quarta-feira, 31 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º 16) - O dinheiro

O dinheiro.
Esse vil papel colorido que, sabe-se lá porquê, vale tanto que pode dar grandes reviravoltas na nossa vida, dependendo da quantidade que tivermos ao nosso dispõr!
Dá para comprar muitas coisas, e também para pagar as contas, a renda da casa, etc.
Certas pessoas matam-se a trabalhar, para ganharem em troca várias folhas deste papel precioso.

Nunca percebi bem porque é que o dinheiro vale muito. Aliás, é só papel impresso!
Eu sei, caros leitores, eu sei que (e agora entrando uma daquelas velhinhas rabugentas), «O dinheiro vale muito e custa a ganhar e os teus pais ganham dinheiro para te sustentar blablabla».

Mas não percebo, desculpem-me.

Não percebo como é que este papelzito vale tanto! Não percebo! Sinceramente!
Mas uma coisa que eu nunca percebo é quando há crise, ou seja, quando falta dinheiro. Porque é que não imprimem mais? Ai não se pode porque é preciso pedir autorização ao senhor x que depois tem de falar com a comunidade y que depois dará uma palavrinha ao senhor kxz.

E há pessoas que matam outras, por dinheiro!
O mundo anda em guerra, por causa de dinheiro!
Tudo isto anda numa grande coboiada, por causa de dinheiro!
Coa breca! Um simples papel pode valer tanto que pode matar vidas humanas?

E este foi o post mais singular das «Coisas que me irritam». Boa noite e não se esqueçam de verificar se a torneira do bidé ficou bem fechada.
Não ficou, pois não? Ah, seus marotos! E quem é que vos lembrou, quem?
Pronto, já chega de palhaçadas.

Coisas que me irritam (n.º 15) - o racismo

E cá vem mais um post que tem uma certa dose de seriedade.
Preparem-se.
Podem não sair vivos depois de verem este post com os vossos olhitos...

Como qualquer pessoa normal, eu repudio o racismo, aliás, como toda a gente normal acho uma coisa completamente absurda e descabida!

Como é que podemos julgar alguém, dizer se é inferior ou não, pela sua cor de pele?

Meu Deus! Agora lembro-me de, no tempo do Luther King, quando o racismo ainda reinava nos EUA(e em certas partes do mundo), ocorrer um caso que chocou todo o país (ou nem tanto). Naquela altura, nos autocarros, as pessoas de cor negra iam sempre na parte de trás do veículo. Ora, um belo dia, e sem que ninguém estivesse à espera, uma senhora negra sentou-se na parte da frente do autocarro. Isso chocou os brancos, e que levou a uma manifestação dos negros, que motivou ainda mais a luta contra o racismo.

Aliás, neste vídeo que posto aqui, é feita uma paródia ao racismo nos EUA. Este vídeo foi retirado do brilhante documentário «Bowling for columbine» de Michael Moore (vale a pena ver, tanto este excerto como o documentário integral).




Mas eu ainda me pergunto como é que aquela juventude agora que há agora que se diz skinhead, que é careca, é racista (aliás, só faltava estarem vestidos à juventude hitleriana para completarem o «fato de carnaval»). Como é que, ao olharem para aquela ideologia, essas pessoas pensem «É isso mesmo! Muito bem dito! A partir de agora, vou ser racista!». Não percebo. Desculpem, mas não percebo.

Acho que o último parágrafo pode ter sido a minha sentença de morte.
Mas continuando.

E já que falei em Juventude Hitleriana, tenho de falar nesse ilustre senhor com um bigode que parece uma escova de dentes (só falta pôr o cabo da escova. Vejam se não fica igualzinho).
Eu acho que o Hitler, se não tivesse sido político daria um bom comediante. A sério. Mas daqueles que fazem humor... negro.
Porque aquelas ideias negras de campos de concentração e torturar e matar judeus daquela maneira tão banal parece mesmo de um comediante.
Sádico.
Ao máximo.

Aliás, eu nem percebo como é que quando o mundo já começava a caminhar para o desenvolvimento, nos anos 50, a Igreja e pessoas da ciência diziam que os negros eram gente sem alma. Não percebo! É a estupidez em cena!

Mesmo que certas pessoas tenham um elevado grau de inteligência, não quer dizer que tenham uma grande alma.

Eu conheço certas pessoas que se estão a lixar para este assunto, porque o racismo «é coisa do passado», para muita gente.

Mas, em muitas zonas do mundo, ainda se aplica o racismo, como é o caso dos skinheads e da Klu Klux Klan. (como me fez lembrar a Inês Rebelo, que podem ver o comentário a este post aí em baixo, de que o racismo não é coisa do passado).
Mas acho que devemos sempre pensar no quão a humanidade pode ser tão estúpida ao ponto de aceitar atrocidades como do Holocausto e outras que tais!

Eu acho que este post foi daqueles de deitar tudo cá para fora, mas que no final eu vou notar que faltou sempre dizer qualquer coisa.
Mas pronto. Um post é um post.

terça-feira, 30 de março de 2010

Mais um post filosófico

Ao longo da minha (curta) vida, conheci gentes, estive em diversos lugares, contactei com outras culturas, conheci e entendi diversas opiniões, escrevi o que penso e disse o que me vinha na alma.Gostei de ter conhecido quem conheci, e ter visto o que vi, de ter estado com quem estive e de ter feito o que fiz. Não me arrependo do que deixei para trás e das decisões que tomo agora em certos aspectos. Aliás, como dizia o Charlie Chaplin, «a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios».
Portanto, o que errámos, errámos.
É claro que há certas coisas, ou pessoas, que por mim nem lhes tinha posto a vista em cima. Mas acho que esses maus momentos contribuem para o desenvolvimento das pessoas, porque a vida não é só coisas boas.
Eu sei que no futuro vou reencontrar gente que vou deixando de ver ao longo da vida, nomeadamente as pessoas que lêem este blog e que são minhas amigas.
Mas a vida é assim!
Não podemos conviver sempre com as mesmas pessoas e viver nos mesmos lugares!
A vida é uma roda que está sempre a girar!
Nunca sabemos o que é que nos vai sair!
O futuro preserva-nos grandes surpresas para cada um de nós!

Portanto, para aquelas pessoas que me perguntam porque é que para o ano vou para uma escola diferente da que toda a gente vai (e sim, este post é somente dirigido a elas), espero que compreendam.

Ou não.

Mas disse o que tinha a dizer. Isso é que é importante.

Rui Sousa

segunda-feira, 29 de março de 2010

O Portuga...

Hoje, vou abrir o cofre dos meus pensamentos aos caros leitores, para vos falar... dos Portugueses. Mais propriamente, de uma sub-espécie, os portugas.

Como já vários comediantes e escritores já falaram da sua opinião sobre os Tugas, achei por bem também dar a minha.

O Portuga... será que é uma espécie? Ou será que é um estilo de vida?

Acredito nas duas. Sabem, caros leitores, os Portugas são tão peculiares, que chegam mesmo a serem designados por mim como uma espécie. Já um pouco em vias de extinção. Mas outros povos podem ser Portugas, adoptando simplesmente o seu estilo de vida.

Uma grande característica dos Portugas "de gema", é sem dúvida o seu desenrascanço.
Para quem não percebe de que raio estou eu a falar, passo a explicar.
O Portuga desenrascado é aquele que, dando um exemplo, quando se esqueceu de comprar passas para o reveillon, pega noutras frutas que tenha (maçãs, pêras, uvas, etc), e come-as só para ficar com os caroços e fingir que são passas.
Só dando este exemplo, porque se poderiam evidenciar outros tantos.
Eu considero-me um desenrascado clássico. Um desenrascado puro lusitano.
Eu, se não houver pasta de dentes, chego a usar sabonete para substituir!

Mas outro factor-base da espécie portuga, ou tuga, é o facto de estarem sempre a dizer mal de tudo e de todos.
Mal-dizem tanto e não se fartam. Estão todo o dia a mal-dizer, mal-dizer, mal-dizer!
Mal-dizem de tudo!
Ai e tal, o governo! Mal-dizem!
Ai e tal, o futebol! Mal-dizem!
Ai e tal, a cultura! Mal-dizem!
Ai e tal, o tratamento dos esgotos! Mal-dizem!
Ai e tal, o Tareco arrancou as cortinas da sala de estar! Mal-dizem!

Todo o indivíduo que se considere Portuga tem de ter um fascínio pela palavra «Grátis» (já várias pessoas afirmaram este facto, e eu junto-me a eles).
Tudo onde esteja escrito a palavra GRÁTIS o Portuga corre atrás feito cãozinho esfomeado a seguir a carrinha do Talho.
Lembro-me que, há uns tempos, um certo jornal oferecia DVD's GRÁTIS, e lembro-me de ler isso e de ir a várias papelarias, ver se ainda tinham, e responderam-me sempre «Desculpe, já esgotou».

Mas, mais tarde, esse jornal começou a trazer DVD's a 1,95€. E o jornal, esgotou?
Não.
Este facto leva-nos a mais uma característica totalmente lusa. A avareza em pequenas coisas.
Quando o DVD era grátis, corria tudo a comprar o jornal. Mas quando era a 1,95€, ai não vou gastar menos de 2 euros. O Portuga adora a palavra GRÁTIS, mas quando por certas bugigangas têm de pagar meia dúzia de tostões, preferem não comprar. Preferem esperar pela já tão espremida palavra que já me recuso a repetir.

O Portuga pode ser avarento com coisitas pequenas, mas adora tecnologia. Chega mesmo a ser viciado!
Conheço vários "casos" de Tugas que compram LCD's, IPhones e PC's de última geração, mas estão-se a marimbar para a família e a vida social.
Mas esta característica só se verifica nos Portugas denominados de High-tech Pimbas.

Para terminar, outra característica da "raça" portuga é a de usar estrangeirismos de língua inglesa.
O portuga "curte" o Inglês, mas depois não percebe nada dessa língua.
Ou então, usa-os mal, como por exemplo «You are leiing this post sentated on your cadeiran».

Mas, se há o Tuga que gosta de Inglês, há também outros Tugas que o repudiam, e que dizem que é por causa dele e dos programas de TV de língua inglesa que «os nossos meninos andam nas drogas».

E eis aqui uma espécie de artigo da National Geographic, dedicado aos Portugas.
Desculpem lá se me esqueci de escrever algum facto dos Portugas, mas até agora só me lembro deste!

