quinta-feira, 29 de abril de 2010

A sexta parte do policial...

E, depois de 3 dias sem escrever devido a estar ocupado com coisas de estudos, regresso à escrita blogueira com a 6.ª parte deste policial, que até já tem dado (algo) que falar por aí na internet...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 6

Quando eu entrei no escritório, já um pouco cansado (como é costume... sou uma pessoa que se cansa muito depressa), e me dirigi ao meu compartimentozinho, os nervos subiram-me à cabeça como se eu tivesse um íman para os apanhar a todos (ou lá como é que se diz isso em física.).

Numa chuva de «Mas o que é isto?», «Que raio se passa aqui?», «Que palhaçada é esta?», e «Quem foi a besta que fez isto?», foram as expressões que me saíram da boca ao reparar naquele espectáculo, tudo num tom semelhante ao som emitido pelas mulheres da feira da ladra, mas com voz mais grave e não esganiçada como essas senhoras (pelo menos é essa a minha opinião)...

E vocês devem estar a roerem-se de curiosidade para saberem o que é que afinal terá acontecido para eu ficar fora de mim e de me, digamos, 'soltar' um bocado...

Ora, quando eu abri a porta do meu gabinete, reparei que o meu computador estava ensopado com um líquido que me pareceu leite achocolatado, e já não funcionava. Nem pensei duas vezes. Já sabia quem era o culpado daquilo.

-FINÓRIO! ANDA CÁ SE ÉS HOMEM!

Eu estava cá com uma raiva! Só me apetecia dar-lhe um puxão de orelhas, como se ele tivesse 5 anos (aliás, ele tem quase mentalidade de um miúdo dessa idade, ou menos até...)

Minutos depois, ele apareceu. Dava passinhos curtos, todo curvado, com um ar de pessoa que vai ser fuzilada.

-O...o...ol...olá...che...f...chefe! - gaguejou ele.
-Finório, queria só que me dissesses. MAS QUE PORRA É QUE FIZESTE?
-Ch...ch...e...f...chefe... foi sem querer... eu...u... nã...o...ten...tenho culpa! - Os olhos dele começaram a deitar aquela 'espécie de' água.
-MAS CONTA-ME O QUE FIZESTE CARAÇAS!
-Eu digo!!! Buáááá! Mas não me grite!
-Pronto, pronto - tentei fazer a voz mais doce possível no momento. - Conta-me lá então o que é que se passou.
-Eu estava... eu estava a passar por aqui, e vi que o seu gabinete estava com a porta aberta, e... e estava a beber um leite com chocolate, e... e... quis ir ao computador, e... sem... sem querer... bebi aquilo depressa demais,e engasguei-me e deitei o leite todo para o computador... mas foi sem querer... eu só queria ver as notícias na net e...
-Isso é mentira, Finório! Isso é mentira! Tu estiveste a jogar Pinball no meu computador que eu bem sei!
-Não estive nada...
-Estiveste sim senhor!
-Não estive!
-Vá lá. Confessa, Finório.
-Eu não joguei nada e ponto final! - Foi uma resposta um bocado 'torta', diga-se. Aí eu perdi a cabeça novamente.
-MAU! TU ESTIVESTE A JOGAR A PORCARIA DO PINBALL! EU SEI QUE SIM! PORTANTO, DIZ LÁ QUE SIM QUE EU JÁ ESTOU A FICAR FARTO DISTO!
A quantidade de perdigotos que lhe atirei à cara deve ter sido suficiente. Ele voltou a chorar.
-Sim! Eu estive a jogar Pacman! Buááá! Unhéééé!
-Pronto, pronto, já chega, Finório. - tinha voltado à minha 'voz doce'.
Mas ele continuava a chorar como se tivesse havido um tsunami no seu corpo.

-MAU! VAIS PARAR DE CHORAR OU QUÊ?!

Aí, ele parou de chorar e olhou para mim com um olhar muito parado.

-Olha - disse-lhe - não te preocupes porque este computador é do escritório, já é um bocado antigo e eu não tinha lá nada de importante guardado. Também não compram computadores novos e tenho de usar esta velharia. Felizmente que o meu computador está em casa. Mas pelamordedeus, da próxima vez tem mais cuidado, caramba! Que desajeitado!

-Desculpe, chefe... - Disse ele numa vozinha de criança.

-Agora é melhor usar o meu computador. É melhor vires comigo para não causares mais estragos.

-Eu posso ir consigo, chefe? - Ao perguntar-me isto, os olhos do Finório brilharam.

-Podes não, DEVES ir comigo!

E entrámos os dois no carro, e seguimos para minha casa.

Continua...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vamos agora fazer um breve intervalo mas voltamos já! Não saia do seu lugar!

Esta fatídica frase deve aparecer pelo menos umas 3729101918 vezes em toda a televisão portuguesa.

Ah, os intervalos.

Mas o que eu vos queria falar era da publicidade.

Hoje, há tanta publicidade na televisão que até parece que é um programa de TV!

Um dia chegamos a esta situação:

-Vou ver TV. Vai começar a dar agora o bloco o intervalo do «Preço certo»
-Eh pá! Eu também quero ver! Eu também quero ver! Não posso perder!

ou a esta situação:

-E agora vamos fazer um intervalo no nosso programa de publicidade para apresentarmos as notícias.

E agora, poderia fazer um discurso que infelizmente, o excesso de publicidade implica um brutal aumento de consumo, pois essa publicidade alicia muito facilmente as pessoas que no final ficam inundadas de dívidas...

Mas não. Vou falar de uma coisa parvo e ao mesmo tempo giro, que não tem nada a ver com o que estava atrás.

Vou só dizer que gosto de publicidade.

É uma coisa agradável, acho. Aliás, para uma pessoa que só tem 4 canais... não há grande escolha quando se instala confortalmente no «sófá».

Canequinha com leite (sim. Eu gosto de beber leite. E quem não goste que não critique fachavor!), umas bolachinhas e pronto! Estacionado no meu lugar para uma boa dose de publicidade

Gosto de publicidade que são giros. Que se possa recordar. Para eu daqui a alguns anos poder dizer «Eiii aquele anúncio (risadinha de senhor de 70 anos reumático), que memórias...»

Mas por agora também ainda não me posso dar muito ao luxo de ter essas memórias...

Mas uns anúncios que desprezo são os de perfumes. São sempre parvos. Nunca têm a ver com a marca anunciada.

Mas também sou um consumidor limitado de publicidade. Tenho um certo limite. Só posso consumir até x dose.

É como droga! A sério!

E este foi o meu devaneio do dia, completamente absurdo e descabido.

Obrigado e bom Natal.

Eu sei que é só em Dezembro mas assim fico já despachado.

Vá. Agora desapareçam. 'Tá bom?

domingo, 25 de abril de 2010

Aquele momento que vulgarmente se chama dormir...

Eu adoro dormir.

É uma das minhas perdilecções.

Chega a ser um dos meus passatempos.

Se eu encontrasse alguém que não gostasse de dormir...

Mas é tão bom!

No geral, eu deito-me, fico algum tempo acordado (mais ou menos tempo, dependendo dos dias).

É bom estar na caminha, às escuras, a pensar sobre coisas e tal.

Às vezes chego a ter ideias para posts no blog.

Depois, sem que nada o fizesse prever, vem o João Pestana, e caio no soninho bom.

Se querem que vos diga, todos os meus sonhos são parvos. Mas há sonhos que chegam a ser mais parvos que outros, e de que me permanece a memória deles durante imenso tempo (como este), enquanto que outros caem no esquecimento logo na manhã seguinte. O non-sense predomina nos meus sonhos, aliás porque deve ser dos alucinogénios que ando a tomar (eu disse que faziam efeito!). Mas é agradável.

Eu sou muito preguiçoso. Quer dizer, depende dos dias. Há dias, como hoje, em que acordei às nove (uhu! boa! Ganda campeão!), e outros dias que me levanto à uma da tarde (eiiia pá ganda animal!),e se estiver com uma grande dose de preguiça, e se alguém me vier tentar acordar, é um dilema. Parece que estou colado à cama com uma dose gigante daquela Super cola 3.
Refazendo uma reconstituição (nada histórica), do meu acordar de sexta-feira...

Eram 10 e meia da manhã...

Mãe - Vá lá acorda...
Eu-Já vai... já vai...

Dez vezes depois, e vinte minutos depois...

Mãe - (aos berros) ACORDA DE UMA VEZ POR TODAS QUE JÁ SÃO HORAS!

E eu salto da cama...

...

Mas é bom dormir. Sou um descansodependente. Só fiz uma única directa na minha vida (e muito entediante, acreditem), quando fui a uma visita de estudo onde na minha opinião a caminha era desconfortável e os meus colegas-de-quatro chatos que nem drogados às quatro da manhã na Amadora.

