa de pedir desejos em silêncio é estranha. Uma pessoa murmurar numa loja que gostaria de uns ténis e a namorada ouvir... o desejo pode realizar-se...
Dizer lá em casa «que bonito é o novo disco dos Dire Straits» e a Mãe ir comprar... já aconteceu! O que eu não percebo é haver quem consiga ouvir um pensamento numa noite de tanto barulho como a de Fim de Ano. Se estiveram atentos aos desejos de quem comeu as passas, ouviram com toda a certeza os pensamentos sórdidos que o vosso primo mais velho teve ao olhar para aquela «boazona» de vestido decotado, que estava na festa.
E isso preocupa-me.
Nem falo na logística que é preciso para apontar todos os desejos. Doze desejos por pessoa. Se levarmos em conta os 10 milhões de habitantes em Portugal, são pelo menos 120 milhões de desejos. Quem é capaz de me explicar quem é que aponta tudo isto?
Se nas finanças as coisas demoram o tempo que demoram, vão convencer-me que, com milhões de pessoas em todo o mundo a pedirem desejos ao mesmo tempo, a máquina funciona na perfeição?
Se vocês pedem os desejos, nunca vos passou pela cabeça que quem os aponta já está demasiado ocupado?! Não acham estranho que depois não ligue uma menina com uma voz simpática, pelo menos para confirmar os desejos?

Desculpe, estou a ligar-lhe da secção de desejos de Fim de Ano. Confirme-me por favor se foi o senhor quem pediu para a sua sogra ser internada. Confirma-se? Pode facultar-me então a morada dela?

E digo mais: é um grande risco uma pessoa ter que comer 12 passas em 12 segundos. É capaz de se engasgar. E se isso acontecer, os desejos desejam de ter efeito?

Lamentamos, mas o seu pedido foi rejeitado, tente novamente daqui a um ano.

Dissertações de um português dissertante...

Dissertemos um pouco.

Os Portugueses gostam de... inventar palavras novas, parece-me...

«Éros». Que moeda é essa, tão popular em certas zonas do nosso Portugal? Pessoas que deixaram de usar o escudo, mas nunca aderiram ao euro, converteram-se ao «Éro».
Quantos euros vale um «éro»? Podem trocar-se «éros» por euros?

Os portugueses são brilhantes em arranjar soluções óbvias quando tudo parece perdido.

Devido aos sucessivos aumentos da gasolina e do gasóleo, o português inventou o «gasoil», combustível igualmente funcional, mas que, tenho a certeza, será muito mais em conta.

Além de tantas outras invenções da nossa língua...

Rui Responde n.º1

E como recebi montes e montes de perguntas, uma grande avalanche, mesmo!!!

Pronto, pronto, vou dizer a verdade.

Até agora, recebi... 3 perguntas. Mas já não é mau, de um dia para o outro ter recebido 3 perguntas!!!

E é a essas 3 perguntas que vou responder aqui, no Rui Responde n.º1

1.ª pergunta:

Porque é que o teu blog se chama companhia das amêndoas?
Ruben Brás


Eu não me lembro bem, mas lembro-me que nos primeiros meses de vida do blog, ele tinha o nome de «Rui Sousa - o blog oficial». Mas como eu achava complicado para as pessoas o encontrarem e achava o nome um bocado gabarolas, decidi mudá-lo para «Companhia das amêndoas». A ideia surgiu de repente, quando andava à procura de um novo nome para o blog. E decidi «Ah, companhia das amêndoas até que fica bem». Mas agora arrependi-me porque depois tive outras boas ideias para o nome do blog, mas já era tarde, e não ia mudar o endereço do blog pela 3.ª vez, agora que já está toda a gente habituada a «Companhia das Amêndoas».

2.ª pergunta:

Porque é que usas óculos? És def.?
João Centeno

É claro que sim!!! Dah! Então usava óculos para enfeitar, era essa a tua ideia? «Ai eu uso óculos porque está na moda». Achavas que eu uso óculos desde o 1.º ano para decoração? Ou então era como a droga. Usei uma vez e nunca mais os larguei. Santa paciência! Eu tenho astigmatismo! Logo, tenho de usar óculos!!!

3.ª pergunta:

Qual é o interesse do farmville?
Sara

Se queres que te diga, não sei. Só sei é que tenho a caixa de entrada do facebook quase entupida com pedidos para entrar para o Farmville! Mas agora há mais! Agora há o Petville e o Fishville! E o que virá a seguir? O Parlamentoville? Mas se calhar se houvesse este eu até jogava...

E foi a primeira edição do RR (Rui Responde!)

Se vocês tiverem (ou não) dúvidas sobre qualquer coisa e queiram fazer perguntas, então mandem-mas para a caixa de comentários deste post ou para ruialvesdesousa@hotmail.com

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Mais uma nova rubrica...

Esta é mais uma rubrica nova que vou inaugurar aqui.
É «Os 5 mais».
Vai ser a minha opinião sobre os 5 mais de qualquer coisa.