Despeço-me com amizade, até um próximo post!

domingo, 28 de março de 2010

Policial: a 4.ª parte

E cá está, fresquinha e saída dos subúrbios da minha mente, a 4.ª parte do policial, tão afamado e tão abençoado. Ou então, isto é mentira.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 4

Parei um pouco para meditar.
Entrei no carro e liguei o rádio.
Ah! Que bem que aquilo me soube!
Adoro aquele ambiente.
No carro e com um CD de música clássica russa do século XIX.
Gostos não se discutem!
Mas, entretanto, no meio deste ambiente, resolvi pegar num papel e escrever todos os nomes dos meus colegas daquela turma, que tinham estado presentes naquele misterioso jantar.
Depois de ter acabado de escrever, olhei para aquela lista e vi que tinha mais suspeitos do que todos os que tinha tido em todos os meus antigos casos.
Teria de contactar e interrogar, um por um, todos os suspeitos.
Portanto, decidi logo começar, e pus o prego a fundo de volta para o escritório.
Chegado ao escritório, liguei o portátil, e abri no site das Páginas Amarelas. Estavam à espera de quê? Em Portugal, é isto que se arranja!
Decidi começar por ordem alfabética.
Portanto, procurei por «André Miranda», o primeiro suspeito dessa lista.
Ah, aquele sacana do André! Tinha-se tornado dono de uma companhia de supermercados, e tornou-se um dos homens mais ricos de Portugal!
Enquanto ele ganha rios de dinheiro não fazendo nada, eu ando para aqui a investigar casos grotescos e a ganhar uma miséria por mês!
Anotei a morada junto do nome dele na lista. Mas como eu estava ansioso para ver quem é que seria o culpado disto tudo (pois se fosse o André, eu gritava e rejubilava de alegria), decidi logo ir a correr para o carro e ir para a morada indicada.
Estava tão entusiasmado que deixei o PC ligado à corrente (e eu que não gosto nada de gastar energia! Pronto, mais uns euritos na conta da luz!)
Cheguei à casa do André, minutos depois. Era numa mansão muito grande! Acho que o meu apartamentozeco caberia dez vezes dentro daquele casarão!
Cheguei aos portões da casa e toquei à campainha. Ninguém respondeu. Toquei outra vez, e voltaram a não responder. Toquei mais 5 vezes de seguida e ninguém atendia. Já sem esperança, estava a ir-me embora quando chega um Lamborgini. O condutor olhou para mim, com a mesma cara de quem olha para o rosto da Lili Caneças. Abriu as portadas, com um comando, possivelmente, e entrou dentro do vasto campo relvado da entrada da casa. De dentro do carro saíram dois sujeitos, um que era o André e outro, o que conduzia, que devia ser o motorista.
O André reparou que eu estava à porta, e aproximou-se de mim.

-Ó senhor! Desculpe lá, mas queira fazer o favor de se ir embora! Já estou farto de vendedores de enciclopédias! - Disse-me ele, com ar de pessoa importante e com pressa.

Eu ia-lhe responder.

-Olha, desculpa lá, mas...
Aí, ele ficou furioso e ficou todo vermelho que nem um tomate geneticamente modificado.
-MAS QUE MANEIRAS SÃO ESSAS? VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ A FALAR?!

Bonito serviço. Deixou-me a cara cheia de saliva trazida directamente da sua boca.
Aí, eu também fiquei furioso, e como sou homem de muitos nervos e pouca fervura, também entrei no festival da berraria e do cuspo em excesso.

-MAS QUE MANEIRAS SÃO ESSAS DIGO EU! ENTÃO TRATA-SE ASSIM UM AGENTE DA AUTORIDADE! FICA A SABER QUE EU ESTOU AQUI PARA INVESTIGAR A MORTE DO NOSSO COLEGA RUI SOUSA! ANDRÉ, PORRA! NÃO TE LEMBRAS DE MIM?!

Aí, ele não reagiu. Alguns segundos de silêncio seguiram-se a esta deixa, até que ele finalmente respondeu.

-Nuno?
-Não - disse eu.
-Noémio?
-Não! - voltei a responder.
-Narciso?
-NÃO! CHAMO-ME NELO! CHAMO-ME NELO, CARAÇAS!
-Nelo! Era isso que eu ia dizer! Se me tivesses deixado falar! Então, pá! - respondeu ele. Se eu não tivesse dito o meu nome, estaríamos ali a tarde inteira para ele o descobrir.
-Agora não estou para grandes conversas, André - disse-lhe - estou a investigar o caso do Rui Sousa e preciso de te fazer umas perguntas.
-Está bem! Mas agora és polícia?
-Não. Sou detective.
-Ou isso. Mas entra. Vamos tomar um copo!

Não me apetecia nada rever aquela besta, que nem do meu nome se lembrava, mas fazia parte do caso, e da investigação.

Investigação essa que só agora estava a começar…

Continua...

Publicito-vos um blog...

Trago-vos um blog de uma pessoa que tem o vício de comentar no meu blog (em série!), e que escreve muitíssimo bem! Vale a pena ler as linhas que escreve!

Mas porque é que eu estou aqui com devaneios? Visitem mas é o blog da Inês Rebelo!

Dois pensamentos sobre a vida, da autoria de Charlie Chaplin

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, canta, chora, dança, ri e vive intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
___________________________
Cada pessoa que passa na nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa na nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.
Charlie Chaplin
Boas reflexões sobre a nossa vida!

Coisas que me irritam (n.º14) - a rivalidade Lisboa VS Porto

Como tripeiro de gema que sou, e estando a escrever estas linhas no Porto (sim, eu estou cá outra vez), acho que é bom gastar um post do meu blog para falar deste tema, pois há CERTAS PESSOAS que por acaso não costumam ler este blog mas que deviam ler, que são Lisboetas, que estão sempre a dizer que no Porto é tudo corrupto e que todos comemos tripas todo o santo dia.
Já faltava dizerem que os Portuenses se mascaram de Pinto da Costa!

E, se HOUVER UM PORTUENSE E PORTISTA NA TURMA DE UMA ESCOLA LISBOETA (que é o meu caso), é-se sempre alvejado de críticas, por se ser de uma minoria!
Os Lisboetas costumam dizer que o futebol portuense é corrupto, por causa de uma MEIA DÚZIA DE GATOS PINGADOS. Mas o futebol continua!
Aliás, o FCP teve um dos maiores homens do futebol português, o José Maria Pedroto! Não é por causa do Pintinho da Costa que todo o FCP é corrupto.

E não é só o FCP que é corrupto! OS OUTROS DOIS CLUBES DOS BEM-QUE-FICAS E DOS DESPORT-INGS também tiveram as suas fases de corrupção! Portanto não me venham cá com histórias!

E os Lisboetas costumam dizer que o Porto é muito negro, e que as pessoas são muito más e coiso e tal. Por outro lado! O que o Porto não tem em clima, tem na simpatia e hospitalidade dos seus habitantes! Coisa que, na minha opinião, Lisboa não tem, pois as pessoas são muito sisudas e carrancudas, na maioria!

Mas os Portuenses também dizem mal dos Alfacinhas! Eu, que tenho metade da minha família tripeira, também ouço certos devaneios sobre Lisboa.

E eu, como gosto das duas cidades, tenho de desmistificar alguns preconceitos que existem entre ambas!

O que acontece em Lisboa, em relação ao futebol, acontece no Porto ao contrário! Se numa turma de uma escola no Porto, houver um desportinguista ou um bem-que-fiquista, é completamente enxovalhado! (e eu ficava tão contente de ver isso... eheheh)

Mas certos Portuenses dizem que os Lisboetas gostam muito de comer alface. Eu não sei se isso era no gozo, mas na verdade, é muito raro ver um Lisboeta a deglutir este vegetal verde.

E, enquanto que os Lisboetas dizem que os Portuenses são corruptos por causa do Futebol, os Portuenses também dizem que os Lisboetas são corruptos, por causa... dos bancos...
E agora, vou ter de entrar a defender Lisboa. Lá por meia-dúzia de gatos pingados ser corrupta (iii estou a ter um dejá-vu agora...), não quer dizer que os Lisboetas também o sejam.

Para terminar, gostava de dizer que as duas cidades são duas fontes ricas de cultura, e o Porto é também cidade da cultura!
E as duas cidades têm os seus defeitos e qualidades!
Podiam parar com as rivalidades e preconceitos?

Vá lá.

Façam-me lá esse favorzinho!

E isso começa pelas pessoas que costumam ler este blog!

E agora, um final piroso, que soa mal, completamente despropositado:

Se todos contribuírem para esta causa, o mundo será mais feliz e fraterno.

E já agora, feliz Natal, outra coisa despropositada para esta post.

Adeusinho!

Mudança de horário...

... MALDITA SEJAS!!!

Chiça! Quando é mudado o nosso horário, os primeiros dias fazem-me sempre confusão!

Ontem, estive em casa de uns Tios na Póvoa do Varzim e só cheguei a casa no Porto às 2 da manhã. MAS com o novo horário, já eram 3 da manhã.

E hoje! Supostamente, tinha acordado às 5 para o meio-dia, e não! Acordei às 5 para a uma, e os meus Pais já estavam a preparar o almoço!

Mas pronto. Daqui a alguns dias, isto vai ao sítio e consigo habituar-me ao novo horário...


Espero eu...

sexta-feira, 26 de março de 2010

Ir e voltar

Como diz o outro, «há mar e mar, ir e voltar».

E foi o que eu fiz, ir e voltar.

Estive ausente nestes dias do blog, porque estive numa excursão de EMRC quarta, quinta e sexta-feira.

Excursãozeca, vá.

Não passou disso.

Mas o que é que eu tive a fazer, nesta excursão?

Para já, dormimos num barco, em Viana do Castelo.

E eu estive em tantos sítios! Viana do Castelo, Braga, Guimarães, Santiago de Compostela...

E bati com a cabeça numa superfície metálica, bem rija!

Por causa de uma certa pessoa!

Não é, Paiva?

Bom, vou explicar-vos o sucedido: eu estava a ir para uns cacifos que havia nos nossos quartos, para guardar as minhas coisas, quando o Paiva, meu colega, fazia malabarismos com a guitarra e pôs-se à minha frente, obrigando-me a desviar dele, e como eu não olhei correctamente, bati com a cabeça num cacifo de metal.

Foi um grande estrondo! Mesmo BAAAAM!

Mas o Paiva foi «ameaçado» por xungas... eheheh... estávamos a jantar muito bem num sítio ao pé do barco da dormida quando de repente aparecem uns xungas à janela, e o Paiva fez-lhes sinais, que eu não sei se eles compreenderam mal ou não, e um deles (talvez o xunga-líder), fez-lhe aquele gesto de cortar o pescoço.

Esses devem ter sido dos momentos altos destes 3 dias da excursão.