Resumindo: Adoro Dormir.

Ponto final.

Parágrafo (ahahah. desculpem tinha de pôr esta palavra, para pôr uma estupidez final neste post. E não, não há mais nenhum parágrafo. Este post termina AQUI!)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Cartas

Título singular para um post muito singular, mesmo.

Eu adoro ver o correio de minha casa, sempre na esperança de lá encontrar um envelope endereçado para «Rui Alexandre de Júdice Alves de Sousa».

Sou mesmo fã de receber cartas. É agradável. Uma sensação rara de acontecer, mas agradável. Aliás, todas as cartas endereçadas a mim são coisas boas, porque ainda não tenho idade para receber as chamadas «cartas do mal» (contas do gás, da luz, da água, do condomínio, etc.).

Mas receber cartas para mim é, como já referi, um acontecimento raro, muito raro. Mas quando acontece, eu quase rebento de alegria... por dentro. Por fora estou normal. Posso soltar um «Eh pá uma carta para mim? Eu não sabia que era gente. Eheheh...», mas estou normal.

É que, mesmo que os emails sejam agora o correio do futuro, tiram toda a emoção de uma carta do correio normal. Por exemplo, no mail, basta clicar na mensagem e pronto. Quando é uma carta não. Há uma espécie de ritual. Primeiro, com todo o cuidado (a não ser que se tenha um corte-envelopes à mão), descola-se a parte adesiva do envelope, e retiramos o conteúdo com todo o cuidado. No correio, as mensagens que achámos importantes podemos guardar num sítio, digamos que 'especial', para evitar mais lamechices, e a mensagem ganha mais algum valor porque se tornou algo 'material'. No mail, é deixar lá, que um dia é apagado. E 'tá bem que pode ser impresso, mas não tem todo o fulgor de uma carta dos correios, que veio directamente das mãos de quem a enviou.

As cartas, repito, servem para mais tarde recordar. E há certas cartas que mudam a nossa vida!

E se forem encomendas, ficam mesmo guardadas na nossa memória! «Ei! Este livro que me mandaram por correio». Na minha opinião também é muito bom receber encomendas, claro!

Lembro-me de quando era um «cachopito», como diz um amigo meu, receber revistas do Nesquik e envelopes da Nestum.

É claro que essas coisas ficam sempre bem guardadinha nos meus arquivos pessoais...

Uma vez recebi uma carta da Presidência da República! Há uns anos, mandei um email para lá e mandaram-me uma carta de agradecimento (selada e tudo!). Senti-me muito importante por me tratarem por «Excelência». Eheheh. Uma das minhas preciosidades cartais.

Uma coisa que também adoro nas cartas e que os mails NÃO TÊM é os selos. Eu colecciono selos. Tenho uma colecção pequenina (de 250), com alguns que são valiosos, que já recolhi de cartas e de postais de tudo o que vocês possam imaginar... E que também dão para recordar outros tempos, na minha opinião...

Coisas que ficam guardadas na nossa memória.

Aiaiai eu adoro a nostalgia...

E, para terminar este post em beleza, uma música que tem tudo a ver com correio.

Já devem saber...

É aquela do «querida Mãe, querido Pai, então que tal?»
e dos «rapazes que andam nos computadores, e dizem que é um emprego com saída».

Aliás, é uma canção que expressa exactamente a minha opinião de «para mais tarde recordar»

Dia Mundial do Livro

Já devem ter percebido que dia é hoje.

Além de ser sexta-feira, dia 23 de Abril, hoje é o Dia Mundial do Livro, um objecto que muita gente não conhece o seu valor, infelizmente, nos nossos dias.

Há livros que fazem pensar, sonhar, inventar...

Eu sou um fã absoluto de livros.

Em papel, claro. Não é em «e-books», que parece uma nova tecnologia em que dá para meter muitos livros dentro de uma tela tecnológica para depois os possamos ler.
Em vez de termos um livro encadernado, com folhas, e se for novo, com aquele «cheirinho», temos agora uma tecnologia que nos permite ler o livro num ecrã.

Que estupidez! É claro que tira a essência do livro!

É pena que Portugal seja um país que leia pouco. Já se lê, mas devia-se ler MAIS.

E se pusessem as leituras em dia? Olhem que é uma óptima ideia!

Mas agora, quero fazer aqui uma retrospectiva dos melhores livros que li até hoje, e que na minha opinião toda a gente devia ler.

«O Principezinho»
É um livro, que deixa-nos pensar. É intemporal e inesquecível. Lê-se em qualquer idade. Se nunca leram, e tiverem um lugar vago nas vossas leituras, sugeria que lessem este livro.
Nem preciso de mencionar a história dele, basta dizer que é um pequeno príncipe que vive no asteróide B-612 e que faz uma viagem a vários planetas onde em cada um vive um indivíduo que fazem um conjunto de uma perfeita crítica à sociedade mundial.
Obrigatório ler.

«O carteiro de Pablo Neruda»
Conta a história da relação de um carteiro com Pablo Neruda, o poeta chileno. Acontecem várias coisas pelo meio, mas o factor principal deste livro é a amizade que se vai criando entre estas duas personagens, que acaba (sem revelar grandes pormenores) com a morte do poeta no fim do livro. É um bom livro, que lê-se rapidamente, e que é outro que ninguém tem desculpa para não ler.

«O meu pé de laranja lima»
Um dos únicos livros brasileiros que li (embora existem muitos autores bons por aquelas bandas) e o melhor que li daquele país. Conta a história de Zézé, um menino pobre, que o seu amigo e confidente é um pé de laranja lima a que dá o nome de Minguinho. Mais tarde, tem um novo amigo, um homem vindo de Portugal, a quem ele trata por «Portuga». Vale a pena ler.

«20 000 léguas submarinas»
Este não é daqueles livros que toda a gente consiga ler. Tem uma escrita antiga, com mais de 100 anos, e é da autoria de Júlio Verne. Os livros dele são à base de invenções e aventuras, mas eu achei que este livro deveria pertencer ao quadro de Honra dos meus livros favoritos. Um monstro marinho ataca vários navios vai ser investigado pelo professor Arronax e pelo seu amigo Conseil quando eles os dois e Ned Land, um marinheiro, são capturados pelo dito monstro, que é nada mais nada menos que um sumbarino, não existente nessa época (é aqui que se vê o quão vsionário era Júlio Verne). Este livro é diferente de todos os outros deste autor, na minha opinião. Vi a adapação da Disney (em imagem real) e gostei tanto que decidi ler o livro. Nemo, o capitão do submarino, é uma espécie de filósofo, e com esta personagem, Verne decide dar aos seus leitores uma crítica à condição humana. Este livro já é um bocado grande, não como os outros livros desta lista que rondam as 150 páginas. Este livro ultrapassa as 500, mas se vocês tiverem coragem de o ler, vão ver que é um bom livro.

«O rapaz do pijama às riscas»
Um relato contado do ponto de vista de uma criança das atrocidades do holocausto. Bruno, um jovem cujo Pai é um alto funcionário do Nazismo, é mandado a ir trabalhar para um campo de concentração, e ele e a sua família vão para uma casa para esses lados viver. Um dia, Bruno faz-se de explorador e chega à rede que envolve o campo de concentração e conhece um menino que está do outro lado da vedação, de pijama às riscas. E não conto mais. Leiam o livro, ora!

Estes foram os melhores livros que li até hoje. Talvez me possa ter esquecido de algum, mas estes 5 já são bons.

Repito, gostava que lessem pelo menos um dos livros que acho os melhores que já li.

Podem-me fazer esse favor?

Agradecia.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Rui Responde n.º5

E eis que também quis voltar a mostrar-se ao público foi a rubrica «Rui Responde» aqui na sua quinta edição.

Continuem a mandar-me perguntas que achem úteis (ou não) e mandem-mas para os comentários do blog ou para ruialvesdesousa@hotmail.com

E cá vêm mais 3 respostas a 3 perguntas feitas pelo habitual pessoal que costuma dar uma vistadela neste blog.

13.ª pergunta

O que achas da ideia da escola ter posto câmaras na escola e sensores de movimento nas salas de aula?

Rúben

Sinceramente, acho uma estupidez pôrem essas coisas numa escola tão nano-mini-micro-mas-mesmo-muito-pequenininha como a minha.
Num sítio onde nunca se passa nada, e as únicas coisas que se passam é à entrada da escola, por volta das seis e meia da tarde. E também é preciso ter-se muita sorte para se apanhar um momento de acção por aqueles lados...
Até parece que aquela escola é um estabelecimento prisional! Um dia, talvez, até nos obriguem a usar umas coleiras com chip para saberem que estamos a fazer!
Em vez de vigiarem os políticos corruptos que andam por aí, decidem-se a vigiar 300 e tal alunos de uma escola onde ninguém faz realmente mal (de verdade) a alguém. Existem muitos gabarolas naquela escola que dizem-se muito maléficos e não sei quê, mas nunca teriam coragem de fazer mais de metade das coisas que dizem.