Nesta primeira edição, vou abordar os 5 piores programas da TV nacional:

(não estão por ordem, para mim são todos maus)


-Big Brother, e todos os programas desse género
Estes programas são mesmo degradantes!
A sério, quem é que vai passar a noite a ver quem vai sair da casa que eles dizem ser «a mais famosa de Portugal»?
Ah, pois. É por isso que as audiências da TVI... upa upa.
Mas eu não percebo como é que há pessoas que gostam de ver concorrentes deste concurso a viverem e a andarem à pancada entre si!
Mas para isso eu nem preciso de ver o programa na TV! Eu da janela do meu quarto vejo os meus vizinhos a discutirem, e não é só uma vez por semana!

O preço certo
Outro programa degradante e do qual não gosto de desperdiçar 50 minutos do meu tempo a ver! Só de vez em quando, mas é para me rir um bocado...
Aquilo já dura para aí há 9 anos, e continua lá o Fernando Mendes!
E o que mais me chateia é os concorrentes a darem sempre prendinhas para o Fernando. Ora uma broa aqui, ora um pão-de-ló ali. MAS ELE NÃO JÁ ESTÁ GORDO O SUFICIENTE???

Herman SIC
Um programa que ao princípio até era uma ideia engraçada, mas como as audiências estavam fraquinhas, o Herman teve de mudar todo o conceito do programa, mostrando mulheres nuas e tudo o mais e estragando muito a imagem do humorista. Lembro-me de me terem contado que o Sting uma vez foi lá ao programa e que depois zangou-se, insultou o Herman e saiu do programa.

Fiel ou Infiel
Outro espectáculo estúpido de um apresentador que eu odeio do fundo do meu coração.
Até tinha pena das pessoas. Aquilo é que era um pouco a imitar a televisão americana com o seu (enorme) sensacionalismo. Desgraçava a vida dos concorrentes (ou desgraçadinhos), enquanto que o Kléber ganhava milhares de euros para fazer aquela porcaria, que só tinha de ser mesmo da TVI, pois só a TVI é que faz estas coisas (e agora lembro-me que a TVI, no princípio, era a TV da igreja... hmmm...)

Câmara Café
Uma sitcom horrível, que punha mais a chorar de desgraça do que a rir, que só durou uma temporada na RTP1 e que foi considerado o pior programa de 2007.
Era adaptado de um formato espanhol, e nessa série tudo se passava à volta da máquina de café de uma empresa. Mas até parece que índios a fazerem rituais ( e tantos outros disparates que agora não me lembro)aparecem nas empresas normais...
Simplesmente horrível.

Uma nova rubrica

Quero criar uma nova rubrica, que se chamará «O Rui Responde».

O objectivo é vocês enviarem perguntas para este post ou para ruialvesdesousa@hotmail.com
que eu um dia vou respondê-las.

Podem até mandar perguntas que saibam já a resposta, pois a minha resposta vai ser certamente melhor... ou não.

Pronto. Ok, são respostas disparatadas a perguntas vossas!

Mas mandem e verão se não será engraçadozito...

Mais outra música...

John Lennon - Imagine

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Um texto de Charlie Chaplin

Este foi um texto escrito por um dos primeiros génios do cinema, Charlie Chaplin, um homem que na minha opinião, era muito humano. Vejam o texto (em brasileiro, desculpem) aqui em baixo:

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

E agora, um post mais sério do que o costume...

Bom, como eu acho que os blogs servem para desabafar, é o que eu vou fazer neste post: Desabafar.

Devo ser uma das poucas pessoas da minha turma que, quando se mudou de escola do 4.º para o 5.º ano, foi para uma escola onde não conhecia ninguém. Zero pessoas. Nobody. Depois conheci outras pessoas, durante estes 5 anos da escola do poeta zarolho, que me fizeram mudar de mentalidade e estar um «poucochinho» mais sociável e ser um «poucochinho» menos choninhas (eu sei, Lorena, eu sei, que tu no post do vox pop disseste que eu não devia insultar-me a mim próprio, mas tinha de ser).

Mas estes 5 anos que estive nesta escola (que ainda não acabaram!), foram, para mim, os anos da mudança. Passei a ser um tipo menos virado para a Lua.

E estes 5 anos fizeram-me estar mais desperto para o futuro (ok, já tinha feito um post sobre o futuro, mas era cómico. Este é mais sério), e mais preparado para o resto da minha vida!

Já conheci imensas pessoas, de várias e culturas e etnias, e foi principalmente nestes 5 verdes anos. Comecei a perceber melhor o mundo que me rodeia, e conheci várias opiniões de várias pessoas sobre certos assuntos. Percebi que há certas pessoas que estão mais preparadas para o futuro do que outras, e que outras ainda não ultrapassaram a fase que acho que eu já passei, com muita pena minha (a fase da mudança de mentalidade). Sei que há pessoas com que posso falar de temas sérios, e outras que não. Sei que há certas pessoas que não vão conseguir sair de casa dos Pais, outras que os vão meter num lar sem razão aparente, outras que conseguem fazer a sua vida mas que, por um obstáculo que seja, vai tudo abaixo. E há outras que (espero que eu consiga ser uma delas), que se conseguem libertar dos Pais quando chegam à maioridade e conseguem traçar o seu caminho sem se deixarem levar pelos obstáculos imperdoáveis da vida (falo da corrupção, da droga, etc).