E eu ia escorregando no castelo de Guimarães. DAMN YOU AFONSO HENRIQUES! (desculpem lá, eu sei que vocês sabem que eu não gosto muito de estrangeirismos, mas este era necessário).

Mas à noite foi muito giro porque no meu quarto estávamo-nos a rir imenso...

E eu fiquei afónico! Não sei porquê! E agora consigo fazer um barulho (MUITO) agudo e esquisito, que parece assim uma espécie de grito de acasalamento dos albatrozes...

Além de alguém me ter dito que estava com saudades do meu blog... e quem disse isso foi uma das leitoras (super-hiper-mega) assíduas deste blog, a Inês Rebelo. E acreditem, senti-me mais importante que a Hannah Montana.

A sério!

E uma certa frase pairou no autocarro como uma bomba. «Eu sei e tu também que...». Não vou pôr o resto, por razões de eu-tenho-parentes-meus-a-ler-isto, ok?

No autocarro, foi uma seca. Tremenda! Ai e tal, vimos uns filmes, que nem eram grande coisa, e quando o meu colega Centeno foi dizer ao nosso professor que tinha um bom filme ali (e até é. Era os «sacanas sem aquilo»), o professor disse que não punha porque era para maiores de 16.
Resultado: pôs o «Beethoven 5».

Ultrajante.

Mesmo.

Mas se repararem bem, como eu fiz, repararão que esses filmes podem ser mais obscenos que os filmes de +16.

Reparem nos «piqui-niqui-piquenos» promenores, ao longo de um filme.

Mas tem de ser um filme infantil, de preferência.

Com animais armados em engraçados.

De preferência, o «Beethoven 5».

É que a minha teoria ainda só foi comprovada com este filme.

Portanto, eu também quero que vocês comprovem a minha teoria!

Corrai a ver filmes com seres de 4 patas a fazerem macacadas!

IDE!IDE!

Pronto, okok, peço desculpa. É que eu ainda estou meio abananado depois disto tudo. Peço desculpa. Não voltará a acontecer (até ao final deste post! eheheh).

E além disto tudo, o que é que ocorreu mais, nesta excursão?

Ah, vimos monumentos e igrejas, e isso.
Mas isso nem é muito importante.
Era só o objectivo da visita, acho eu, mas não teve muita importância.

Mas, a brincar a brincar, tenho a dizer-vos que as paisagens eram muito bonitas, e... poéticas. Algumas delas fizeram logo lembrar-me daquela música «maluca, sempre a subir» (já diz outro músico, o Veloso Rui. Eheheh. Ainda tou abananado, o que é que querem? Por isso, este post é o cúmulo dos cúmulos da estupidez!)

Pelos comentários feitos a este post, acho que o apito do professor de EMRC também foi um dos grandes destaques desta visita. Aquele apito horrível vindo directamente do Inferno para chatear as mentes dos pobres Mortais...

Pronto, e sobre a excursão, acho que é tudo o que há a dizer. Não me lembro de mais nada «substancial», portanto, não escrevo aqui.

Ah, e amanhã vou cedinho para o «Nuorte».

Mas vou tentar dar-vos notícias e continuar-vos a chatear com os meus posts.

Disso garanto-vos!

MUHAHAHAHAHA!

cof cof.

Peço desculpa. Ainda estou um bocado afónico.

Vou tentar ir a um supermercado a ver se têm rebuçados para a tosse.

Daqueles do Dr Bayer.

Perdão, Bayard!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º 13) - O festival da Canção

Eu nem percebo como é que há gente que ainda consegue estar sintonizado na RTP1 para ver o Festival da Canção, e posteriormente, o Festival da Eurovisão da Canção!

Sinceramente...

Aquilo é música, caros leitores e leitoras?

Respondam-me, pelamordedeus!

Aquilo é MÚSICA???

Na minha opinião, é sempre DEPRIMENTE e STRESSANTE ver o festival da canção.

Para já, os apresentadores falam sempre do Festival como se fosse a melhor coisa do mundo, e que os concorrentes são muito bons e não sei quê...

Chega a hora do público ouvir os meninos a cantar, e o que é que a gente ouve?

Ah, chamam àquilo de, hã, música, acho...

Eu sei que, se eu falar com pessoas com pelo menos mais 15 anos que eu, vão dizer «No meu tempo é que era, o Festival é que era bom e tal».

Bom, também não era a melhor coisa do mundo.

É verdade que, antigamente, as músicas que iam a concurso na Eurovisão eram cantadas por pessoas que sabiam... cantar, e as letras das músicas até que faziam... sentido.
Antigamente, o festival da Canção subia as audiências.
Hoje em dia, é preciso haver sorte para que haja um décimo da população portuguesa a vê-la.
Com as músicas de agora, também, só apetece-me atirar a televisão pela janela!

Agora vai uma tipa que nem sabe cantar para ir representar Portugal na Eurovisão!

Mas, talvez, isso aumenta as probabilidades de Portugal ganhar a Eurovisão este ano!

Porque, nestes anos, têm vencido na Eurovisão concorrentes que não exercem bem a sua função, que é a de... cantar.
Ultimamente, os vencedores da Eurovisão são escolhidos mais pela sua aparência, acho.

Ou então por a música ser muito pimba, e «aquelas-pessoas-que-adoram-esse-género-de-música» tumba! Toca a votar!

Os meus Pais costumam dizer que, no princípio, Portugal não atingia grandes lugares na Eurovisão porque era por sermos uma ditadura.

Mas mesmo sem ditadura, continuamos em lugares acima do 10.º!

E irrita-me mesmo aquelas pessoas que dizem: «É este ano que vamos ganhar e não sei quê».
Mas NUNCA GANHAMOS!

Pelo menos, dantes, levávamos à Eurovisão cantores que ficavam mais tarde na história da música portuguesa, como o José Cid, as Doce, a Dina, o António Calvário, etc.

Agora, os representantes portugueses da Eurovisão são esquecidos.

Para sempre.

Mesmo.

Ninguém quer saber deles.

A sério.

Mas, também, com músicas como têm aparecido nos últimos anos, como das Nonstop e aquela que cantou «Dança comigo», mais me apetece é fugir do que apreciar a música!

Mesmo!

Bom, acho que vou acabar este post.

Aqui.

Nesta linha.

Ou nesta.

Pronto, o post acaba nesta linha, e acabou-se!

Está bem?

Ah, porra!

PRONTO! ACABA NESTA LINHA E NÃO SE FALA MAIS NISSO! JÁ ESTOU COM DORES DE CABEÇA!

domingo, 21 de março de 2010

No Porto

Estou no Porto.
Ontem, chuvas torrenciais, dilúvios impressionantes.
Hoje, até que está a fazer Sol.
Quando eu me vou embora, é que vem o bom tempo...
Até parece que é uma espécie de maldição, que paira sobre mim.

Uma coisa que é bonita de se ver...

O mar à noite.
A sério.
Se puderem, vejam a praia à noite.
Tão sossegada.
Mágica, até.
Acho que o mar ganha outra vida à noite, quando não tem ninguém.
Torna-se um espaço mais silencioso, mais privado, até.
Ontem, fui à Póvoa do Varzim, e observei durante alguns instantes a praia de lá, durante a noite.
Uma das coisas mais bonitas que já vi.
O mar à noite.
Silencioso, majestoso, poético!
E este foi o post mais espiritual que fiz até hoje.
Obrigado e bom dia.
Ou boa tarde.
Ou boa noite.
Segundo a hora que tiverem lido isto.

Mais uma fornada de pessoas irritantes!

E cá vêm, acabadinhas de chegar, saídas mesmo agora do forno (ui tão quentinhas que estão), mais 5 pessoas irritantes, perfazendo um total de 20!

16- Judite de Sousa
Mulher desprezível, certamente uma das piores jornalistas que este nosso Portugal já conheceu. Além de ter sido responsável, segundo este blog, de ter sido responsável da saída do comediante Badaró da RTP. Mas ela irrita-me, irrita-me mesmo por causa daquela cara de sonsinha que tem, além de ser, como já referi, uma péssima jornalista.
Além de ser uma pessoa que odeia a blogosfera, portanto... tem de ser minha inimiga. Não a n.º1, mas para aí a n.º3.


17-Manuela Moura Guedes
Ui! Desta nem se fala! Um telejornal desprezível, também (e como já devem ter reparado, eu adoro a palavra «desprezível»), e uma personalidade desprezível. Já para não falar nos quilos de botox que tem na cara, claro, que uma coisa que me irrita em certas pessoas é pôrem montanhas dessa substância na cara para se acharem mais rejuvenescidas mas depois parece é que ficam ainda mais velhas.
Mas adorei aquela discussão dela com o Marinho Pinto! Foi um momento degradante para ela, mas óptimo para nós todos. Foi a única coisa que ela fez que eu gostei de ver (aliás, quem não gostou?). Só faltava que eles tivessem trazido bombas para o programa para se bombardearem um ao outro.
Até que era um grande espectáculo.

18-Catarina Furtado
Odeio-a, mas ODEIO-A TANTO!
Mesmo! Do fundo do coração, acreditem!
Péssima apresentadora, péssima actriz, péssima em tudo!
Além do mais, parece que ela frequentou a mesma escola onde eu estou agora, mas ela frequentou-a no tempo em que a televisão devia ser a preto e branco, talvez.
Além de ter a mania de «ai, como eu tenho um Pai que é jornalista e faz documentários muito bons e não sei quê, sou a melhor apresentadora do mundo».
Mas é simplesmente ao contrário. É uma péssima apresentadora, e pronto.


19-José Carlos Malato

Eu até nem devia ter razão de queixa deste homem, porque de quando em vez, costumo ver com a minha família aquele concurso dele em que os concorrentes dizem que são empregados de mesa e na realidade são funcionários da EMEL e que se acham sempre os melhores do mundo por se acharem que estão a fazer bom bluff.
Mas o homem não irrita um bocadinho? HEM? DIGAM-ME LÁ! ELE NÃO VOS IRRITA?
Para já, ri-se de uma maneira tão maléfica, mas tão maléfica, que eu até diria que estaria na presença do sr ratinho do mal.
Sim, porque eu acho que ele tem cara de roedor! Ou sou eu que estou louco, ou só sou eu que acho isso...
E depois, aquela mania dele de «Ai eu já fui muito feliz ali, acolá, em Ranholas, na WC pública do Dolce Vita Tejo», etc, etc.
Além de que as piadas que ele diz nunca têm uma ponta de graça, mas o público (forçosamente, talvez) ri-se SEMPRE! CARAÇAS! RI-SE SEMPRE!
Quem diria que este homem, antes de ser apresentador de TV, foi... maqueiro.
Sim, senhoras e senhores, fiz a revelação do ano!
José Carlos Malato foi maqueiro.
Daqueles das macas do hospital.
Não fiquem chocados. Não se belisquem, não batam com a cabeça na parede!
Isto é pura verdade.