For god's sake! (momento raríssimo em que digo algo em inglês. Aproveitem porque é mesmo raro isto acontecer. Descuidei-me desta vez...)

Em resumo, câmaras e sensores numa escolazeca como aquela não servem para nada. Ponto Final.

É daquelas coisas que me chateia é quando somos novos queremos ser 'livres', mas quando chegamos a uma certa idade queremos controlar os novos...

14.ª pergunta


O que achas dos gays?

Inês Rebelo

Eu não sou contra os gays, se é isso que estás a pensar. Acho que cada um tem a sua orientação sexual e que isso não pode ser questionável. Aliás, uma das minhas bandas favoritas tinha como vocalista um homem gay, mas eu gosto muito da música dessa banda. Por outro lado, há certas pessoas que não gostam dessa banda por essa razão, que acho ridículo e estúpido. É como aquelas pessoas que por elas matavam os gays todos (tipo skinheads). Acho ridículo. Também acho que os gays não terem os mesmos direitos que os hetero tem a sua fonte de estupidez. Por vezes, certas pessoas pela sua orientação sexual são pior tratados no trabalho. Também, são só pessoas com uma orientação sexual diferente da maioria, e não são nenhuns ET's...

15.ª pergunta

Se és contra os maus tratos para com os animais, qual achas que devia ser o castigo pelos crimes cometidos?

Sara

Só se eu pertencesse a essa liga de parvalhões ordinários como são os skinheads é que era a favor dos maus tratos aos animais! Ou então, podia ser um maluco. Mas, pensando bem, os skinheads são malucos. Portanto vai dar tudo ao mesmo.

Como (um pouco, vá) pacifista que sou, também não acho bom responder-se à violência com violência. Portanto, mandava-os a todos para a cadeia em prisão perpétua.

Não mandava matar, porque era exagerado.

Mas enviava-os todos para uma prisãozinha perpétua daquelas onde cheira mesmo mal e está sempre tudo muito negro, e que essa prisão fique no meio do deserto.

É claro, sem ultrapassar os direitos humanos.

Mas este era o ambiente ideal para os matadores só-por-diversão de animais indefesos. Há uns tempos mandaram-me um vídeo chocante, mesmo, de homens a torturarem animais vivos. Eles a rirem-se e os animais a levarem com a tortura.

Portanto, justamente, acho que era isso que se deveria fazer.

(Talvez a Sara tivesse querido que eu dissesse para os mandar esquartejar, mas sou demasiado pacifista para isso. Prisão perpétua para todos e 'tá a andar... quer dizer, SE neste mundo muitas das pessoas que deveriam ir para a prisão se estabelecessem nela, o que não acontece em maior parte dos casos...)

E foi a quinta edição do Rui Responde!

Vou voltar a lançar o apelo para me ajudarem com esta rubrica...
Se tiverem alguma dúvida que vos atormente a cabeça ou não, mandem perguntas para os comentários do blog ou para ruialvesdesousa@hotmail.com.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Olha! Outra música de meu agrado...

É o título em português desta música, injustamente pouco conhecida, dos Queen.

Vale a pena ouvir.

Letra muito gira, e muito bem interpretada por essa grande banda.

Ouçam-na! Pode ser?

Coisas que me irritam (n.º 20) - O cinema português...

... mais conhecido por «Xanax em forma de fita magnética».

Quem é que tem o prazer de ir à bilheteira de um cinema e dizer «Olhe desculpe queria um bilhete para o filme português novo do Manoel de Oliveira, para a sessão das quatro e meia.»?

Ah... os intelectuais, pois...

É por isso que todos os filmes portugueses experimentais (uiii que Portugal abundam tanto) e os de autor têm até 1000 espectadores, e o resto de filmes feitos em Portugal são eróticos e são os mais vistos de sempre (com um milhão de espectadores... chiii).

Há minutos, no programa «Câmara Clara», a apresentadora perguntava «Como é que os Portugueses vão ver mais cinema na sua língua?»

Eu respondo, deixem-se estar e nem precisam de pensar a vossa resposta.

A minha resposta é: Façam filmes de jeito. Sem serem filmes de autor ou experimentais, ou filmes que mostram meninas um pouco descobertas, de que o «povo gosta».

Façam filmes... normais, 'tá bom?

Nesse mesmo programa, certos realizadores de filmes... à portuguesa falavam da falta de investimento nesta arte em Portugal. Pudera! Com filmes mais secantes que a nossa língua ressequida se se estiver no deserto do Sahara (ok, mais um trocadilho parvo.)

Que não sejam nem lentos, dos quais o Manézinho de Oliveira é especialista (uma vez estava a dar um filme dele na RTP2. Estavam a mostrar uma árvore. Aproveitei para fazer zapping por outros canais, e 5 minutos depois, lá estava o raio da árvore outra vez), nem parvos (como é o caso daquele filme dos travestis, que pode ter sido aplaudido num festival de cinema de Nova Iorque mas por mim é que não é aplaudido de certeza, ou então aquele filme que agora aparece o trailer na televisão em que aparecem pessoas a dançar num prédio parvo e no final um homem dá um estalo a outro. Nem mais, é mesmo parvozecozinho), nem eróticos (sem comentários).

Poderiam fazer-me esse favorzinho, ó senhores-responsáveis-pela-sétima-arte-em-Portugal? Hmmm?

Espero uma resposta.

Mas é claro que nem tudo é mau, pois há bons filmes em Portugal, como as comédias com o Vasco Santana e o António Silva, e filmes dramáticos da «Balada da praia dos cães» e o «Adeus Pai», mas É PENA QUE EM PORTUGAL FILMES BONS PRODUZAM-SE POUCOS
(tive de acrescentar este parágrafo para não provocar mais mal-entendidos como aconteceu nos comentários aí em baixo. Eu, com a minha precipitação em publicar, tinha-me esquecido de referir que também há filmes bons em Portugal, e podem ler mais sobre a minha opinião desta temática nesses comentários, que devem estar mais objectivos do que este post...)

Mas pronto, vamos a ver se isto nos próximos tempos fica melhor...

Agora, vou aquecer a água para me ir deitar.

Até amanhãzinho.

sábado, 17 de abril de 2010

Olha quem decidiu regressar! A rubrica das pessoas irritantes!

E quem é que voltou, para vos alegrar, nas horas mais entediantes e sombrias das vossas vidas?

A rubrica das Pessoas Irritantes!

Ou então, vai manter-vos mais entediados do que já estão...

Cá vão mais 5 pessoas que, na minha opinião, considero irritantezinhas, e peço desculpa se ofender alguém, pois talvez esse seja (ou não) o meu objectivo.

21 - Paris Hilton
Esta mulher, bem, nem sei o que é que ela fez para ter tanto dinheiro e tanta fama! Para mim, é daquele grupo de pessoas que não deveriam merecer tanto pelo que fazem. Aliás, ela não faz nada! Além de ser dotada de uma extrema burrice, e até porque ela é um alvo sempre procurado pelos paparazzi e pelos programas de humor americanos (deve ser a celebridade mais gozada na televisão... e ainda bem!)

22-João Kléber

Outro tal que não deveria ganhar tanto pelo que faz. Onde põe os pés, só acontece polémica. É outro alvo dos paparazzi e apresentador habitual de talk-shows no Brasil e foi apresentador de um programa de mau gosto da TVI (aliás, porque as privadas, principalmente a TVI, têm essa habilidade para fazer programas de mau gosto), em que os 'desgraçadinhos' acabam por ter a sua vida destruída, por quererem saber se o seu parceiro (ou parceira) lhe está a ser infiel ou não. Se eu fosse dono de todas as televisões do planeta, mandava esquartejar este indivíduo. E tirava-o da televisão e exilava-o no canto mais a norte da Terra. Mesmo!

23-Paula Bobone
Ui os livros que ela faz, epá, vocês deviam ler. Mesmo!

Ensinam coisas muito práticas.

Como pôr a mesa, dizer «bom dia» de forma correcta e não dizer «b'dia», por exemplo.Enfim, conselhos que poucas pessoas sabem mas toda a gente deveria dizer.

Agora a falar a sério... quem é que precisa dos livros dela, com conselhos tão básicos, sendo mais básicos que os conselhos da Filipa Vacondeus para fazer óptimos bolos de cereja (ai que delííííícia...)??? Se conhecerem alguém que compre os livros dela (porque é mesmo raro alguém comprar livros dela, na minha opinião), digam-me e esquartejem-me que eu calo-me logo!