Eu queria que no futuro nunca siga por maus caminhos. Caraças, eu quero ser alguém!
Eu quero viver até a um número com 2 zeros, rodeado sempre das pessoas que mais gostam de mim, e ser feliz!

É como diz a música dos Monty Python (desculpem o brasileirês):

A vida é um pedaço de merda
Quando você olha para ela
A vida é uma risada e a morte é uma piada, é verdade

Você verá, isto tudo não passa de um show

Pois é. Tudo isto não passa de um show, e a vida é como uma risada. Não dura nada. Mas nós temos de aproveitá-la e tratar dela o melhor que nós pudermos, para que o «show» acabe bem, até que, no último episódio do «show» da nossa vida, tudo acaba. Mas tem de ser com um final feliz!

Não se esqueçam!

PS: Desculpem lá este post ter sido tão lamechas, mas tinha de o publicar. Eu tinha de o publicar!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Uma espécie de vox pop

Há cerca de 5 minutos, veio-me a ideia de perguntar às pessoas que estão on no MSN para me definirem em menos de uma frase.

Eis as respostas conseguidas até ao momento:

Bom amigo
João Miguel

Um observador, esperançoso e divertido
Sara

O sarcástico mais simpático que conheço
Inês Rebelo

Uma pessoa com ideias
Ruben Brás

Simpático
Maria Soares

Insain comedian
João Moreira

Amigo e divertido
João Costa

Tudo indica que seja um gaijo
Ricardo Paiva

(este é mais que uma frase, mas expressa bem o meu carácter)

Há uma coisa que me irrita extremamente em ti:achares que tens todos os defeitos do mundo e não veres as tuas qualidades.Mas quem é que faz uma lista dos seus defeitos?Eu acho que tu és mesmo "granda" pessoa.Devias acreditar mais em ti.És simples,querido(às vezes) e tens sido um bom amigo.Gosto muitoo de ti
Maria Lorena

um sacaninha do pior... eheheh
João Centeno

Até agora consegui estas respostas, mas quando conseguir mais venho actualizar este post.
Um muito obrigado a todas as pessoas que me ajudaram a fazer esta parvoíce.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

OK, OK! Esta é a última música de Simon and Garfunkel que posto aqui!

É mesmo a última!
Prometo que já não vos chateio mais!!!

O primeiro capítulo de uma nova saga...

Mais uma saga, que estou a pensar transpôr para série, e da qual falei no post anterior.
É um detective, com um ajudante parvo (que parecem Blackadder e Baldrick), e mais não digo. Leiam aqui a primeira parte.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 1

Quem eu sou? Sou Olho Morto, o Detective Público (sim, porque Portugal não é um país suficientemente grande para detectives privados). Olho Morto para os clientes e os colegas, e para os familiares, sou... o Nelito (não gozem, por favor. Sim, é este o meu nome!). Tenho o meu escritório pertencente à PSP da Barcarena, que fica junto à central dos esgotos dessa mesma zona. Tenho um ajudante, se é que se possa chamar ao Finório um ajudante. É burro como uma porta! Mas vai-se vivendo.
Mas sabem uma coisa? Acho que estou a ficar farto. E eu a pensar que seria como os meus ídolos, o Sherlock Holmes, o Poirot, o Maigret, o Marlowe, enfim, esses detectives famosos, que tinham uma grande vida e tal. Mas enganei-me. Esqueci-me que Portugal não é Hollywood...

Outro dia, cheguei ao meu quartinho no escritório (que mais parece uma despensa, tão pequeno que é), naqueles odiosos dias de segunda-feira. Como de costume, sentei-me no meu cadeirão, com as pernas cruzadas sobre a mesa (típico de qualquer série de detectives), e liguei o rádio, que estava sintonizado na m80. Se bem me lembro, estava a passar «Bridge over troubled water», de Simon and Garfunkel, uma balada que comecei logo a cantarolar. Estava com uma vontade de dormir umas horas porque não tinha dormido na noite anterior, devido a uns vândalos que foram fazer barulho à porta de minha casa das 2 às 5 da manhã. O cheiro a cerveja sentia-se no meu quarto mesmo com todas as janelas de minha casa fechadas! Em resumo, estava à espera de um caso, mas estava com aquela vontade tipicamente portuguesa de... não querer trabalhar.

E estava criado um cenário típico de entrar no «Oceano Pacífico» da RFM.

Mas este cenário de harmonia ficou todo estragado quando apareceu o Finório, o meu (espécie de) ajudante.

-Chefe! Ó Chefe! Não se ponha a dormir agora que temos trabalho a fazer!
-Ó Finório! Vai mas é chatear outro, se fazes favor!
-Mas está aqui uma pessoa para falar consigo! Diz que é urgente!
-Urgente como daquela vez em que a urgência era a de um funcionário da EMEL vir-me cá passar uma multa por eu ter posto o meu carro estacionado em 2.ª fila? Ó Finório, por favor! Estou a tentar descansar!
-Mas desta vez é mesmo urgente!
E eu, que não me estava a apetecer zangar-me com o Finório, levantei-me da cadeira e saí do meu compartimento.
-Bom, vamos lá ver isso...

continua...