20-José Saramago
Agora é que poderia entrar a personagem do Chato, dos Contemporâneos, brilhantemente interpretada pelo Nuno Lopes: «Eh! Olhem para mim! Sou o Saramago, eu. O que é que eu faço? Ah, escrevo livros, e fui o prémio Nobel. Escuta, escuta, tu queres é aparecer. Se o que escreves te consideras um escritor, então eu pego na minha lista das compras e vais ver se não se torna um best-seller! Vai mas é trabalhar, ó! Vai mas é fazer qualquer coisa de útil para a sociedade!»
Além de eu não gostar nada da escrita dele, sem pontuação torna-se uma confusão ler aqueles livrões, o homem deve ser o escritor mais arrogante e mau de que há memória!
O homem é arrogante, acha-se o maior do mundo e arredores, e não sei quê, só porque foi prémio Nobel!
Pronto!
Resumindo, ele tem uma personalidade horrível, e uma escrita que dá mais sono que os programas do «Quando o telefone toca», da SIC, e o «Sempre a somar», da TVI.
Espero que eu não seja processado por causa disto.
Mas, talvez, eu ainda via a fama se fosse processado! Aparecia na TV e tudo e...
Ou então não.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mais uma música, desta vez menos conhecida...

Uma música dos Queen, que não é bem do género de música dos Queen, mas mesmo assim, é uma grande música, que mistura um coro gospel e as 4 vozes dos 4 membros da mítica banda.
Esta música é do último álbum dos Queen, editado 4 anos após a morte de Freddie, e a música chama-se «Let me live».

Queen - Let Me Live .mp3
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quinta-feira, 18 de março de 2010

A terceira parte de um policial, julgo que de minha autoria...

E aqui está, o terceiro capítulo com um caso do Detective Público Olho Morto, acabadinho de sair do forno! Vejam lá, não se queimem...
Mas se não ficaram a par dos acontecimentos dos capítulos anteriores, podem sempre lê-los aqui.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 3

Ao olhar para o cenário que envolvia a casa onde tinha ocorrido o crime, pareceu-me que este se assemelhava a um daqueles filmes de terror da treta que sempre desprezei. A casa ficava como que isolada do resto do mundo. Não havia nenhuma outra casa à volta. Nenhuma. Zero. Ficava numa rua calminha, afastada um pouco do resto de toda a Lisboa movimentada e stressada.

Era uma vivenda, bem grande aliás, com um grande jardim na entrada. Entrei naquela casa, e encontrei lá dois polícias a olharem à volta desta. Poderiam estar a ver se encontravam algum indício que os levasse ao criminoso, mas não. Estavam a olhar para os cantos da sala de estar onde ocorreu o crime para verem se me tentavam enganar, a fingirem que trabalhavam. Fui ter com um deles, e comecei a fazer-lhe perguntas habituais.

-Então, o que é que se passou aqui? - perguntei.
-Ó senhor Morto, passou-se...
-Desculpe, eu sou Olho Morto. Senão parece que você está a falar com um cadáver!
-Peço desculpa, Sr Olho Morto. Bom, como eu estava a dizer, passou-se que a vítima foi assassinada.
Foi aí que eu me passei.
-OLHE! NÃO ME DIGA! A SÉRIO? ENTÃO O QUE É QUE ACHA QUE ESTOU AQUI A FAZER, SEU CRETINO?
Já o facto de eu ser uma pessoa muito nervosa e cheia de tiques não ajudar, agora tenho de aturar certas bestas parvas!
Aquele policiazeco fez-me lembrar o Finório, que não veio comigo e preferiu ficar no escritório a fazer esculturas com... palitos. Coitado. Cada maluco com a sua mania...

Mas ele logo respondeu:
-Desculpe, Sr Olho Morto! Desculpe! É que, sabe, ontem não consegui dormir nada, estava a dar um filme giro na televisão, e depois deu outro, e mais outro...
-Pronto, pronto, está bem. Então VÁ PÔR ÁGUA NESSA FUÇA A VER SE NÃO CONTINUA A DORMIR EM PÉ! DESAPAREÇA DA MINHA VISTA! VÁ PARA CASA, HOMEM!
Acho que com os meus berros ele conseguiu ficar bem acordado, mais tarde... eheheh.
Agora, só tinha mais um polícia a quem perguntar qual era o ponto de situação do crime. Rezei a todos os santinhos para que ele não me enervasse também.
Só que ele, ao assistir à conversa que eu tive com o outro polícia, ficou com um bocado de medo de mim. Eu, que até era mais baixo que ele, conseguia impôr respeito junto dos mais altos!
-Ó senhor agente, diga-me lá como é que isto tem andado.
-Se...se...se...nhor...nhor... NÃO ME FAÇA MAL! EU TENHO MULHER E 2 FILHOS MUITO BONITOS! NÃO ME FAÇA MAL!
-Mas quem é que lhe vai fazer mal, homem?
-O SE...SE...SE...NHOR!
-Mas eu não lhe quero fazer mal! Vá, recomponha-se, homem!
-Ah, então não...não...não me vai fazer...zer...zer... mal?
-Claro que não!
-Ah, então 'tá bem.
Agora eu já nem sabia qual dos dois polícias era mais maluco...
Este que mudou logo de carácter quando eu lhe disse que não lhe ia fazer mal, ou o outro que faz directa para ver 3 filmes de seguida!
-Mas diga-me lá então, já descobriram alguma coisa?
-Sr Morto, parece que...
-JÁ TINHA DITO AO SEU COLEGA PARA ME TRATAREM COMO OLHO MORTO! BOLAS! NÃO SOU NENHUM CANGALHEIRO!
-Pronto! Pronto! Desculpe, ai! Veja lá se se ofendeu...
Ofender-me, eu! Para uma pessoa que há um minuto estava a gaguejar de medo, agora está a habilitar-se à sorte grande.
-Homem, não estou com pachorra para aturá-lo. Portanto responda-me! COMO É QUE VAI ISTO?
-É assim, sr Olho Morto, recebemos uma chamada da empregada do Rui ontem, por volta da uma e meia da manhã, a explicar o sucedido. Eu e o meu colega chegámos cá cerca de 20 minutos depois. A vítima não foi esfaqueada nem lhe deram um tiro, pois não há indícios disso. Há bocadinho recebi um SMS do nosso departamento de autópsias e disseram que a vítima tinha ingerido uma substãncia que, ao ser engolida, faz com que o sistema circulatório da pessoa que ingeriu tal substância pare, fazendo com que a pessoa morra. Disseram que a substância está contida num pó, portanto alguém deve ter posto este veneno na comida ou na bebida do Rui Sousa. Só que ainda não começámos a interrogar os suspeitos.
-E quantos são? - perguntei. Finalmente eu estava a ter as informações que eu queria!
-São 19 suspeitos.
-Comigo e com o Rui dá um total de 21. Então foi mesmo a turma toda da primária ao jantar excepto eu! E já agora, porque é que eu não sou também suspeito? Também podia ter sido eu!
Queria agora chatear o polícia, e testar também a ver o que ele dizia.
-O Sr Olho Morto não é suspeito porque nós sabemos o que andou a fazer à hora do crime.
-E o que é que eu estava a fazer, então, hmm? Diz-me lá...
-Você estava com o seu chefe. Estavam os dois, mais o seu ajudante Finório, a assistirem à repetição de um jogo do Benfica na SporTV. Foi o seu chefe que me contou.
Chiça, afinal tinha-me enganado! O polícia sabia mais do que eu imaginava. Não era só uma pessoa que mudava de temperamento muito facilmente, mas também um absorvente de informação!

Mas agora eu tinha era de pensar no caso que tinha pela frente...

Continua...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ai que vontade que eu estava a ter de vir cá escrever mais umas idiossincrasias!

Ah pois é.

E até podem dizer que eu estou a fazer-vos um favor em vir aqui escrever estas linhas.

Deu-me cá uma trabalheira abrir o blogger e escrever isto! Uiii se não deu!

(mas agora não estou a ser sarcástico. É que o computador hoje está lentinho...)

E o que é que eu estou a fazer?

Um trabalhinhozito.

De Área de Projecto.

Sobre a comédia em Portugal.

Já devem ter reparado que eu gosto muito de escrever as frases assim...

E, continuando, o trabalho está a ficar muita grande!

E não sei se vou conseguir fazê-lo todo.

Ai Jesus que lá vou eu (frase + estúpida de sempre no blog).

E pronto. Vim só cá dizer isto.

Mas se estiverem a dormir não venham a correr ver isto.

Continuem a sonhar. Sabe bem.

Principalmente se estiverem a sonhar com...

Boa Noite.

Pronto!

Vão-se lá embora!

Estão à espera do quê?

Da morte da bezerra?

Vão-se lá deitar, seus tardios!

VÁ LÁ! DEIXEM PESSOAS (in)DECENTES COMO EU TRABALHAREM!

terça-feira, 16 de março de 2010

Everybody hurts

Grande canção, com uma boa letra e boa estrutura melódica, e para mim, é a melhor música dos R.E.M.
Deixo-vos o videoclip.

Rui Responde n.º4

E eis que finalmente, esta rubrica ressuscitou. Esta rubrica consiste em eu responder a perguntas vossas, que me podem enviar para a caixa de comentários do blog ou para ruialvesdesousa@hotmail.com, com mais 3 perguntas.


Pergunta n.º 10

O que farias se fosses invisível?

Sara

Olha, Sara, eu se calhar até já sou uma pessoa invisível. Aliás, muitos de nós são "pessoas invisíveis", como dizia o Will Eisner, um escritor. Eu sou daquelas pessoas que quer passar despercebida de toda a gente, que gosta de estar sozinha, ter o seu espaçozito, etc. Sou uma pessoa invisível porque me quero muitas vezes pôr à parte de toda a gente. Portanto, se calhar, se eu fosse invisível era a mesma coisa como visível.



Pergunta n.º 11

Qual o filme que falta fazer para revolucionar o Cinema?

João Centeno

Eu acho que não há um só filme que falta fazer para se revolucionar o cinema. Acho que há falta de uma grande variedade de filmes.
Filmes que fazem falta são filmes portugueses bons.
Esses sim é que fazem falta.

Pergunta n.º 12

O que achas da 'd.p.c.' (depressão pós-concerto)?