24 - Silvio Berlusconi

Ai que corruptozinho...

Ai que imbecilzinho...

Ai que... coisas.

E também é um jet-set... É raro ver um político com jet-set, acho eu...

Ah pois é...

Caramba eu odeio este homem! Sempre que fala na televisão, sai porcaria. Sempre que faz alguma coisa, faz porcaria! E da porcaria que faz, atiram-lhe coisas à cara que a põem numa... perfeita porcaria.

Ahahahah que trocadilho tão interessante e tal.

Não. É um trocadilho monótono e entediante. Desculpem.

25 - Tony Carreira

Eu já disse e já referi que o que eu acho mal, e volto a dizer, neste personagem é o tipo de música que canta, denominada, pimba.
Música pirosa, enfim.

Ah, claro, e ele próprio tem ar piroso.

E cara de parvo, na minha opinião.

Ah, e ganha milhões para cantar essas patacoadas ao microfone.

E teve um caso verdadeiramente interessante com uma fêmea de hipopótamo rosada... mas não vamos entrar aqui em «diz que disse»...

Mas pronto, gostos são gostos, e gostos não se discutem. Se você estiver a ler isto e for fã do Tony Carreira, por favor... vá-se enterrar bem fundo. 'Tá bom?

E esta edição das pessoas irritantes fica por aqui! Vá, não fiquem tristes... isto vai voltar em... ah, estão alegres por este post ter acabado? Ai é? Pronto, pronto, como já disse, gostos são gostos... Ou então, estão a chorar pela tamanha parvoíce que leram nestas linhas. É outra hipótese...

Dia Mundial da Voz

Ontem foi o Dia Mundial da Voz.

E a SIC fez uma fantástica reportagem que é uma retrospectiva das melhores vozes.

Música, cinema, rádio, televisão...

Mesmo que acha que ache que faltam outras vozes que deveria estar nesta reportagem...

Mas vale a pena ver.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Riso garantido!

Dois momentos (um pouco antigos) de stand-up comedy de Eddie Murphy.

Vale a pena ver. Perdem 8 minutos da vossa vida, mas não são mal desperdiçados



quinta-feira, 15 de abril de 2010

Fora do vulgar...

Serão concerteza as próximas linhas que vão ler, escritas por mim.
Depois no final eu explico o porquê disto estar no blog.

Estava num sítio paradisíaco. Uma espécie de hotel numa ilha.
Lembro-me de estar a contemplar a vista que aquela altura proporcionava. Ouvia-se um silêncio profundo, e só se ouviam as ondas do mar, a virem à terra, e a voltarem para trás, numa sequência igual a um disco que está sempre a tocar a mesma coisa.

Lembro-me também de ter um jeep, e de estarem mais 4 indivíduos comigo. Eu tinha saído do jeep para ver a vista, enquanto que os outros tinham ficado no carro, talvez impacientes por chegarem à cama do quarto do hotel.

Ainda fiquei um bom bocado a contemplar aquela paisagem. As gaivotas a voarem, o vento que abanava as copas das árvores em redor. Mas, em primeiro plano, estava aquele mar, que tanto me fascinava.

Até que certa altura, um dos supostos indivíduos (que deveriam ser meus conhecidos, mas não me lembro de quem eram), replicou que já estava muito frio e ia começar a chover.

Então, meti-me no jeep, a guiar, e esperámos à frente de um portão. Depois, toquei a uma campainha que estava mesmo ao lado da porta, e que ainda lá conseguia chegar com o meu braço.

Entrámos, fiz o check-in dos dois quartos, e veio ter um homem connosco. «Já vi esta cara em algum lado», pensei. O homem deu-nos as boas vindas.

-Sejam bem-vindos ao nosso hotel. Eu sou o gerente, e se tiverem algum problema, não hesitem em me chamar. Boa estadia.

Agradeci. É preciso dizer que os indivíduos que me acompanhavam não diziam nem uma palavra.

Tudo correu bem nos primeiros dias. Explorou-se, descansou-se, enfardou-se...

Mas, numa manhã, acordei com os 4 indivíduos que me acompanhavam ao meu redor na cama, mais o gerente do hotel.

-Rui - disse-me ele - Você sabe que temos de o continuar a tratar, senão, vamos ter de lhe fazer uma lobotomia.

A minha primeira reacção foi «hã?», mas, depois, associei os factos. Aquela frase... eu tinha-a ouvido em algum lado... Sim, tinha sido no livro «Shutter Island». E aquele rosto do gerente do hotel também não me era estranha... depois, fez-se luz! Aquele homem, era Cawley, o médico que aparece no mesmo livro! Mas estava a achar isto muito estranho. O «Shutter Island» era ficção... ou então, não.

Mas a cena que se passou a seguir não teve nada a ver com este livro.

Num ataque de pânico, consegui, por meio de empurrões, afastar aquela gente para poder sair do quarto. Logo, «Cawley» gritou para todos os funcionários:

-Apanhem aquele gajo! É muito perigoso!

Corri que nem um desalmado, pelos corredores daquele pequeno hotel. Eu estava no primeiro andar, e todos os funcionários tinham corrido ao primeiro andar para me caçarem. Não tinha visto outra solução senão saltar para o hall da entrada, que se via em baixo. Era um salto muito alto, mas tinha de arriscar. E, talvez possuído pelo pânico, saltei. Algumas dores aquilo me deu, mas não as suficientes para não conseguir parar de correr.

Mas, ao sair do hotel, vi uma coisa insólita. Apoiados por uma grande mesa que tinha sido posta lá fora, cinco caixões abertos, onde se podia distinguir os corpos dos 4 indivíduos e de Cawley.

De boca aberta, observei aqueles 5 cadáveres de pessoas que dois minutos antes estavam vivinhas da Silva. Fiquei tempo demais a tentar racicionar e pensar naquilo tudo. Mas esqueci-me de continuar a correr para não sofrer o mesmo destino de Teddy Daniels.

À minha frente vinha um guarda para me apanhar. Mas eu dei-lhe alguns socos, e, de repente, aquele homem transformou-se num boneco. De repente, tinha um boneco nas mãos, e larguei-o logo de seguida, mais baralhado do que já estava

E aí apareceram-me as 4 caras-conhecidas e o Cawley, a saírem do hotel e a perseguirem-me. Os 4 tentaram-me agarrar, mas eu dei luta. Curiosamente, eles espancaram-me, e logo 4 pessoas. Tinha começado a deitar sangue de várias zonas do corpo e estava muito fraco. Aproveitaram para me vestir uma camisa de forças, e os 4 indivíduos levaram-me de volta para dentro do hotel.
Mas parecia-me que as suas intenções não eram boas...

Este pequeno texto é a história do pesadelo que tive ontem à noite, curiosamente ligado ao livro e filme «Shutter Island». Completamente maluco (aliás, todos os meus sonhos e pesadelos o são), achei engraçado postar no blog para os caros leitores lerem uma coisa diferente do habitual.
Acreditem. Viver este sonho foi... horrível. Só a sensação do espancamento...

Mas sonhos são sonhos. E, estranhamente, este teve a ver com um livro e filme em que o protagonista é o maluco no final. Acho que me aconteceu o mesmo neste pesadelo...

Espero que hoje não tenha outro pesadelo assim...

Ou pelo menos, que não tenha pesadelos...

Aliás, já não tinha um pesadelo há uns bons anitos...

Fez-me mal recordar.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Música que até dá gosto de ouvir...

Muito conhecida.

Mesmo.

E bestial, mesmo.

É daquelas músicas que toda a gente já ouviu falar.

Aliás, 95% das músicas que eu ouço são muito conhecidas.

Mas esta era obrigatória aparecer no blog.

Apesar de ser um bocado azarado e perder um bocado em tudo...

Mas gosto de pensar, que sou O CAMPEÃO!

Mas esta música está no plural, NÓS SOMOS OS CAMPEÕES!

Já devem ter percebido que música estou a falar, não???

Vá lá, nem é preciso pensar muito...

Pronto, pronto, está aqui a música.


A votação...

Como já devem ter reparado, a votação encerrou.

E está na altura de proclamar o grande vencedor.

Mas, como se faz nas grandes galas, vou só dizer uma palavrinha:

Muito obrigado pelos 26 votos!

Um deles meu, óbvio.

O vencedor é... Ouçam o rufar dos tambores! tumtumtumtum! É o Dev Patel, com 7 votos.

Eu nem me acho parecido com ele, mas se há 7 pessoas que acham que sim, tudo bem.

Eis os votos para as outras personalidades:


2.º Lugar - Nuno Markl, com 6 votos

3.º Lugar - Nilton e Zé Diogo Quintela, com 5 votos cada

4.º Lugar - «Outra personalidade», com 2 votos

5.º Lugar - George Harrison, com 1 voto.