Coisas que me irritam (n.º 4) - As novelas!!!

E, na quarta edição do «Coisas que me irritam», um tema (nada) polémico, que (não) é tabu na sociedade portuguesa. As novelas, ou soap operas na América (óperas da sopa. Pfff!).
E sabem porque é que as sopeiras da ópera me irritam?
Ora, em primeiro lugar, porque têm 700 capítulos.
Segundo lugar, porque é sempre a mesma coisa, o mesmo climax («ai a namorada do fulano x é irmã dele. Ai que horror!» ou «ai que o meu Pai chama-se Florinda Lopes e eu pensava que era o senhor Manel).
Mas atenção!!! Agora, as telenovelas estão com climax ainda mais paranormais. Lembro-me de há algum tempo ter visto (num zapping) a estreia de uma novela na TVI que começava com uma catástrofe natural com todos a morrerem!!! E outra, que é de agora, que é uma Mãe que odeia tanto o filho bebé que o quer atirar da janela (faz-vos lembrar alguém que morreu há pouco tempo? Vejam lá se as iniciais do seu nome não são MJ. Só que ele só quis mostrar o bebé aos jornalistas, mas as pessoas pensavam que ele ia atirar o bebé) !!! For god's sake!!!

Terceiro lugar, aqueles mega-pequenos-almoços das novelas, que mais parecem daqueles banquetes do Júlio César. E nós, meros mortais, que é o nosso pequeno-almoço, comemos umas míseras torradas, leite ou cereais, enquanto que suas excelências As-personagens-das-novelas empanturram-se com um sortido de sumos de todas as variedades, pão vindo de vários cantos do mundo e outras coisas mais!!!

E foi mais uma edição das «Coisas que me irritam».

Muito bom dia, muito boa tarde ou muito boa noite segundo a hora que tiverem lido este post!!!

Esclarecimentos...

Queria esclarecer aquelas (2 ou 3) pessoas que me perguntaram «Então e o Super Rui? Quando volta?»
Bom, para mim, aquele foi o episódio final do Super Rui. Ele ficou traumatizado e vai para o Tibete para recuperar do trauma. Foi o fim da série. Não estou a pensar voltar com esta série porque acho que é uma série muito cansativa e 6 episódios já bastam. Só se houverem pedidos para que a série volte (o que não vai acontecer)...
Entretanto, tenho umas ideias de criar uma sitcom de um detective com o seu estúpido ajudante (como a relação Blackadder e Baldrick). Chamar-se-ia «Olho morto: Detective público».

Em breve, vão receber mais notícias disto...

Em breve...

Um bom filme para verem um dia...

Gran Torino, de Clint Eastwood

Sinopse: O trabalhador da indústria automobilística Walt Kowalski ocupa seus dias com consertos domésticos, cerveja e visitas mensais ao barbeiro. Embora o último desejo da esposa falecida fosse que ele se confessasse, para Walt – um veterano de guerra amargurado que mantém seu rifle M-1 sempre a postos – não há o que confessar. E não há ninguém em quem ele confie o suficiente para fazer confissões, além de Daisy, sua cadela de estimação.
As pessoas que antes chamava de vizinhos mudaram-se ou faleceram, substituídas pelos imigrantes hmong, do sudeste asiático, que ele despreza. Ressentido de praticamente tudo que vê – os beirais pendentes, os gramados por aparar e os rostos estrangeiros à sua volta; as gangues inconsequentes de adolescentes hmong, latinos e afro-americanos que se consideram os donos do bairro; os estranhos distantes que seus filhos se tornaram – Walt está apenas esperando passar o tempo de vida que lhe resta.
Até a noite em que alguém tenta roubar seu Ford Gran Torino, ano 1972.
Ainda brilhando como no dia em que o próprio Walt ajudou a tirá-lo da linha de montagem há décadas, o Gran Torino traz o tímido vizinho adolescente Thao (BEE VANG) à vida de Walt quando os membros da gangue hmong pressionam o garoto a tentar roubá-lo.Mas Walt impede o roubo e a gangue, tornando-se contra sua vontade um herói para a vizinhança, principalmente para a mãe e a irmã mais velha de Thao, Sue (AHNEY HER), que insiste para que Thao trabalhe para Walt como forma de reparação. Embora inicialmente ele não queira saber dessas pessoas, Walt acaba cedendo e coloca o rapaz para trabalhar fazendo consertos na vizinhança, dando início a uma amizade improvável que mudará a vida de ambos.
Convivendo com a simpatia incansável de Thao e sua família, Walt acaba compreendendo algumas verdades sobre os vizinhos. E sobre si mesmo. Essas pessoas – refugiados provincianos de um passado cruel – têm mais em comum com Walt do que sua própria família e revelam a ele aspectos de sua alma que haviam ficado encobertos desde a guerra, tal como o Gran Torino, imobilizado na escuridão de sua garagem.