Inês Rebelo

Eu acho que não posso dizer grandes coisas sobre este assunto, porque é muito raro eu ir a concertos, mas de todas as vezes que fui a um concerto não sofri nenhuma depressão. Já sofri foi depressão pré-concerto, quando por vezes sou obrigado a ir ver concertos de pessoas que eu não gosto, do tipo electrónica, gótico, etc. Depois desses concertos, eu sofro é de alegria pós-concerto. Mesmo.

E foi mais uma edição do Rui Responde!

Fora da sala

É verdade.

Notícia de última hora!

Ai jesus! Caia o céu e a Trindade!

Eu fui expulso da sala.

Mas foi uma expulsão breve, só durou 2 minutos e depois voltei para dentro.

Ainda nem percebi porque é que eu fui expulso da sala, mas pronto. Eu até gostei, sabem?

Enquanto aqueles dois minutos passavam, senti-me outra pessoa.

A sério. Não sei porquê, senti-me um passarinho livre, que tinha breves minutos da sua vida para espairar por aí...

E assim foi. Dei um passeiozito pequenino pelo campo da escola, e foi até agradável. Até parecia que não estava ninguém na escola. Só eu.

E foi um pensamento poético um tanto ou quanto azedo de Rui Sousa.

Boas festas (é para antecipar uns mesezitos, que é para ficar já despachado).

domingo, 14 de março de 2010

Uma poll...

E, como devem ter reparado, está aí agora uma nova poll.

E porquê?

Ora, houve sempre muitas pessoas que me foram dizendo, ao longo dos anos, que eu era parecido com certas personalidades, portuguesas e não só.

Era muito regular dizerem-me que eu era parecido com o Nuno Markl, ou com o Nilton, mas recentemente, houve pessoas que me têm dito que eu sou parecido com o Zé Diogo Quintela, dos Gato Fedorento, outras pessoas disseram que eu era parecido com o George Harrison, dos Beatles e outras pessoas, duas delas que costumam ler estas linhas, disseram que eu era parecido... com o Dev Patel (Do "Quem Quer Ser Bilionário?").
Acho que esta última parecença é a mais ridícula de todas as que já me fizeram até hoje, mas pronto, se há pessoas que acham...

E para acabar com esta dúvida de uma vez por todas, decidi criar esta poll, para vocês escolherem de qual das 5 personalidades eu sou mais parecido, ou então a 6.ª opção que é se vocês acharem que eu sou parecido com outra pessoa que não está nesta lista.

Portanto, TOCA A VOTAR! Se faz favorzinho...

É para isso que servem os amigos!

Grande música, cantada por 4 grandes artistas: Stevie Wonder, Dionne Warwick, Gladys Knight e Elton John.

Vale a pena ouvir.

Dione Warwick, Elton John, Gladys Knight and Stevie Wonder - That's What Friends Are For .mp3
Found at bee mp3 search engine

Vende-se...


Os míticos estúdios da Abbey Road, imortalizados pelos Beatles no álbum de 1969 com o mesmo nome, estão à venda.

De acordo com o site Allmusic.com, os estúdios foram colocados no mercado de venda de imóveis para ajudar a abater o enorme empréstimo que a editora EMI contraiu junto do Citigroup. A etiqueta britânica espera conseguir cerca de 8 milhões de euros com o negócio.


Além da mítica relação com os Beatles, os Abbey Road Studios receberam as gravações de álbuns como "The Shadows" de Cliff Richards e dos Shadows, "The Dark Side of the Moon" dos Pink Floyd, "Notorious" dos Duran Duran e "The Bends" dos Radiohead.


Fonte: M80


Espero que, quem comprar o estúdio, o use com boas intenções, e não o transforme num prédio de 34 andares! Pelo menos quem comprar os estúdios Abbey Road que faça deles um museu. Até era uma ideia interessante. Que acham?

sábado, 13 de março de 2010

Um vídeo bem castiço

Um vídeo que eu fiz em homenagem ao blog. Lembram-se do post que eu fiz sobre os Teletubbies (Coisas que me irritam n.º 12)? E qual seria a reacção do Hitler ao saber deste post? Pois, pois... eheheh...
video

Teleconfissões

LOL
Vejam que isto vale a pena.
Confissões por telefone!

Coisas que me irritam (n.º12) - Os teletubbies

Agora é que estive aqui a pensar, eu poderia ter baptizado o blog de «Coisas que me irritam», ou então «O blog que me irrita», mas agora já é muito tarde, e não vou mudar o nome do blog pela terceira vez!

Aiaiaiai, os Teletubbies.

Lala, Po, Dipsy-Dipsy e Tinky Winky, eram os nomes destes quatro... coisos.
E eles eram os protagonistas de uma famosa série da BBC de mesmo nome que passou por cá na SIC, mas que na minha opinião, e na de muita gente, era muito mas muito, e talvez a mais, ridícula.

É porque toda a panóplia de situações e histórias daquela série parecia retirado do quotidiano do hospital Júlio de Matos, e isto sem fazer ofensa a ninguém e sem querer causar polémica. Mas que é que querem? É que aqueles teletubbies não davam uma para a caixa.
Brincavam com aspiradores, falavam com trotinetes, e viviam num mundo de... fantasia e cor.
E os nomes deles, meus amigos e amigas! OS NOMES MAIS RIDÍCULOS DOS 4 ETZINHOS!

E um dos teletubbies gerou uma polémica, como podem ver aí em baixo (thanks a lot wikipedia)
O programa foi no centro de uma controvérsia quando americano e clérigo conservador comentarista de Jerry Falwell, em 1999, alegou que Tinky Winky, um dos Teletubbies, era homossexual. Falwell baseou esta conclusão na cor roxa do personagem e sua antena triangular, ambas na cor roxa e o triângulo são por vezes usados como símbolos do movimento do Gay Pride


Pois, mas também para se chamar Tinky Winky, também não era por coisa boa...

Eu, se querem saber, nunca gostei desta sériezeca, quando era pequenino. Achava-a estúpida (e já era esperto com 4 anos, hem?), e sempre que fazia zapping (não muito grande, pois só tenho 4 canais), e se tivesse a dar isso na SIC puf! Desligava a televisão e afastava-me dela durante algum tempo a ver o que acontecia. Estava a ver se a televisão aguentava com tanta parvoíce junta numa série de TV, e se não aguentasse, via se ela explodia.

OK, OK, nessa altura eu não era assim. Só não gostava daquilo. Pronto.

Mas se calhar, hoje em dia, era capaz de fazer isso. Montava era uma barricada à volta da televisão para não levar com pedaços dela se explodisse.

Ai, como ainda sou ingénuo...

Com quase 15 anos, meu Deus! Ainda sou muito ingénuo!

sexta-feira, 12 de março de 2010

3 bons filmes, para verem um dia quando não tiverem assim nada de importante para fazer...

Deixo-vos aqui 3 pequenas críticas minhas a 3 grandes filmes que vi e gostei e recomendo a toda a gente.

Porque este blog não é só macacadas, hem?! Também há espaço para a cultura!

-Kramer contra Kramer
Um espectacular filme, muito bom, mesmo. Desde a interpretação dos actores, à magnífica história. Este filme conta a história de Ted Kramer um homem para quem a profissão está à frente da família. Um dia, Joanna, a sua mulher, não podendo aguentar mais essa situação, decide deixá-lo.
Agora, Ted, vai ter de enfrentar sozinho não só as tarefas domésticas, como a educação do seu filho Billy.
Quando Ted está a começar a aprender a ajustar-se às suas novas responsabilidades, Joanna reaparece, querendo o filho de volta.
Todavia, Ted recusa-se a entregar o filho à mãe e os dois vão para tribunal lutando pela custódia do filho.
Este filme foi vencedor em 1979, de cinco Óscares da Academia,incluindo o de melhor filme, melhor actor(Dustin Hoffmann), melhor actriz secundária (Meryl Streep), melhor realização (Robert Benton) e melhor argumento adaptado(Robert Benton).
Vale a pena ver, pois há poucos filmes como este, acreditem!



-I am Sam
Este filme conta a história de Sam, brilhantemente interpretado por Sean Penn, um homem que é deficiente mental. Um dia, quando a sua filha dá a luz, a progenitora decide abandoná-lo, e Sam tem de cuidar da sua filha sozinho, e dá-lhe o nome de Lucy, por causa da música dos Beatles.
Mas quando Lucy completa sete anos e ultrapassa intelectualmente o pai, a sua relação é ameaçada quando a situação deles chega ao conhecimento de uma assistente social, que quer que Lucy seja entregue para adopção.
Confrontado com este problema, Sam trava então uma luta na justiça, para conseguir a custódia da sua filha. A ajuda encontra-a numa conceituada advogada que vai fazer tudo por tudo para ajudar este homem, que só deseja ser feliz.
É de realçar, mais uma vez, a interpretação de Sean Penn, que, quando eu vi o filme, até me fez pena, porque ele interpreta a personagem de uma forma tão real!



-Mystic River
Jimmy, Dave e Sean, são três amigos que passaram juntos a sua adolescência, num bairro operário de Boston e que se afastaram por uma terrível tragédia. Anos mais tarde, reencontram-se após a morte da filha de Jimmy. Dave está entre os suspeitos. E Sean, agora um polícia, tenta desvendar o crime antes que Jimmy decida fazer justiça pelas suas próprias mãos.
Este filme, que conta com Sean Penn (desta vez no papel de um homem «mau», Jimmy) e Tim Robbins (que faz muito bem o papel de uma pessoa com traumas), é realizado por Clint Eastwood, um realizador de Ouro, na minha opinião, e que, talvez, se vocês um dia virem este filme, ele não vai ter o final que vocês pensavam que iria ter.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A minha visita à Futurália, ou Como passar duas horas em dois pavilhões a recolher o máximo de bugigangas que estiverem ao nosso alcance...

E foi assim.



Das 10:15 às 12:15, na FIL, na Futurália, que é, vamos lá a ver, uma espécie de feira das profissões, com vários stands, onde está lá tudo o que se pode ser, mas que, no meu caso, não encontrei nada de que me interessasse.



Nada.

Nadinha.

Nicles.

Zero.

A sério! Mesmo NADA DE NADA!



Eu até pensei que até ia gostar dos stands da multimédia, porque é o que eu gosto, ou o stand das letras, mas esses stands eram os que não tinham nada!



Mas havia outra coisa que me interessava. Não era os stands em si, mas as... ofertas, que eles davam.



Portanto, andei numa aventura, durante duas horas, a recolher o máximo de porcaria possível para levar para casa.

Papéis, canetas, porta-chaves, pulseiras, e todo o tipo de mercadoria disponível para ser sugada pelas minhas mãos....

ahahahah!