Numa competição que esteve muito renhida quando Markl e Patel tinham a mesma pontuação, um certo (ou certa) leitor(a) votou no actor indiano, e ele ganhou.

Mas eu acho que não sou muito parecido com ele.

Nada parecido, aliás.

Mas pronto, que é que se pode fazer?

Aliás, se há 7 pessoas que lêem o blog e acham que eu sou parecido com o Patel, deve ser por alguma coisa.

Tenho de começar a investigar...

Não vai dar em nada, mas vou tentar investigar as eventuais parecenças entre mim e o «slumdog».

...

Uma explicação...

Lembram-se que eu estava a dizer que o post sobre a minha opinião sobre os talk-shows iria dar polémica?

Parece que deu...

Uma certa pessoa, que não sei quem é, mandou-me um comentário a dizer «se os programas te irritam tanto, porque os vês? Se não visses não estarias tão bem informado.»

É aqui que é preciso pôr alguns pontos nos is.

Ora, sabes, eu estava a referir-me às pessoas que adoram estes programas do fundo do coração! Eu, uma ou outra vez, vejo porque não há mais nada a dar na TV (também, com 4 canais não é difícil...), e também não é preciso ver-se muitos para se perceber que são todos iguais. MAS há aquelas pessoas que vêem todos os dias. E eu respeito, pronto. Mas eu não gosto de ver aquilo TODOS OS DIAS. Acho um espectáculo televisivo prefeitamente deprimente. Mas esta é a minha opinião, e se estou no meu blog, digo as coisas de minha justiça. Portanto quem não gosta, que não insulte, ao menos.
Aliás, também não é difícil estar bem informado. Aliás, as pessoas, para saberem se gostam ou não de um tipo de programa, têm de ver algumas emissões para construírem uma opinião concreta sobre ele.
Essa insinuação é como perguntar a um crítico de cinema que disse mal de um certo filme «se dizes tão mal desse filme, porque é que o viste?»

E depois, esta certa pessoa ainda disse que o Tony Carreira «faz muita gente feliz». OK, pode fazer, mas a mim é que não faz, OK? Essa pessoa ainda disse que o Tony Carreira faz «acções humanitárias». OK, eu até acho bem que ele faça, aliás, não é mais do que a obrigação dele. Um tipo que é podre de rico... Só que eu não meti solidariedade aqui, OK? Aliás, se eu contasse todos os músicos que não gosto mas que fazem (e bem, volto a repetir) acções humanitárias, uiii... Que eram muitos, mesmo!

Bom, para se fazerem comentários, é preciso alguns neurónios para pensar...

E presumo que esta pessoa seja espectadora assídua destes programas, pois insultou-me de tal forma, como se eu dissesse mal dos Tokio Hotel à frente de uma legião de fãs desta banda.

E, pelo menos, fui bem-educado! Não mencionei o nome dessa pessoa... para evitar escândalos. Mas queria que essa pessoa (chiça, já repeti 'essa pessoa' umas 10 vezes neste post) leste isto.

Se calhar, até montaria uma armadilha para me tramar e levar para a Praça da Alegria para eu levar tareia pelo Jorge Gabriel e pela Sónia Araújo...

Mas isto é bom! Um blog gerar alguma (pequenita) polémica é bom... dá-lhe mais visitinhas. Mais algumas, vá.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Coisas que me irritam (n.º19) - Os talk-shows nacionais

Mesmo que os da tarde sejam iguais aos matinais, ver um talk-show de manhã dá-me sempre vontade de, desculpem a expressão, «vomitar-me todo».

Literalmente.

Mas, pensem lá comigo!

Quem é que, na sua perfeita consciência, e estando de perfeita saúde, sintoniza o televisor na RTP1, na SIC ou na TVI para ver aqueles talk-shows matinais só com desgraças de pais que matam os filhos e cortam-nos às tiras e depois metem esses 'restos' na zona de charcutaria do supermercado mais próximo?

(Este caso é completamente recambolesco e inverosímil. Peço perdão. Mas os casos normais que costumam aparecer nos talk-shows nacionais costumam ser mais ou menos deste género...)

Eu sei que às vezes sou um pouco arrogante nestas coisas, e que me dizem que é importante falar nestes problemas na televisão, e blablabla, mas por favor, podem fazê-lo quando quiserem, desde que não seja DE MANHÃ, PORRA! FAÇAM NOS TALK-SHOWS DA TARDE (ah, esqueçam, lá também já fazem em abundância. Então, têm boa solução. PONHAM NUM HORÁRIO LÁ PARA A MADRUGADAZINHA, 'TÁ BOM?)

É que eu não gosto. Peço desculpa, mas não gosto.

Mas não é só os casos insólitos que me irritam nos talk-shows nacionais. Também aquelas personagens-que-não-se-percebem-de-onde-é-que-vêm-e-que-são-muito-frequentes-neste-tipo-de-programas são muito, mas muito, ah sim, muuuuuuitooo irritantes!
Para já, 'quaise' nunca têm piada. Segundo, porque aparecem sempre do nada, e terceiro, porque quando aparecem, na maior parte das vezes, os apresentadores costumam dizer: «Oh, diabo! Então você estragou-me o programa?» ou «Mas que raio você está aqui a fazer?», e a rirem-se que nem bobos.

Irrita-me.

E também os convidados musicais. Uuuui! desses nem se fala! É Emanuel, é Toy, é Tony Carreira, é Beto, é Ana Malhoa, é Toy outra vez, é Tony Carreira a cantar com o seu rebento, é Ana Malhoa a cantar com o seu progenitor, etc, etc, etc...

Os talk-shows são ricos nesta matéria. A pimbalhada.

E, para terminar, outra coisa que me irrita muito, mas muito, mas mesmo mesmo muito, nos talk-shows, é as tertúlias de fofocas.

Vai a Lili Caraças falar da nova vida do fulano X, vai a Cinta Jardim falar do casamento da tipa Y, vai aquele Cláudio Ramalhetes da SHIC (ahahah, a SIC é SHIC. Trocadilho da treta. Sim senhor, o Ruizinho está a denegrir-se um pouco com os seus trocadilhos linguísticozinhos), como se fosse o maior do mundo, a falar dos famosos 'ai que eu sei tudo sobre eles! Ai que eu sou o Rei da Fofoca! Tratem-me como o comandante deste grande navio que é o jet-set português!».

E depois, para disfarçar, põem um bocadinho de cultura no meio. 'Ai Guimarães é tão bonito', e 'venham visitar Óbidos que é muito giro', mas depois volta tudo ao mesmo.

Mas os talk-shows, em todo o mundo, são da mesma laia! São assim uma mistura de enjoo, náuseas, dores de cabeça, enxaquecas e tédio profundo, em todo o mundo, sem excepções. Talvez, no nosso paíszeco, esses sintomas sejam mais fortes. Podem tomar as aspirinas que quiserem que estes sintomas não vão sair de vós até mudarem para um canal que não esteja a dar um talk-show. Pelo menos, no meu caso, é assim...

...

Resumindo e concluindo: Quem, minhas caras leitoras (e alguns leitores), quem, é que pode gostar de um tipo de programa assim? Quem?

Ah, esperem. Parece que cerca de metade da população portuguesa vê esses programas.

-.-'

E pelo menos mais meio bilião de pessoas em todo o mundo, com os seus talk-shows locais.

Isto 'tá bonito 'tá...

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Se você, que leu isto, for fã deste tipo de programas e não gostou da opinião relatada neste post por um estranho indivíduo, por favor deixe-se estar no seu lugar. Mesmo que queira dar meia dúzia de tabefes nesse certo indivíduo (incógnito, está claro), não o faça. A sério. Mantenha-se no seu lugar. Agora respire fundo. Aaaaah! Que alívio! Pronto, agora esqueça tudo o que leu aqui e mantenha a paz interior no seu corpo, sem pensar nestas linhas que tanto lhe causaram mágoas no pensamento por este indivíduo criticar um tipo de programa que é do seu agrado. Agora, por favor, sinta a calma e o bem-estar na sua mente. Não se está a sentir melhor? Pronto.

Assinado

Dalai Lama

(eu tenho todo o respeito pelo Dalai Lama, aliás, acho-o um tipo muito fixe. Isto só serviu para prevenir certa tareia que possa apanhar por dizer a minha opinião. Eu sei que ninguém vai ficar ofendido, mas gosto de pensar que sim. Talvez, se um dia alguém se ofender com o que eu opino, o meu blog se torne famoso. Mal-visto, mas famoso. Criticado e injuriado, mas, digamos, com alguma fama...)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Duas melodias...