(fonte: http://www.maxfilmesonline.com/)

Na minha opinião, este filme é muito bom. A história, ao princípio, pode ser um pouco perturbadora para certas pessoas, mas ao longo do filme vão habituando-se.
Clint Eastwood tem o principal papel, neste drama que fala na amizade.
Aconselho. É um filme um pouco pesado, mas vale a pena.
Deixo aqui a música da banda sonora. Muito boa, também.
(retiraram a incorporação do youtube, portanto mando o link)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Eiiii!

Eh pá estas fériazinhas que não duraram nada estão a acabar!

E amanhã volto a ter as aulazitas que não me apetecia ter, e ainda por cima não me está a apetecer ir a 90% das aulas de amanjã.

Mas pronto. O que é que se pode fazer?

(Bom, este post é só uma desculpa para vos falar do novo widget do blog. O contador de comentários no número de posts. Por agora, contam 12 comentários em 300 posts. Mas já não é mau...)

Mais uma música...

«Ebony and Ivory», num grande dueto de Stevie Wonder com Paul McCartney.

Paul McCartney/Stevie Wonder - Ebony and Ivory .mp3
Found at bee mp3 search engine

E eis que chega... o post 300 do blog!!!

É verdade, sim senhora.

Quem diria que ao fim de 9 meses de existência (o mesmo tempo de gestação de um bebé normal - sim, porque há bebés que não têm este tempo de gestação...), eu, Rui Sousa, senhor da minha despensa e das terras à volta desta, faria 300 posts no blog!!!

Pois, mas isso deve-se ao facto de como eu não tenho nada para fazer, venho aqui ao meu cantinho e disserto sobre coisas, ponho vídeos e músicas e aconselho coisas.

Enfim, é como se fosse um programa da manhã, mas sem os casos deprimentes de pessoas que andam à turra com os vizinhos e até põem armadilhas nos seus quintais para que não se falem mesmo (isto é verídico, vi nas «Tardes da Júlia», no Verão), e de pessoas que viram extra-terrestres a comerem pães-de-ló de Ovar enquanto dançavam o bailinho da Madeira e liam livros da Paula Bobone (ok, ok, isto já não é verídico. É só o relato de um pesadelo que tive noutro dia. Desculpem lá. É que quando acordei desse sonho - às três e tal da manhã - não consegui voltar a adormecer. Foi uma noite horrível)

E, como (duas ou três pessoas) sabem, de 100 em 100 posts eu ponho qualquer coisa engraçada ou inédita para comemorar.

Mas neste, como estou sem inspiração, fica só a efeméride e prontos.

Ora co' licença.

Uma frase do Blackadder

Já que um blog serve para estas coisas, vou postar aqui uma frase proferida pela personagem Blackadder, interpretada por Rowan Atkinson.

Esta frase é do último episódio da terceira temporada.

Ora, o príncipe (que é o patrão do Blackadder), vai ser morto num duelo, e pede ao Blackadder para ir ao duelo por ele. Depois de o príncipe subordinar Blackadder com tudo o que ele quer, ele diz:

Um homem luta por várias coisas: pelo seu país, pelos seus princípios, pelos amigos, pela lágrima cintilante na face de uma criança.
Mas eu lutava com a minha própria Mãe por uma pipa de massa, um relógio ordinário e pornografia francesa.

(aqui está traduzido para português, e perde toda a graça que Rowan Atkinson dá à forma como diz a frase. Mas pronto. É só mais um motivo para vos obrigar a verem a Britcom «Blackadder», que estou agora a acabar de ver - só me faltam 4 episódios para acabar!!!)

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A nova versão do «We are the World»

Esta é a nova versão da conhecida música, que agora serve para ajudar as vítimas do Haiti.
25 anos depois, mais 70 artistas juntam-se para gravarem a nova versão do «We are the world», por uma boa causa.

Aqui fica o vídeo.



Espreitem o site oficial da nova versão desta música aqui.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O livro que eu estou a ler...

«Nova Iorque: a vida na grande cidade»

Estou a ler este (enorme) livro de BD, de Will Eisner, que é uma crítica ao quotidiano das cidades e à monotonia e à vida das pessoas citadinas.

Vale a pena ler, a sério. Já vou a meio.

Tem pequenas histórias, sobre pessoas típicas da cidade: vagabundos, pobres, pessoas ricas, etc.

Uma grande crítica à sociedade do nosso tempo, que mesmo sendo passado em Nova Iorque, poderia ser em Lisboa, que a crítica é igual...

E sim, é agora publicada...

E, a pedido de muitas famílias, aqui está a música dedicada a uma professora lá da minha escola, escrita por mim, e com a colaboração de uma colega, de cujo blog já tinha falado aqui, ajudou-me em duas estrofes.

A canção tem 7 estrofes e 1 refrão e foi feita para ser ouvida com a melodia do genérico da série «Black Adder», que posto aí em baixo. Só que esta canção é um bocadinho maior para caber na melodia, pois tem 7 estrofes e o genérico da série tem 4... Mas se compreenderem como é a estrutura da música, já se entenderão.