Foi uma grande expedição, sem dúvida. Parecia mesmo ao estilo do Indiana Jones, mas sem o chicote. E o chapéu. E a música, também. E os vilões, pronto. OK, OK, a única coisa naquilo tudo que se assemelhava aos filmes do Indy era o sentido de... aventura (eu sei que isto é um bocado parvo mas achei por bem escrever isto!)



Mas naquela feirazita das profissões havia um inconveniente.

A mistura de odores e um ambiente abafado deixou-me um bocado abananado (até a escrever isto ainda estou um bocado abananado!)

Em resumo, não gostei daquilo. Pronto.


Mas consegui trazer muito material...

Já dá para ganhar uns euritos na feira do Relógio...



Quer dizer... Feira do Relógio? Eu não disse nada! Quem é que falou na Feira do Relógio? Eu é que não fui...

Hoje, estou...

Cansado.

Estourado.

Estafado.

E empanturrado.

4 adjectivos que caracterizam o meu dia de hoje (embora o último não tenha muito a ver com os outros adjectivos mas TAMBÉM fez parte do meu dia porque comi muito na escola, é certo.)

E vim cá ao blog só dizer isto. E pronto.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Olha! Não me digas que é mais uma rubrica nova!

Esta nova rubrica, que muito singularmente se chama «Agora escolham o que o Rui deve ler, ver ou ouvir, porque ele já está cansado de ser ele a escolher o que deve ler, ver e ouvir».
Mandem-me as vossas sugestões de livros, discos, filmes ou programas de TV para a caixa de comentários ou para ruialvesdesousa@hotmail.com

Se eu gostar das vossas sugestões, e tiver lido, ouvido ou visto algo que vocês me tenham aconselhado, eu vou fazer um post no blog a fazer a minha crítica sobre o que li, ouvi ou vi.

Portanto, ide mandar as vossas sugestões! A CORRER!

Coisas que me irritam (n.º 11) - a minha antiga (e primeira) escola

Este é um daqueles temas que, obrigatoriamente, tinha que entrar nas «Coisas que me irritam».

Era obrigatório que entrasse, mesmo!

Mas começando, então...

Ai, a minha antiga escola! Aquela escolazita (que é um colégio), é uma das muitas coisas que me atormentam a cabecinha.

Para já, uma coisa que não gostava nada naquela escola era a farda. Sim, meus caros e minhas caras, eu usava farda, e achava estranho (é claro que não devo ser o único que pense assim, mas pronto). Parecia que nós, os alunos, pertenciamos à juventude hitleriana (ou à Mocidade Portuguesa), todos vestidos de igual. E quem não viesse de farda, se tivesse esquecido ou outra coisa parecida, parecia que era a peça estragada de todo o conjunto. Desculpem lá, mas é que usar-se farda fez-me sempre imensa confusão.

Outra coisa que não gosto nada naquela escola, é por se dizer uma escola inglesa, que ai nós celebramos todos os feriados ingleses e não sei quê, mas e inglês? Ensinam inglês? Talvez, mas pouco. Enquanto que eu, para falar inglês, sou um nabo, para traduzir, até consigo. Ou seja, só me ensinaram a compreender o que os outros dizem em inglês, sem que eu mesmo me consiga entender em inglês!
Enquanto que a minha Mãe pensa que, lá por eu ter andado numa escola inglesa, devia ser um barra a inglês, eu acho que, se tivesse pensado duas vezes, preferiria ter ido para uma escola onde nem sabem o que o inglês é, que se calhar aprenderia mais de inglês aí do que na «Queen Elizabeth's School».

Mas o mal já está feito...

Ou aliás, já foi feito desde o primeiro ao quarto ano...

Mais uma reflexão com garantia de qualidade Rui Sousa.

terça-feira, 9 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º 10) - Este blog

Desculpem lá, mas tinha que ser.

Este post tinha de ser publicado, mais cedo ou mais tarde!

Este blog irrita-me!

E pronto!

Quem é que é capaz de escrever tantas parvoíces, histórias sem sentido num blog, e diverte-se a chatear pessoas no MSN para virem vê-lo?
Quem, meus caros, QUEM é que é parvo o suficiente para dizer tudo o que pensa em posts ridículos que acabam sempre de maneira estúpida e desconcertante?

Ah, pois, esse QUEM sou eu,

Mas já viram o ridículo que é eu estar a dizer mal do meu blog, meus amigos e amigas, dizer mal do meu blog, aqui no MEU blog?

Que eu seja ceguinho, porque ou eu estou maluquinho, ou não durmo o suficiente...

Ah, não, esqueçam, eu não tomei foi a dose, hoje.

Tinha-a deixado em cima da mesa de cabeceira para não me esquecer, mas pronto! Esqueço-me sempre!

E agora, estou a escrever esta treta.

Bom, é melhor pôr aqui uma palavra que acho que nunca escrevi no blog

FIM do post


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(Peço desculpa, mas hoje como estou sem inspiração para escrever coisas, resolvi escrever esta tretazinha e dizer mal de mim mais uma vez. Mas a vida tem destas coisas...)

Um prémio merecido...

Michael J. Fox, o conhecido actor da trilogia «Regresso ao futuro», ganhou o prémio Honoris Causa, pela sua Fundação (com o seu nome), que tem estudado se há possíveis tratamentos e curas de Parkinson.
É preciso dizer que ele sofre de Parkinson, e agora está numa luta para conseguir travar a doença.

Acho isto notável, e uma notícia digna de entrar num post do blog, porque o Michael J. Fox tem sido imparável neste grande trabalho que está a ter de tentar encontrar a cura da doença de Parkinson, e também porque ele é um grande ser-humano, e claro, na minha opinião, um grande actor!
Vejam a notícia aqui

segunda-feira, 8 de março de 2010

A minha opinião quanto aos Óscares...

Eu não quero dizer grande coisa, só quero dizer que TOMA LÁ Ó AVATAR QUE SÓ GANHASTE 3 ÓSCARES! TOMA TOMA TOMA! NANANANANA!

E quem é que ganhou o óscar para melhor realização? A ex-mulher do James Cameron (realizadora de «Estado de Guerra», que ganhou o prémio de melhor filme)

Não é irónico?

Mas ainda bem que o Avatar só ganhou 2 óscares (ou foram 3? Nem sei...), porque é um filme que só é bom porque tem muitos efeitos especiais e coiso e tal...

E a noite dos óscares fez-me convencer a ver o «Estado de guerra». Vou ver se consigo vê-lo, pois se ganhou 6 óscares, é porque é coisa boa...

Novo single de Paul McCartney.

Através da newsletter dos Beatles, pude saber que o Paul McCartney lançou uma nova música, para um filme com o Robert de Niro e a Drew Barrymore.

A música chama-se «(I want to) come home», e até é boazinha.
Deixo-vos aqui a letra, e a música:

For so long
I was out in the cold
And I taught myself to believe
Every story I told
It was fun hanging onto the moon
Heading into the sun
But it's been too long
Now I want to come home

Came so close
To the edge of defeat
But I made my way in the shade
Keeping out of the heat
It was fun shooting out of the stars
Looking into the sun
But it's been too long
Now I want to come home

Home where there's nothing but sweet surrender
To the memories from afar
Home to the place
Where the truth lies waiting
We remember who we are

For too long
I was out on my own
Every day I spent trying to prove
I could make it alone
It was fun hanging onto the moon
Heading into the sun
But it's been too long
Now I want to come home

For so long
I was out in the cold
But I taught myself to believe
Every story I told
It was fun hanging on to the moon
Heading into the sun
But its been too long
Now I want to come home
Yeah it's been too long
Now I want to come home
Been too long
Now I want to come home.

domingo, 7 de março de 2010

Mais vídeos Bombay TV!

Mais uns vídeos feitos no Bombay TV, em que o objectivo é legendarem vídeos retirados de filmes parvos de Bollywood.

Este é muito peculiar, mas vejam primeiro e tirem as vossas conclusões depois...
<a href="http://www.grapheine.com" title=charte graphique web>flash creation</a>

Outro vídeo, desta vez a homenagear uma pessoa que me homenageou legendando um vídeo destes. E agora, eu retribuo-lhe o favor...
<a href="http://www.grapheine.com" title=agence de communication 360&#176;>agence creation web</a>

Este é o vídeo mais parvo que eu já legendei. Notem na voz ridícula da primeira personagem, e depois, notem na falta de inspiração que eu tive para criar as legendas, que não têm piada nenhuma, e fazem as pessoas dormir...
<a href="http://www.grapheine.com" title=agence de pub lyon>creation graphique communication</a>

Este é ainda mais parvo que o outro, e foi feito sem grande inspiração.
<a href="http://www.grapheine.com" title=agence de communication web>conception carte electronique</a>

Coisas que me irritam (n.º9) - Os noivos

E hoje, nas coisas que me irritam, um tema pouco casual nesta rubrica: o matrimónio.

Eu acho que o casamento é uma coisa perigosa, é um passo decisivo, e acho que os noivos não são de fiar, porque eles são muito delicodoces, são muito atenciosos, são ... «Ai! É tudo assim». Casam-se e a coisa complica-se um bocadinho.

Por exemplo, quando são noivos, vão passear no Inverno, de mão dada, trocam frases românticas, falam da Lua, e de repente aparece uma poça de água e ele diz «O meu amorzinho não vai pôr os pés na poça que eu não deixo! Vá, eu vou ajudar! 1, 2, e... Hop! Já passou!».

Casam-se... e ele diz: «Pronto, já pôs a pata na poça! Raios a parta!»

Outro exemplo: Quando são noivos, ele diz «De quem é esse sinalzinho que tens no teu nariz?», e diz ela «É teu.». Ele diz «Deixa-me dar um beijinho no teu sinalzinho» e diz ela «Não deixo». E diz ele «Deixa-me dar um beijinho no teu sinalzinho» e diz ela «Não deixo», e diz ele «Dá-me o teu sinalzinho...», e diz ela «Não dou!». Casam-se e ele diz «Olha, tu vê se te chegas para lá com essa verruga!».

Mas elas, às vezes, vingam-se!

Exemplificando, um tipo namorava uma rapariga e ela arfava, arfava quando namorava com ele, arfava! Só depois de casado é que ele descobriu que aquilo era asma...


É por isso que eu digo, os noivos não são de fiar!!!

Mesmo que eu, um dia, seja um, talvez...

Acho que nunca irei ser noivo, mas nunca se pode pôr de parte essa hipótese...



__________________________________________________________



Este foi o post mais ridículo e estúpido de sempre, mas estou feliz com a obra feita!

Um vídeo Bombay TV em minha homenagem...