Esta primeira é o single do ex-baterista dos Queen, Roger Taylor, que depois de uma carreira sem sucesso dos Queen + Paul Rodgers (o Paul é o vocalista que substituía o Freddie), decide recomeçar a sua carreira a solo com este single, que tem por título The Unblinking Eye (Everything Is Broken).
Vocês talvez estejam à espera que eu diga que é um single espectacular e tal, mas a mim não me agradou muito. Poderia ser melhor. É algo boa, mas poderia estar melhor estruturada.


E esta é uma do Bruce Springteen, que se chama Racing in the Streets, de que tomei conhecimento ao ler uma entrevista ao Roger Taylor e ele disse que tinha feito uma nova versão desta música e que era uma das suas favoritas do Springsteen.
Eu ouvi, e acho que é mesmo à Bruce.

Gostei.

domingo, 11 de abril de 2010

E, sem que nada o fizesse prever, e ninguém estivesse à espera, entra em cena o 400.º post do blog!

Em apenas 11 meses, o blog conseguiu 400 posts.
Mais de 6000 visitas.
Muitos comentários.
E 13 seguidores! (são 13 mais eu. Sim, porque eu também sigo o meu próprio blog. Sou o leitor mais assíduo.)


Parece pouco, mas para mim é bestial.

E parece que foi ontem que tudo isto começou.


E, para comemorar estes 400 posts e quase um ano de vida do blog, vou fazer uma das minhas antigas rubricas, mas ao contrário. Em fez de ser as «Pessoas irritantes», vão ser as «Pessoas que não são irritantes».


1 - Raul Solnado


Além de grande actor e humorista que foi, que é o «Pai» do Stand-up comedy português, era uma pessoa dotada de uma grande humanidade. Era muito humilde, dinamizador, uma pessoa intemporal, sem dúvida.

Ele não queria que a cultura em Portugal morresse, e trabalhou muito por essa causa. Criou o Teatro Villaret, e a Casa do Artista, para ex-profissionais do mundo do espectáculo.

Foi uma pessoa que ficará sempre na memória dos Portugueses. Aliás, a importância que ele teve na nossa cultura foi testemunhada no seu funeral, que foi transmitido em directo na televisão, quando o carro funerário começava a caminhar para o cemitério, e milhares de pessoas bateram palmas para o homenagear.

Foi um grande comunicador.

2 - Bruce Springsteen

É sem dúvida, um grande músico, e há quem goste das suas músicas, e outros que não.


Mas, se é apelidado de «Boss», por alguma coisa é....

É um dos músicos mais respeitados do mundo e com uma carreira que se manteve de sucesso até aos nossos dias.

Aliás, isso vê-se porque todos os álbuns dele foram aclamados pela crítica.

As letras que escreve são muito profundas, acho. Tentem ouvir «Streets of Philadelphia» ou «The Wrestler» e vão ver se eu não tenho razão...

3 - Michael J. Fox

É um grande actor, e também um grande tipo.

Ficou mais conhecido pela trilogia «Regresso ao futuro» e pela série «Spin City».

Sofre de doença de Parkinson, e criou uma fundação com o seu nome para investigar a possível cura desta doença.

Também é um grande humanista, muito solidário para várias causas.

4 - Charlie ChaplinÉ grande como realizador, actor, escritor, filósofo e compositor, e é uma influência obrigatória para todos os que quiserem seguir uma carreira no grande ecrã.

Escreveu coisas sobre a vida, citações e textos fantásticos, e alguns já foram aqui publicados no blog (vejam aqui, aqui e aqui).

E fez filmes muito bons, dos quais as longas-metragens, porque são mais tocantes e profundos.

Os meus filmes favoritos dele são «Luzes da Ribalta», «O Grande Ditador» e «O Barba-Azul».

O maior génio do cinema.

Ponto Final.

5 - Antoine de Saint-Éxupery

Grande escritor, é dele a autoria do livro «O Principezinho», um dos melhores livros que já passaram por estes olhitos meus.

E não é infantil, como muitos julgam que é...

Quem é que nunca leu esta obra? Quem?

Se houver alguém, que se acuse.

É um livro intemporal, mesmo. Dizem que este livro se percebe de diferentes maneiras, consoante a fase da vida da pessoa. Se for criança, percebe de uma maneira, e se for adulto, percebe de outra.

E escreveu outros bons livros, que valem a pena ler.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cartões de Agradecimento...

Quem é que, dos leitores do meu blog, já viu alguma vez o «Late night with Jimmy Fallon», um talk show da NBC que por cá passa na SIC Radical?

Ninguém?

OK.

Nesse programa, existe uma rubrica que são os cartões de agradecimento, onde o Jimmy escreve cartões para certas pessoas, ou coisas.

E eu vou fazer a minha versão dessa rubrica.

Escrevi alguns cartões de agradecimento. Cá estão eles.


Obrigado, Madoff,
Porque me ajudaste a perceber que, mesmo eu te achando parecido com o Tio Patinhas, não tens nada a haver com ele. Só têm em comum as patilhas, mesmo.

Obrigado, Lili Caneças,
Porque me ensinaste que estar vivo é o contrário de estar morto. Ensinamento esse que me deu muito jeito, acredita.

Obrigado, Leitores do meu blog,
Porque me ajudam a tentar aguentar as maluqueiras que aqui escrevo (falo para os sobreviventes que ainda se dão ao trabalho de vir aqui).

Obrigado, jingle do Pingo Doce,
Porque contigo me apercebi que não é só a música satânica que me dá dores de cabeça.

Obrigado, corrupção,
Se não fosse graças a ti, o nosso país tinha saído do mapa.

Obrigado, Transportes públicos,
Porque me deram a conhecer novos tipos de odores, certas fragrâncias dignas para as experiências diabólicas de um cientista louco genocida.

E foram os primeiros cartões de agradecimento.

Um remix...

Uma música dos Green Day e o clássico «Bohemian Raphsody» dos Queen foram misturados neste brilhante remix, que o André Pereira me enviou. Ele tem uma banda, sabem?

Um dia ainda faço publicidade à banda dele...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A 5.ª parte do policial...

E cá vem mais uma parte do policial made by Rui, para meia dúzia de pessoas ler.

Mas mais vale assim do que nada...

Aliás, se for uma meia dúzia de leitores que comentam os meus posts e me ajudam com o blog, que é o caso, tudo bem!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 5

Entrei na casa, depois do André.
E não, ele não disse para eu entrar primeiro. Entrou logo. Continuava o mesmo rude de sempre.
Segui-o até à sala. Era muito grande, e talvez, a minha sala cabia 4 vezes na dele.
Ele sentou-se numa poltrona vermelha, de veludo. De vista parecia confortável. Daquelas que quando se senta se apetece soltar um «aaah que confortável».
Eu sentei-me numa poltrona ao lado dessa, mais pequena, e de cor verde, e era um bocado dura. Eu não tinha experimentado a outra, mas parecia-me que era mais confortável que esta.

O André começou a conversa.
-Então, Nelo! Já não nos víamos há quê? Há...
Completei-lhe a frase.
-25. Há 25 anos que não nos víamos, André. Desde o último dia de aulas do nono ano.
Estava-me mesmo a apetecer dizer «E se queres que te diga foram 25 anos que se podiam prolongar por 50!», mas não queria causar chatices agora, que tinha começado este caso.

-E conta-me coisas. Como vai a tua vida?
-André, agora não tenho tempo para conversas de café...
-Ah, por falar nisso - interrompeu-me ele - não queres tomar nada? Um whisky? Um café?
-Olha, tens água com gás?
-Sim, devo ter.
-Então, poderias-me trazer uma?
-Tudo bem.
Eu acho que ele deve ter achado estranho alguém pedir para tomar uma água com gás. Ele deve pensar que toda a gente gosta de beber um café ou um whisky, e quem não bebe é estranho. Caramba! Só que não me estava a apetecer nem uma coisa nem outra! Pronto! E tinha bebido um café de manhã, agora só depois do almoço.
-Aqui tens - trouxe-me uma garrafa de água gaseificada, sem a carica, com a qual eu gosto tanto de brincar...
Agradeci. Ele tinha trazido para ele um copo de Tinto.

Ele voltou-se a sentar e retomou a conversa.