(se puderem vejam a letra da música de «Black Adder» que posto em baixo. É hilariante. Se quiserem saber mais, vejam esta série, que também já falei aqui no blog.)

tantantantan...

Ora, e sem mais demoras, aqui vai a letra da famigerada canção:

Balda-se sempre que pode
E nunca vem às aulas
Prefere pôr atestados médicos
Em vez de ensinar nas salas

Refrão: Stôra de Inglês, Stôra de Inglês
O seu nome é Rosa Ribeiro
Stôra de Inglês, Stôra de Inglês
Com ela ninguém fica em primeiro

De Rosa não tem nada
A não ser os espinhos
Ela põe a mente dos alunos
Picada aos bocadinhos

(Refrão)

Com os seus olhos esbugalhados
De carneiro mal-morto
Os alunos ficam traumatizados
E nas suas aulas tudo dá p'ro torto

(Refrão)

O seu inglês profissional
E a sua voz harmoniosa
Faz a sua aula tão banal
Que chega a meios de ser horrorosa

(Refrão)

Esta professora de Inglês
É um pouco paranormal
E depois, às duas por três,
Seja de outra espécie animal

(Refrão)

E agora vou acabar
Esta linda melodia
A canção da stôra de Inglês
Que está uma ganda porcaria

(Refrão 2 vezes. À segunda vez é uma oitava acima)


E pronto. É esta a música. Aqui está a melodia para acompanharem a letra



E pronto. Espero que tenham gostado

Muito bom dia, muito boa tarde ou muito boa noite segundo a hora que tiverem lido isto.


PS - possivelmente faço mesmo a versão single da música. Mas depois isso penso mais tarde...)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Coisas que me irritam (n.º 3) - O futuro

Sim, o futuro.
Tinha de ser incluído, desculpem lá.
Mas sabem porque é que o futuro me irrita? Sabem?
Ou não querem saber? É que se não vou-me já embora.
Ah, não querem saber, ok.
Mas, para vosso desgosto, vou continuar a escrever isto! muhahaha!

Deixem-me lá ver onde estava antes desta palhaçada.

Ah! Ia falar do futuro! É isso!

Bom, e sabem porque é que o futuro me irrita?

Porque tenho sempre aquela sensação (não sei se vocês têm, mas eu tenho), de que não vou ser ninguém no futuro e que vou viver nuns caixotes onde tinham sido transportados sabões «Clarim» (e sim, tinham de ser da marca Clarim porque só assim soava bem, desculpem lá.)

E da pressão! Principalmente no nono ano, que é o ano onde estou, em que a pressão é muito grande. Testes, estudo, testes, estudo, um pão com manteiga, testes.

E nessas alturas gosto de ouvir músicas com uma letra que toca e uma melodia calminha, como esta.

E, por mim, até era o Peter Pan, sempre uma criancinha.

Quer dizer, tem dias, por vezes gostava de ser adulto e tal, mas pronto.

E agora estou-me a lembrar de uma certa pessoa fazer um discurso sobre o nosso futuro (não vou mencionar nomes para não ferir susceptibilidades), que para sobreviver, «Vocês (ou seja, a minha geração), Vão ter que lamber as botas dos vossos patrões, e não vão ter reforma! ahahahah!» (pronto, esta risada final não estava incluída na citação original)

E hoje, uma certa pessoa (que também não vou mencionar o nome para não ferir susceptibilidades) disse que a minha geração era «uma geração de mal-educados que não respeitam ninguém e que só pensam em desrespeitar toda a gente», e depois foi essa pessoa que disse que eu, mesmo sem eu ter feito nada, que precisava de «ir ao psiquiatra» porque«pois, Rui, dantes eras muito santinho e agora não sei o que é que te deu...». Eu fiquei mesmo (não gosto muito de usar a língua inglesa para estas coisas, mas pronto) WTF? Essa pessoa caracterizava a minha geração como quase uma geração «Laranja mecânica». For god sake (pronto. Lá usei o inglês outra vez. E nem tenho a certeza se isto se escreve assim...).

Portanto, e resumindo e recapitulando e concluindo e sintetizando e finalizando e acabando e terminando e etc, o que eu acho é que o meu futuro vai ser um fundo branco. Sem nada.

Mas depois confirmarei isso com a passagem dos anos...

Mais um blog publicitado por Rui Sousa

Este é do João Almeida, que tem muita piada num blog que começou há uns dias. São pequenas histórias humorísticas, que vale a pena ver. Porquê? Ora, porque têm piada!!!

http://mas-que-porra-esta.blogspot.com/

Black Adder

Epá, esta é com certeza uma das melhores séries cómicas de sempre.
Já tinha visto a primeira temporada, mas encontrei na Biblioteca do Palácio Galveias uma caixa com todas as temporadas e agora estou a fazer maratonas de «Black Adder».

Uma grande série humorística com Rowan Atkinson (o Mr Bean), e da qual não vos vou fazer aqui uma sinopse. Se vocês tiverem curiosidade, pesquisem por aí.
Hoje, fiz maratona de «Black Adder II». Amanhã, será a vez do «Black Adder III», e por fim, no sábado, «Black Adder IV».