Depois de ter usado o Bombay TV, a Lorena também o quis fazer, e legendou um vídeo em minha singela homenagem e também a homenagear o facto de ela ser uma das únicas leitoras assíduas deste blog(Ou então, eu pressiono-a para o vir ler. Mas pronto.). E também o facto do blog não ter piada nenhuma.


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sábado, 6 de março de 2010

5 vídeos indianos...

Cinco vídeos retirados de filmes de Bollywood, mas com legendas minhas. Usei o site Bombay TV.

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Se quiserem fazer o vosso, visitem este site.

Seinfeld, num (não muito) esperado regresso...

Jerry Seinfeld, o popular comediante que criou uma das sitcoms de maior sucesso nos anos 90, está de regresso à TV como produtor de um reality show chamado «Marriage Ref», que, segundo o nome, fala sobre casamentos.

Mas Seinfeld, como diz o Nuno Markl no seu blog, não precisava de fazer mais nenhum programa de televisão na vida: primeiro, porque fez uma sitcom tão revolucionária, definitiva e tão eternamente actual em todo o seu dissecar das pequenas coisas da vida, que poderá ser vista daqui a 100 anos e ter a mesma graça e impacto que teve quando estreou nos anos 90. Depois porque... bem, porque é multimilionário, continuará a ser e assegurará que os seus herdeiros continuarão a ser - basta a série Seinfeld existir e continuar a passar em canais de televisão pelo mundo fora e a vender DVDs.

E, no primeiro episódio do concurso, as audiências nem foram assim por aí além e os críticos andaram a dar tantas "facadas" no programa, que acho que se calhar era melhor Seinfeld ter ficado no seu poiso.

Mas há duas coisas boas neste reality-show: primeiro, o facto de só durar 22 minutos, enquanto que cá em Portugal duram duas horas, e também por ter convidados famosos (na segunda emissão vão estar Tina Fey, da série «30 Rock», Madonna e Larry David, guionista da série «Seinfeld»), que se calhar vão fazer-me ver o programa uma vez ou outra...

E se calhar, o programa nem é assim tão mau como os críticos o pintam, aliás, como diz também o Nuno Markl, se esses críticos vissem as porcarias que por cá se fazem, talvez considerassem o «Marriage Ref» um grande programa.
Mas vamos a ver, vamos a ver.

sexta-feira, 5 de março de 2010

A tão (pouco) esperada 2.ª parte da saga do detective...

Lembram-se da primeira parte desta saga, que postei aqui no blog? Se não se lembram, não se querem lembrar ou nunca ouviram falar disto e só estão a ver este blog porque «pois, disseram-me que o Rui andava a ver se se curava da maluquice escrevendo neste blog, coitado, e eu estou a visitá-lo para satisfazer-lhe a vontade de ser lido...» (já começamos com as parvoíces outra vez...), podem sempre lê-la aqui.

E agora, sem mais devaneios, passemos à 2.ª parte desta história:

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 2

Quando cheguei à entrada do escritório, tive uma grande surpresa. Pensara que poderia estar à porta um bombeiro, um cobrador, um homem que faz publicidade porta-a-porta, e até mesmo um canalizador, mas afinal, não era ninguém de quem eu já tinha espectativa que fosse.

-Miguel Antunes! Há quanto tempo que não te via!
-Nelo Dias! Olá, pá!

Como qualquer português que se preze, cumprimentámo-nos por meio de um aperto de mãos, vulgarmente chamado de «Bacalhau», e um abraço, pois já não o via há muito tempo, e é preciso dizer que ele foi meu colega de escola do 1.º ao 4.º ano, e foi um grande amigo meu.

-Olha, Nelo, sabes porque é que eu estou aqui?
-Francamente, Antunes, não me vem à cabeça nenhum motivo para que estejas aqui! Explica-me! Passa-se alguma coisa?

(ah, e é preciso dizer que eu tenho a mania de tratar os meus amigos pelo apelido...)

-Não leste os jornais de hoje? - perguntou-me ele, com um ar já mais sério.
-Não tive tempo, pá. Hoje... hã... acordei mais tarde e vim a correr para o escritório.
-Então não sabes da notícia... - disse, com um ar ainda mais preocupado.
-Qual notícia? Qual notícia? Que se passou, Miguel?
-Lembras-te do Rui? O Rui Sousa?
-Sim, claro que me lembro! Nem era assim grande amigo dele. O que é que se passou com ele?
-Ele... morreu.
Fiquei em estado de choque. O Rui Sousa, morrer?
-Mas ele morreu de quê? - perguntei.
-Ele... foi assassinado.
-Mas como?! Que é que se passou?
-Calma, Nelo! Calma! Lembras-te daquele jantar dos ex-alunos da nossa turma, que o Rui estava a preparar?
-Hã? Ah, já sei, ele tinha-me telefonado há dois dias, mas eu disse que não podia ir. Foi ontem, não foi?
-Pois, e foi aí que ele morreu.

Nesse momento, eu pensava: «Mas porque é que ELE haveria de ser assassinado? Porquê?»
É preciso referir que o Rui era uma pessoa respeitável, não era pessoa de se meter em sarilhos, e era um escritorzeco, se não me engano. Por isso, é que eu não conseguia entender porque é que ELE haveria de ser assassinado.
-E eu fui o único que faltou a esse jantar?
-Sim, foste. Vim cá porque ele deu isto a todos os convidados, e tinha um para ti, mas como não estavas lá, eu responsabilizei-me e vim cá dar-te isto, só que quando a festa acabou, ele morreu. Morreu na altura exacta em que toda a gente ia voltar para casa!

O Miguel entregou-me, nesse momento, a dita coisa que o Rui tinha entregue a todos os convidados. Era um envelope. Não o abri naquela altura porque tinha chegado naquele momento o meu patrão, o chefe do escritório, o Inspector Navalhas (ele chama-se assim de apelido, e porque também, na realidade, ele até é um pouco sensível a sangue...)

-Olho Morto, quando acabar dirija-se ao meu gabinete.

Despedi-me do Miguel, disse-lhe que «Pois, coitado, não é? Mas gostava de saber quem é que quereria matar um homem que tinha umas ideias um bocado malucas e escrevia coisas um bocado extravagantes.». tendo ele concordado comigo.

Depois disto, dirigi-me ao «quartinho» do Inspector Navalhas. Bati à porta

-Entre, Olho Morto - Respondeu - Entre e sente-se. Não vou estar com devaneios, e vou directo ao assunto: tenho um caso para si.

Agradeci, mesmo um pouco contrariado, porque não me apetecia. Mas pronto, é o meu trabalho!

-E é um caso fresquinho, ocorreu ontem à noite.

Aí, eu fiquei espantado. Será que seria coincidência?

-Você vai investigar o assassínio do...

-...Rui Sousa? - perguntei-lhe, completando a frase.

-Cruzes canhoto! Como é que você sabe?
-Bom - disse-lhe - aquela pessoa que estava lá fora informou-me desse caso, e eu e essa pessoa fomos colegas dele na primária. E por acaso até estou interessado nesse caso.
-Então, olhe, ainda melhor assim! Vá já ao local.

Ele deu-me um papel com a morada do local do crime.

Finalmente, um caso interessante!

continua...

Paródia ao Farmville!

Epá, uma paródia a um jogo muito idiota...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º8) - A Matemática

Se há disciplina que me irrita, mas IRRITA daquele tipo de irritar muito irritante, é a Matemática.

OK, OK, OK. Talvez alguns de vocês estejam em desacordo comigo, e outros não. Mas as verdades são para ser ditas!

Mas pensem lá, vá. Pensem comigo.

Eu sei que há certas coisas na Matemática que são necessárias na nossa vida e não-sei-quê e tal, mas há outras coisas que não são precisas, como as equações! Para que é que elas servem? Ai. eu vou ao supermercado e para saber o preço dos feijões tenho de resolver a equação x= 34-6x -67.
For god's sake!

E quem é que inventou estas coisas? Quem? Ah, foram certas pessoazinhas, que para se dizerem muito sabedoras, inventaram equaçõezinhas para dar cabo da vida dos alunos, como eu!

Se eu fosse rei do Universo e isso tudo, a Matemática só serviria para aprender a fazer contas, e só depois os taradinhos da Matemática (peço desculpa pela expressão usada às pessoas que o são, na verdade), entreter-se-iam com as suas equaçõezinhas e problemas matemáticos do outro mundo!

E depois, irrita-me imenso quando eu não estou a perceber nada da matéria, há sempre aqueles dois ou três chico-espertos que dizem «Stôra, quem já acabou o que é que faz?», que é como quem diz «Stôra, dê-me mais trabalho para fazer para eu me tornar numa máquina de Matemática para absorver tanta matéria que eu consiga até o meu cérebro rebentar!»

...

Acho que me ando a exceder um bocadinho, mas pronto.
As verdades têm de ser ditas...

Não sei se isto é apropriado, ou aliás, não tem nada a ver com tudo o que está escrito neste post, mas é uma maneira boa de acabar um post e cá vai:

Façam favor de ser felizes!

(final pieguinhas num post a dizer mal da matemática... já estou a perder o sentido das coisas...)

Porque é que eu tenho uma obsessão pela música «Bridge over troubled water», da dupla Simon and Garfunkel...

Epá, sabem porque é que eu adoro esta música, mas sabem porquê, mas querem saber?

Ah, não querem? Então, vou-me já embora.

Adeus.

...
...
...


Estava a brincar! Afinal, o blog é meu, e eu faço dele o que eu quiser!

Mas o que é que estávamos a falar?

Ah, já sei.

Era da minha obsessão pela música «Bridge over troubled water».

Bom, eu ADORO esta música, como alguns de vocês já devem saber.

E porquê?

Ora, primeiro, deixo aqui a letra da música. Se a quiserem ouvir, passem por aqui.

When you're weary
Feeling small
When tears are in your eyes
I will dry them all

I'm on your side
When times get rough
And friends just can't be found
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Like a bridge over troubled water
I will lay me down

When you're down and out
When you're on the street
When evening falls so hard
I will comfort you

I'll take your part
When darkness comes
And pain is all around
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Like a bridge over troubled water
I will lay me down

Sail on Silver Girl,
Sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way

See how they shine
If you need a friend
I'm sailing right behind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind


Adoro esta música, porque fala da amizade, e também fala um pouco das pessoas que estão um bocado perdidas, que é o meu caso.

Esta música costuma fazer-me companhia quando estou a pensar em certas coisas. Mas é uma canção que, quando quero, ouço-a e pronto.

Eu sei que há pessoas com gostos diferentes do meu, e outros que dizem que não gostam desta canção, mas acho que toda a gente deveria ouvir, porque é uma canção com «alma», como costumo dizer.