-Mas conta-me lá, que é feito de ti, homem?
-Olha André - disse-lhe - eu há bocado estava a tentar-te dizer que não tenho tempo para estar a conversar sobre a minha vida. Eu tenho um caso para resolver e o teu depoimento pode ser precioso.
-Ah, OK. - disse ele.
-E para isso, precisava de te fazer umas perguntas, pode ser?
Ele assentiu.
-Bom, vou começar então. - Peguei no meu gravador de bolso, liguei-o e virei-o para o André. - Preciso que me contes o que se passou na noite passada.
-Bom, sabes, cheguei lá, passavam poucos minutos das nove da noite. A hora exacta não te sei dizer. Já tinham chegado pessoas, mas poucas. O Rui estava lá, todo contente, a falar com toda a gente.
-Quem é que já tinha chegado?
-A Lídia, eu, o Miguel, o João e a Marta. Mais ninguém.
-E notaste alguma coisa de estranho, nessa altura?
-Não, estava tudo normal. Entretanto, começaram a vir mais pessoas, até que chegou toda a gente. Às 22h15, começou o jantar. Tudo normal, nada de invulgar. Conversava-se dos tempos idos da escola, mostravam-se antigas fotografias uns aos outros, contavam-se histórias. Até que, faltavam 10 minutos para as onze, e o Rui queria fazer um brinde. Ora, no momento em que levantou o copo do champanhe, de repente, tombou no chão. Foi aí.
-OK - finalizei. - É tudo o que sabes?
-Sim.
-André, não te lembras de mais nada?
-Bom, assim de repente, não.
-Muito bem - desliguei o gravador. - Obrigado pelo teu depoimento. Agora tenho de interrogar mais pessoas. Mas se te lembrares de alguma coisa, liga-me.
Dei-lhe o meu cartão de visita. Muito simples, até. Branco, com o meu nome, profissão e contactos centrados.
Saí de casa dele e meti-me no meu carro e conduzi para o escritório. Devia ter tirado as moradas de todos logo! Assim, se fosse um de cada vez, iria gastar rios de dinheiro em gasolina!
Na viagem, meditei um pouco. Porque será que o Rui quis reunir toda a gente da turma? Ele que dizia sempre que a detestava. Eu, por acaso, até nem achava má a turma. Um pouco irrequieta, talvez, e com uma cambada de parvalhões, mas nada que fugisse do que é considerável normal.
Foi uma turma que durou 9 anos. Estivemos todos numa escola até ao 9.º ano.
Agora, iria ter oportunidade de rever alguns amigos, e certas pessoas desprezíveis, e os inimigos.
Será que alguma dessas pessoas que considerava minnhas amigas será culpada deste crime?
Em breve poderei responder a essa pergunta. Mas falta muito para chegar à resposta...

Continua...

E agora, um espectáculo degradante...

Ontem, estava a sair do Minipreço e vi uma coisa dislumbrante para o David Attenborough e para a National geographic, mas degradante para o comum mortal.

Do outro lado, duas gaivotas debicavam uma pomba morta.

Estavam numa luta desenfreada por aquele prémio, ou cadáver, para nós.

Luta pela sobrevivência.

Blharg!

Que nojeira!

E não paravam de bicar o pobre pombinho morto!

Eu acho que as gaivotas são fofas, mas depois de ver aquele, hã, documentário, a consideração que eu tinha por estas aves desceu a pique.

Mas continuo a gostar de ver gaivotas a voar.

Não a comerem pombos mortos.

A voar.

Não a comer outras aves.

A voar.

Coisa única e incrível...

Mesmo único, e é raro de acontecer.

Fez Sol no Porto, nos dias em que eu lá estive.

Nem uma nuvem no céu.

E fazia calor!

Não posso dizer que sou azarado, porque isto é raro, e quando acontece é inesquecível!

Uau! O Porto não estava cinzento.

Fiquei mesmo... :O

Coisas que me irritam (nº 18) - O Acordo Ortográfico

Como o Miguel Sousa Tavares, no seu programa «Sinais de Fogo», na SIC, falou (e bem!), sobre este "acordo", acho que chegou a altura de me expressar sobre esta temática. É um pouco tarde, mas acho que ainda é importante falar desta destruição da nossa ortografia, porque até hoje, não encontrei ninguém que estivesse a favor deste acordo, até como disse o Sousa Tavares.

Acho que vou estar todo este post a repetir frases ditas neste programa, mas aqueles 5 minutos que ele usou para falar nisto resume totalmente a minha opinião deste desacordo, que só entrará mesmo em vigor em 2012.

Por isso, aviso já, não me acusem de plágio, mas é que a minha opinião reflecte-se totalmente na dele!
Este acordo, vamos lá a ver, serve para unir os países de língua portuguesa, mas não vejo quais são as vantagens de eu dizer fato em vez de facto e correção em vez de correcção.

Isto é que vai melhorar os negócios dos países de Língua lusa? Não me parece.

Aliás, se fosse assim, teríamos de falar todos com o mesmo sotaque e com as mesmas gírias, o que não convém nada.

Agora, dizendo que tirando as consoantes mudas às palavras nos vamos dar melhor negocialmente com os países de Língua Portuguesa, acho que estamos muito mal, mas muito mal mesmo...

Afinal, não repeti tanto o que o Sousa Tavares disse, porque este post era para ter sido oublicado na segunda-feira, mas não tive tempo. Portanto, as memórias todas que eu tinha do programa desvaneceram-se.

Mas lembrei-me de algumas coisas, não todas.

Tou de volta!

Olá meus amigos (ou não)!

Tiveram saudades do blog?

Não?

Então pronto, porque eu também não tive saudades vossas!!!

AHAHAHAH!

Não! Não se vão embora! Desculpem.

Estes dias estive de novo no Porto, mas desta vez sem este meio de comunicação que é o computador.

Portanto não vos pude escrever nem contar a minha demência, perdão, o meu dia-a-dia, neste blog.

Mas agora voltei.

E em força!

Esperem só para ver...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

À minha maneira!

Não, não vou falar da música dos Xutos.

Mas estou a ouvi-la agora!

E tive a ideia de escrever um post com este título.

Eu faço as coisas à minha maneira.

O meu blog é à minha maneira!

A minha vida é à minha maneira!

Tudo o que faço, tudo o que fiz e tudo o que farei será sempre, sempre à minha maneira!

E pronto. Vim só escrever esta treta!

As tretas à minha maneira!

Só isso!

Não tenho mais nada que fazer, desculpem-me!

Pronto, adeus!

(parabéns! Acabou de ler o post mais estúpido do mundo publicado num blog! Sinta-se feliz e realizado, porque eu não estou! Vá, sinta-se melhor que eu... Vai ver que lhe vai saber bem saber que está melhor que outra pessoa. Acredite!)

Uma ajudinha vale sempre a pena

Olá!

Sabem uma coisa?

Eu estou num grande dilema!

E que grande dilema é esse! Uiii!

Ando a pensar muito em qual seria a música que seria o genérico do «Programa do Mal-dizer», mas ainda não cheguei a nenhuma conclusão.

Portanto, aceito as vossas sugestões para a música deste meu programa.

Ponham a vossa sugestão na caixa de comentários deste post.

Eu depois, decidirei qual é a melhor sugestão.

Mas comentem!!!

domingo, 4 de abril de 2010

Antevisões do «Programa do mal-dizer»!

E como todo o programa de internet que quer ter algum sucesso, eis que chegam, quase 1 mês antes da estreia, algumas previsões do que serão os 10 episódios da primeira temporada do «Programa do Mal-dizer».

O Programa será emitido à segunda-feira, como já tinha dito noutro post, pois é o dia mais chato da semana, coisa que tem tudo a haver comigo.

A série terá o objectivo de mal-dizer sobre um determinado tema, com um convidado a cada semana e duas rubricas surpresa...

Eu até pensei fazer o genérico, fiz uma letra baseando-me na melodia de «Me and Julio down by the schoolyard», do Paul Simon, mas como o meu computador é muito fraquinho, decidi não fazer porque ficava mal gravado.

Mas não percam, a partir de 3 de Maio, todas as semanas, o «Programa do Mal-dizer»!

sábado, 3 de abril de 2010

Viajar para outro lado

Este é o nome do blog da minha mais recente seguidora, a Carina.

E cá está ele! Basta clicarem aqui.

Voar

É o título de uma grande música cantada e composta pelo Tim, baixista e vocalista dessa grande banda lusa que são os Xutos e Pontapés.

Esta música é baseada numa história real, sobre um miúdo portador de deficiência mental.



Posto também aqui a nova versão da música, que o Tim canta em dueto com outro grande nome da música nacional, Rui Veloso.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Aproveitem esta sexta à tarde para verem um filme de jeito na televisão!

«The pursuit of happyness», em português «Em busca da felicidade», vai ser exibido hoje na SIC às 17:35.
Vale a pena ver.
É um filme bom, garanto-vos, e é uma história real.
Não é daqueles filmes de outro mundo, mas é um bom filme para se passar a tarde.
Felizmente que de vez em quando ainda são exibidos bons filmes na TV generalista!

5 formatos de filmes que serão sempre sucessos de bilheteira

Muitas pessoas, em vez de irem ver filmes de qualidade, vão ver filmes um bocado da treta, que depois se tornam sucessos de bilheteira.