Depois, será vez dos especiais. «Black Adder Christmas Special» e «The return of Black Adder».

E Hugh Laurie (o Dr House), também aparece, a partir da segunda série. Mas se estiverem interessados vão ao youtube e pesquisem que lá deve estar a série toda.

Mas cuidado. Aquilo, por vezes, tem um certo palavreado e certas senhoras podem achar aquilo machista (só que não é), portanto se tiverem menos de 12 anos ou forem tão sensíveis que até choram quando dá o Noddy, então fechem imediatamente o computador. Rápido! Não há UM SEGUNDO A PERDER.

Se acharam esta conversa secante, batam com a cabeça no vosso PC. Verão que fará um efeito muito engraçado e agradável para toda a família.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Aiaiai!

Amanhã, teste de história.

Depois... Férias!!!
Mas acredito que os 90 minutos que vou demorar a fazer o teste vão parecer-me mais longos que os 5 dias de férias carnavalescas.

Por acaso nem me importava que houvessem disfarces de homem invisível... assim, fugia daqui para fora, sem ninguém me ver...

muhahahaha! Foi maléfico, não foi?

Pois, eu sei que não...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Resolvi o questionário Proust

Sim, saquei e resolvi o famoso questionário. Eis as respostas.

1. Qual é a sua maior qualidade?
Ser amigo dos meus amigos
2. E seu maior defeito?
Arrogante
3. A característica mais importante em um homem?
Confiança
4. E em uma mulher?
A capacidade de descobrir qualidades nos homens que estão longe de ser evidentes.
5. O que você mais aprecia nos seus amigos?
Que sejam bons amigos!
6. Sua atividade favorita é...
Inventar. Tudo e mais alguma coisa!
7. Qual a sua idéia de felicidade?
Ter toda a gente que acho importante na minha vida.
8. E o que seria a maior das tragédias?
Perdê-los a todos
9. Quem você gostaria de ser, se não fosse você mesmo?
Não me importava de ser o Chanquete, da série «Verão Azul»
10. E onde gostaria de viver?
Acho que em Portugal estou bem, mas não me importava de ir viver para Inglaterra.
11. Qual sua cor favorita?
Vermelho (mesmo que seja adepto do FCP)
12. Uma flor?
Não ligo a isso.
13. Um pássaro?
Papagaios. São muito faladores. Gosto de gente faladora
14. Seus autores preferidos?
José Mauro de Vasconcelos («meu pé de laranja lima»), Saint-Exupéry, Samuel Clemens (mais conhecido por Mark Twain), René Goscinny («O menino Nicolau»), Luís Sepúlveda, John Boyne, Júlio Verne, Oscar Wilde, Edgar Allan Poe, e outros tantos que não me lembro agora!
15. O os poetas que mais gosta?
José Régio, Fernando Pessoa, Pablo Neruda
16. Quem são seus heróis de ficção?
Sherlock Holmes, Poirot, o capitão Nemo das «20 000 léguas submarinas»
17. E as heroínas?
Nenhuma.
18. Seu compositor favorito é...
Paul Simon, John Lennon e Paul McCartney e Bruce Springsteen (não podia dizer um, era-me impossível)
19. E os pintores que você mais curte?
Almada Negreiros, Goya, Dali, Picasso
20. Quem são suas heroínas na vida real?
A minha Mãe e as minhas amigas
21. E quem são seus heróis?
O meu Pai e os meus amigos
22. Qual sua palavra favorita?
Construir
23. O que você mais detesta?
Injustiças
24. Quais são os personagens históricos que você mais despreza?
Ditadores, Berlusconi, Hugo Chávez.
25. Quais dons naturais você gostaria de possuir?
Talento musical. E piada, também
26. Como você gostaria de morrer?
Numa cama, a dormir. É confortável.
27. Qual seu atual estado de espírito?
Stressado
28. Que defeito é mais fácil perdoar?
O cinismo.
29. Qual é o lema da sua vida?
Ao longo da vida, devemos deixar um rasto de luz por onde passamos - Raul Solnado
30. Palavrão favorito?
F-da-se

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ui que isto vai ser renhido!

Parece que hoje é a final daquele programazito muito famoso dos «azeiteiros» e das músicas que são por vezes um «vómito autêntico», que acho que dá pelo nome de ...Ídolos.

Pronto. A ver quem ganha.

Por mim ficavam empatados, mas pronto.

Não se pode ter tudo, não é?

PS: Como havia uma certa pessoa que já estava a dizer que eu era um mentiroso e que eu gosto dos Ídolos, só te digo uma coisa. SE NÃO PERCEBESTE, AS EXPRESSÕES EM ASPAS SÃO EXPRESSÕES RETIRADAS DO PROGRAMA, OK?
(a expressão «azeiteiros»é sempre dita pelo Manuel Moura dos Santos, e o «vómito autêntico», foi o Pedro Boucherie que disse na semana passada referindo-se à música «Avé Maria» cantada pelo Carlos!!!)
E eu gosto de ver de vez em quando, mas também já me começa a irritar aquilo. Nem vão decidir esta semana quem é o vencedor. É só na próxima

Gato fedorento entrevista Sócrates



Momento do «Diz que é uma espécie de Magazine»

A melhor música dos GNR

A melhor música

Uma opinião que vos vai deixar completamente indiferentes...