E pronto, toda a gente deveria ouvir!

A minha vida dava um filme da Disney, misturado com um filme do Manoel de Oliveira e outro do Ingmar Bergman, ou seja, a minha vida é...

... é uma seca.
De vida.
Mesmo.

É como os filmes da Disney, nas partes mais desgraçadinhas, como por exemplo no Bambi, quando ele perde a Mãe e o Bambi fica a chorar. Aquele choro do Bambi caracteriza a minha vida numa coisa: É uma lástima, que dá vontade de chorar, e daquela maneira!!!

É também como os filmes do Manoel de Oliveira, porque a história nunca avança, fica sempre tudo parado, e pode só aparecer uma árvore durante imenso tempo, porque se calhar o Manoel de Oliveira põe árvores durante imenso tempo nos seus filmes porque talvez elas sejam mais interessantes do que a história dos filmes.

E é também como os filmes do Ingmar Bergman. São desinteressantes, monótonos e cansativos, que é o que eu acho que é a minha vida.

Portanto, se eu fizesse um filme sobre a minha vida, chamar-se ia «O tédio: sofrimento e solidão», teria uma árvore em meia hora de filme, na meia hora seguinte aparecia eu a fazer coisas monótonas, ou a repetir o mesmo dia várias vezes, e nos últimos 30 minutos de filme só chorava.

Era um bom filme para ser visto por cerca de... 10 pessoas. Praí.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Brevemente...

E, finalmente, o esperado «Programa do Mal-Dizer», que foi votado por vocês, leitores do blog, como o melhor título para este meu programa, que vai... mal-dizer. E também vai ter personagens próprias, e sketches, etc, e tudo escrito por mim.

O programa será em formato áudio, e transmitido em podcast, semanalmente, às segundas-feiras, porque, vamos lá a ver, é o dia mais chato da semana, coisa que tem tudo a ver comigo.

E vai ser dividido por temporadas. Esta primeira vai ter 10 episódios, com cerca de 5 a 10 minutos de duração cada.

Ah, e vai estrear dia 3 de Maio!

terça-feira, 2 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º7) - As drogas e essa treta toda

Eu queria só dar aqui a minha opinião sobre este caso, e ser sério, porque isto não tem tanta piada (a não ser que eu fizesse piadas sobre drogados, mas não tenho nenhuma).


Só espero que estas palavras não gerem polémica. Espero bem que não. E muito menos, na minha família (pois, porque há certos parentes meus que vêem cá espreitar o blog, e seria um grande azar se o viessem espreitar hoje...)

Eu acho que as pessoas que se drogam ou fumam, são um bocado cobardes, pois acham que por intermédio de um comprimido ou de um tubinho com ervinhas "especiais" dentro, conseguem «porem-se na maior», além de dizerem que «sabe bué bem». Também a droga pode ser um "refúgio" do mundo quotidiano, mas para quê? Para serem uns cobardes e terem de encarar a sua vida por intermédio destas merdas? (e sim, eu disse um palavrão no blog. Espero sinceramente que a minha família não veja isto, mesmo).
Falo nisto principalmente não para as pessoas mais crescidas que vêem este blog, que podem ter as suas razões, e também porque se calhar, na altura, era hábito fumar, e não se via isso como um mal, mas para os mais novos, que costumam ler isto, e alguns que andam «no vício». Também pode ser, nas camadas mais jovens, porque «ah, ele faz porque é que eu não posso fazer?», ou então porque dá estatuto.
Em resumo, acho que as drogas e etc são uma estupidez, as pessoas estão-se a matar e a viciarem-se cada vez mais.
Eu vim cá falar disto porque havia duas ou três pessoas que me estavam a perguntar porque é que eu desprezo estas coisas. A vossa resposta está neste post que acabaram de ler.
Desculpem lá, certas-pessoas-que-fazem-estes-actos-descritos-neste-post, mas há coisas que têm de ser ditas e pronto. E hoje, vim cá dizer isto. Se tenho o meu blog, devo usá-lo para estas coisas. E garanto-vos, que daqui para a frente, vou começar a abordar coisas a que certas pessoas pensem que eu lhes pus o dedo na ferida. Vão ver. É uma questão de... criatividade e de tempo para vir cá escrever. Porque isto não é só um blog de palhaçadas, também há espaço para outras coisas.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º 6) - A hipocrisia

E desta vez, para o «Coisas que me irritam», não vou pegar num tema que seja caricato ou inofensivo, mas numa coisa mais usual dos nossos tempos.
Quem nunca foi hipócrita na sua vida? Não me venham dizer que nunca foram, pelamordedeus!

Para quem não sabe o que é ser hipócrita, que vá ver ao dicionário, se faz favor. Não vou estar a cansar mais os meus deditos a dar-vos a definição da palavra, e também assim vocês dão uso aos dicionários (ou vão pesquisar na net, mas pronto).

Mas, se no final disto tudo, ainda não sabem o que é a hipocrisia, acho que vão conseguir perceber ao longo que vão lendo este post.

Por exemplo (não quero ofender ninguém, isto são só exemplos!!!), imaginem que quando vocês já fossem casados (como é malta nova que costuma ler o blog, tenho de falar com estes termos), e vocês acabaram de ter um filho, vai uma amiga vossa, já de longa data, e ainda solteira, visitar-vos. Ora, a primeira coisa que ela vai dizer é «Pois, vim cá ver como é que vocês estão», mas na verdade, o que ela estava a pensar era «Pois, eu vim cá ver o vosso filhote e morrer de inveja por vocês terem tido um filho mais cedo do que eu e eu vou ser uma infeliz e vocês são horríveis e um dia eu vou-me suicidar e ninguém vai dar por nada blablabla» (ok, exagerei um bocadinho).

Isto é hipocrisia.

Mas continuem a pensar no caso acima descrito. Quando vocês mostrarem o vosso filho a essa tal amiga, o que é que ela vai dizer? Vai referir-se a uma característica física do bebé com que se pareça com os seus progenitores. Por exemplo «Oh, que fofinho, tem mesmo as feições do rosto do papá e o sorriso da mamã». Mas o que é que estará ela a pensar realmente? «Que puto horrível, vê-se mesmo que tem o focinho horrível do idiota do Pai e a herpes da Mãe!».

Mais um caso de hipocrisia.

Mas, na mesma história, pode haver mais casos de hipocrisia! Para não vos estar a maçar mais com esta história da amiga de família, imaginem a altura de ela ir embora. O que é que ela diz, e de certeza que diz? «Quando é que têm outro, para fazerem um "casalinho"?». Mas o que ela estava realmente a pensar era «Se um bebé incomoda muita gente, dois bebés incomodam muito mais. Isto dos filhos é muito giro quando é com os outros. Ainda bem que sou solteira. E espero que vocês tenham uma data de filhos, até mesmo filhos em série, para sofrerem imensos infortúnios! Ahahahah! Ai esta asma!» (pronto, já estou a exagerar outra vez, mas acho que vocês compreenderam a ideia)

Mas agora passemos a outras situações. Por exemplo, imaginem que, daqui a 10 anos, encontravam a vossa professora de Matemática na rua. O que é que vocês lhe diziam? «Então, stôra, tudo bem? E lá em casa? E continua lá na Escola? Que bom, um dia destes, quando o meu filho já tiver idade, vou lá matriculá-lo. Talvez, com sorte, ele seja seu aluno. Tá bom. Até qualquer dia, stôra». Mas o que será que vocês estariam a pensar? «Aiaiaiaiai... foi aquela stôra, aquela bestazinha, que me chumbou no 9.º ano, e por causa dela hoje em dia trabalho numa empresa de vassouras, porque não consegui arranjar um emprego decente por causa daquele chumbo no exame nacional! Ai aquela cabron...».

E estando agora na temática da escola, mais um caso.
Imaginem que encontram uma (um) namorada (namorado) de infância (é bom ter pessoas de ambos os sexos a ler este blog), e é ela que vem ter com vocês, e fala convosco, blablabla, as conversas do costume. «Então, estás boa (bom)? Tudo bem?», é o que vocês lhe dizem. Mas o que vocês estão a pensar é «Então, estás boa (bom)... para os lados... um pouco alargada (alargado)... CARAÇAS! ESTA BALEIA (não me lembro do masculino de baleia, mas vou arriscar pondo aqui baleio) FOI MINHA (meu) NAMORADA (namorado)!!!»

E um outro caso de hipocrisia também relacionado com a escola.
Imaginem que encontram um antigo colega de escola. Ele é que chama por vocês, e depois vem ter convosco. Fala, fala e blablabla, e vocês dizem-lhe, para se despedirem «Foi bom ver-te outra vez. Até qualquer dia». Mas o que vocês realmente pensam é «Quem é este? Nunca o vi na minha vida. Será que é a minha memória? Não, não, eu estou com a memória a 100%». E depois também podem exagerar, que é o que eu gosto de fazer, e dizer «Estou perdido neste mundo! Tirem-me o cérebro e ponham-me um novo! O meu está a derreter! AAAAAAH!» (pronto, pronto, isto é a exagerar, mas não tem nada a ver com o resto da cena, mas acho que fica bem para terminar este parágrafo. Só isso.)

Terminando este post, um caso de hipocrisia mais directo. Vocês podem pensar que ai e tal eu, Rui Sousa, o gajo que faz isto tudo, é um tipo muito folião e um grande amigalhaço à frente de vocês, e que nas costas, digo mal de toda a gente, que até quando está a dormir sonho comigo a insultar-vos a todos, leitores deste mísero blog.

E acham que é assim?

ACHAM QUE É ASSIM?

HEM??? ACHAM???

...

...

...




Eu não, e presumivelmente vocês também não, porque ninguém me veio exprimir isto. Saiu tudo da minha cabeça (Lembram-se que, no questionário Proust, meti que a coisa que mais gostava de fazer era inventar? Ora porque será?)

E foi mais uma edição das «Coisas que me irritam».

Desculpem tanta parvoíce junta, mas é que quando eu misturo matéria para os testes e escrita, dá-me sempre isto. Desculpem lá qualquer coisinha, tá bom?!

Pronto, agora vou-me deitar que já faz tarde.

Boa noite.

...


...


...



Vá, vão-se embora, seus gatunos! Há pessoas que querem dormir!

Não têm mais nada que fazer? VÃO-SE EMBORA MALANDROS! SE EU FOSSE VOSSO PAI JÁ VOS TINHA DADO DOIS PARES DE TABEFES QUE ERA PARA VER SE IAM AO SÍTIO.

Vá, vão-se embora, a sério.

Pronto. Adeusinho.