E os tipos de filmes que essas pessoas vão ver ao cinema são:

-Comédias românticas
Geralmente, as histórias destes filmes remetem para a estupidez.
Ai e tal, é um casal e depois aparecem os amigos só para atrapalhar.
É sempre a mesma coisa.
Sempre.

-Filmes com animais
Na maior parte dos casos, os espectadores vão ver estes filmes porque «Oh, não são fofinhos? Que ternurentos. Oh, tão fofos que são. Ai que vou desmaiar de tanta fofura».
E parece ser um formato inesgotável!
Já vi filmes com cães a jogarem rugby basquetebol e a deslizarem na neve, macacos a jogarem hóquei em patins, cães que são super heróis ou que conseguem derrotar uns malvados (que nem são tão malvados), e mais recentemente, com porquinhos da índia que tem uma força G.
Aliás, a Disney adora este formato. Já deve ter feito para aí uns 53830292726 filmes só com animais, de todas as formas e feitios.

-Filmes de tiros (ratatatatatatatata!!!)
Rambo, Terminator, mais Rambo, mais Terminator...
São sempre sucessos garantidos.
Muito sangue (a fingir), metralhadoras e muitos gritos (provavelmente são misturas de som) são os ingredientes principais de um bom filme de tiros, para ser um grande sucesso de bilheteira.
E também o facto de os matadores não falarem direito, ou seja, têm dificuldades na fala. Coitadinhos.
E agora andam com a mania de ressuscitar os matadores, hem?
Rambo voltou, mas talvez no seu próximo regresso, ele talvez não ande à porrada com comunistas, mas sim com o pacemaker.
E o Terminator voltou, também. Mas o Schwazzenegger não apareceu muito, pelo que me contaram.
Talvez o Terminator estivesse ocupado em acabar... com a poluição na Califórnia. (pensavam que eu ia dizer que ele ia matar alguém, pois enganaram-se ó fanáticos de violência! Vão mas é ao médico tratarem-se. Ouvi dizer que um bom par de estalos faz maravilhas... Peço desculpa, desta vez exagerei um bocadinho).

-Musicais
lalalalalalalalala.
olarilolé.
Quem é que não se lembra do fanatismo pelos ABBA que se espalhou pelo mundo inteiro, e que fez com que a discografia desta banda estivesse nos altos pódios dos tops de vendas durantes quase 2 anos?
E foi tudo por causa... de um musical.
«Mamma mia», de seu nome, que, na minha opinião, é parvo e ponto final.

Sim, minhas senhoras e meus senhores (mais senhoras que senhores, porque o meu blog é mais lido pelo público feminino. E ainda bem!)
Quando se pensava que os musicais eram coisa do passado, que já ninguém os podia ver à frente, eis que chega o (inesperado e não-esperado) regresso dos filmes com dezenas de músicas e uma história que nem vai por aí além!

-Filmes pornográficos
Ui! Destes nem se fala!
Ouvi dizer que em Portugal, estes filmes fazem maravilhas!
Aliás, o filme mais visto de sempre em Portugal é pornográfico!
E o segundo também.
Mas, entre filmes pornográficos e aquelas tretas de filmes experimentais que 20 e tal pessoas vão ver, não há assim grande variedade de cinema português.

Novo talk-show do Herman José na RTP

Herman José está de regresso à estação pública, uma década depois. O novo programa retoma o nome dos seus últimos "talk-shows" na RTP1: "Herman 98" e "Herman 99". "Herman 2010" estreia a 17 de Abril e será exibido aos sábados.

Mais íntimo, menos longo e sem quaisquer concessões à facilidade" é como o humorista descreve o novo programa, sublinhando que será muito diferente de "Herman SIC", que terminou em 2006. O humor faz parte do seu "código genético" e, por isso, além das conversas com os convidados, os espectadores podem contar com apontamentos humorísticos naquela que é descrita como uma "aventura" entre Herman José e as Produções Fictícias, com quem partilha a autoria do guião.
Questionado sobre semelhanças com o programa de Jay Leno, Herman José responde que são poucas. "A nossa maneira de estar no mundo do espectáculo está nos antípodas dos americanos", disse. Mas um ponto em comum é a presença de uma banda musical em estúdio. Tal como nos programas anteriores, o comediante conta com o seu "fiel" maestro Pedro Duarte, que vai dirigir "um quinteto muito ' smooth jazz'".
Herman José descreve o regresso à RTP como a "realização de um sonho que dura há quase cinco anos", considerando-o como "uma alegria e uma honra difíceis de definir". O programa vai ser anunciado pela estação na próxima terça-feira.


Fonte: Jornal de Notícias

Pois, pois. Vamos a ver se é com este talk-show que o Herman volta aos velhos tempos da RTP...

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Coisas que me irritam (n.º 17) - A morte

Acho que não há nada mais intrigante e misterioso na nossa vida que a morte.

É isso, e as fraldas descartáveis.

Os DOIS grandes mistérios da humanidade.

Mas debruçemo-nos apenas sobre o primeiro: a morte.

A morte acontece quando...

Bolas, eu não preciso de vos explicar o que é a morte, pois não?

Bom, mas avancemos...

A morte deixa, para todos os mortais vivos (não fazer confusão com mortos-vivos), uma série de perguntas, que só serão respondidas quando, enfim, patinarmos.

Batermos a bota.
Sucumbirmos.
Etc.

E essas perguntas são «Mas o que será que vem a seguir?», «Caraças, mas o que é que nós estamos a fazer aqui na Terra?, se depois vamos morrer?» etc, etc, etc.

Mas não pensem que eu vos vou responder a estas perguntas. Não sou eu que saberei a resposta a essas perguntas!
Aliás, são essas perguntas que me irritam na Morte! Ser uma coisa que nos deixa perplexos, e com imensas questões por responder! Nem sabemos bem o que ela é! É desconhecida!

Mas vejam só a definição de Morte, no dicionário:

Morte: acto de morrer; termo da existência; fim; causa de ruína; grande desgosto.

Eu acho que a Morte, para as pessoas vivas, fica resumida nestes conceitos.

A Morte é o fim do filme da nossa vida, ou o último capítulo do livro da nossa vida.

Aliás, eu acho que nós, os humanos, corremos contra o tempo na nossa vida diária, e assim, estamos a caminhar mais depressa para o fim da nossa vida, a Morte.

Desculpem eu ser tão sádico, mas as coisas são assim.

Mas a Morte é uma coisa que nos faz reflectir e pensar. Quando perdemos uma pessoa de que tínhamos grande apreço, faz-nos sempre pensar e fazer a tal pergunta «Para onde terá ele ido?».

Mas é quando as pessoas morrem que nós percebemos a verdadeira falta que elas nos fazem, e o quanto preenchiam a nossa vida.

Há uns meses, fui a um funeral de uma pessoa da minha família (daquelas pessoas que só vimos uma ou duas vezes na nossa vida).
Lembro-me exactamente de olhar para as pessoas ao meu redor a falarem da pessoa falecida, e dos comentários, «Pois, ele também já tinha uma idade muito avançada», «Coitado, que descanse em paz», etc.
Lembro-me de, ao ver a cena do enterro, lembrar-me daquelas partes dos filmes tristes, e também daquelas músicas tristes, como... «Bridge Over Troubled Water».

A tristeza que reinava naquele ambiente. Pessoas que choraram pela pessoa que tinham perdido, talvez por lhes ser muito chegada, talvez.
A Morte de alguém faz com que as pessoas, em alguns casos, se sintam mais unidas.

Aqueles rituais da morte, dos funerais, intrigam-me sempre, e levam-me a fatídica pergunta:

MAS O QUE É QUE NÓS ESTAMOS AQUI A FAZER, SE VAMOS MORRER?

Mas, segundo os Monty Python, não podemos pensar no que vem a seguir!
«Always look on the bright side of life»!

Mais basta aproveitarmos enquanto estivermos na Terra, vivos, do que estarmos sempre a questionarmos sobre uma coisa a que ninguém tem uma resposta real.

Mas, um dia, vamos ter que virar a última página do nosso livro.

E aí é o fim.

Mas, para acabar a «peça» com «aplausos», já dizia o Chaplin, temos de saber usá-la bem.

Todos os minutos são preciosos, todos os nano-mini-micro segundos contam!

Na minha opinião, a Morte é triste, mas também é um passo que nós, enquanto seres vivos, temos de dar em frente, quando perdemos alguém que nos era muito querido.

Um dia, vamos perder essas pessoas, mas temos de ter capacidade de superar essas mortes!

A vida continua!

A vida é bela!

Olhem sempre para o lado positivo da vida!

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Este blog é da Bárbara, e supostamente, como ela anuncia, vai ser sobre tudo e mais alguma coisa.

Mas visitem-no aqui