Ao visitar o blog de uma colega de escola e ler o post mais recente, que é sobre o positivismo, gostava de deixar já agora a minha opinião sobre o assunto abordado aqui no blog (já deixei lá nos comentários do blog, mas pronto.)
Acho que as pessoas não podem ser positivas ou negativas. Têm é de acreditar que conseguem chegar mais longe. E também de terem a capacidade para verem no que erraram no passado, para não voltarem a errar no futuro.
Dou-vos o meu exemplo. Eu sou um pessimista de primeira. E, quando sou positivo, corre-me tudo ao contrário. Não se é preciso ser optimista. É preciso ter confiança naquilo em que acreditamos e fazemos (isto já está a parecer o anúncio do Banif, «a força de acreditar», que ainda hoje não percebi o que é que aquilo tem a haver com o banco em questão).

E pronto. Mas aconselhava que, antes de lerem isto, leiam primeiro o blog da Sara, minha colega de turma, depois leiam isto, e já vão perceber tudo. É como as sagas do cinema. Para se perceber tem de se ver primeiro o original, e depois as sequelazitas, como é o caso deste meu postzito, sequela do post da Sara.

A escolha do Restaurante, ou A Idade não perdoa - Uma história que me mandaram por e-mail

Um grupo de amigos de 40 anos discutiam e discutiam para escolher o restaurante
onde iriam encontrar-se para jantar.

Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as empregadas usavam
mini-saias e blusas muito decotadas.

10 anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez
discutiram e discutiram para escolher o restaurante.

Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa
a havia uma óptima selecção de vinhos.

10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez
discutiram e discutiram para escolher o restaurante.

Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque ali podiam comer em paz
e sossego e havia sala de fumadores.

10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez
discutiram e discutiram para escolher o restaurante.

Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa
para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador.

10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez
discutiram e discutiram para escolher o restaurante.

Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma
grande ideia porque nunca lá tinham estado antes.

Fritz

Grande sketch do Raul Solnado, do «Zip Zip», lendário programa de 1969 da RTP.

Bad Boys

Grande música dos Inner Circle

Bad Boys, Bad Boys,
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A versão espanhola do conta-me...

Agora, ultimamente, tenho visto os primeiros episódios da série conta-me como foi, mas a versão original. Reparei que já conhecia as histórias, mas as personagens têm outros nomes (por exemplo, a família é Alcantara e não Lopes, e a Margarida chama-se Mercedes)

E parece que a série, até agora, já teve 11 temporadas.

O problema é que os espanhóis falam muito rápido, mas ainda se consegue apanhar uns bocados.

Se quiserem espreitar o site oficial da série, que têm os episódios da 1.ª, 10ª e 11.ª temporadas para se ver online, cliquem aqui

Depois, comentem aqui a dar a vossa opinião.

Um clássico Gato Fedorento

Foi ou não foi, zé carlos?
Foi
Pscht cala-te!

Mais uma música Simon & Garfunkel

Scarborough fair

Show must go on!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Futuro...

Epá, sinceramente!

Agora falando a sério, acho que não tenho futuro!

Sem reforma quando for velho (provavelmente), aquecimenteo global (sei lá se vamos morrer todos ou não), terroristas em Portugal (estão a vir gajos da Al Qaeda para Portugal, parece), crises, corrupção, desemprego, guerras, catástrofes naturais... e tantas coisas mais!

Caramba! Que vai ser de nós, a suposta geração de amanhã?

(Agora, depois deste momento sério, venho só aqui dizer, que quero pedir desculpa. É que, em vez de escrever parvoíces no blog, escrevi coisas interessantes! Acho que deve ter sido de hoje de manhã, quando bebi um copo de leite estragado. Acho que fez-me mal à cabeça. Tenho de ir bater com a cabeça na parede a ver se isto passa. AI! ISTO DÓI!)

I WANT IT ALL!!!

E mais não digo.

Grande música dos Queen, do álbum «The miracle», de 1989

Epá, esta música

Esta música para mim, é muito boa. Para mim, a melhor da dupla Simon & Garfunkel, com versões de muitos artistas (Elvis, stevie wonder, aretha Franklin, etc).
Ouçam-na. A sério. Gostem ou não, deixem um comentário.

Mais um blog que aqui publicito, aliás porque sou amiguinho...

Hoje, sugiro-vos dois blogs de um amigo meu, o João Miguel. Um com vídeos de tudo e mais alguma coisa, e outro de vídeos musicais.

visitem os blogs:

http://www.oblogdabanana.blogspot.com/
http://www.blogmusicaldabanana.blogspot.com/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Paga o que deves!
















Não, não vos estou a pedir para me pagarem nada, não, mas só a dizer o famoso bordão do Nilton, comediante com quem estive hoje, no Palácio Galveias, no Campo Pequeno, das 19:30 às 21:00. Era um debate sobre humor.

Deixo aqui uma fotografia com nós os dois.