sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Vejam isto!

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Estreia quarta-feira, 8 de Dezembro, num dispositivo móvel que aceda à internet mais perto de si!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

500 posts...

Que mais posso dizer?

Meio milhar de posts no blog...

Mais de 10 500 visitas...

Que mais posso dizer?

Só digo que estou muito contente. Nunca pensei que o blog conseguisse ter assim alguma popularidade.

O que me impressiona mais é que tenho gente adulta a ler as dissertações que por aqui escrevo... très impressionant!

Obrigado a toda a gente que visita, comenta, segue e publicita o meu blog!

E, para comemorar, vou fazer um post escrito especial. Eu já tinha pensado em fazer este post, há muito tempo, mas o André Pereira, que agora anda a publicitar muito o meu blog, ao que lhe agradeço (mas em troca tenho de publicitar que ele tem uma banda, portanto se quiserem mais informações sobre isto contactem-me que eu as dar-vos-ei), deu-me a ideia, e eu lembrei-me que no passado já tinha pensado nisto, e decidi então fazê-lo. E cá está ele.

Chama-se «5 maneiras para se chatear, arreliar, maçar uma pessoa. Uma lista não-exaustiva».

1- «Epá, estou muito cansado, não quero saber de nada, está bem?».

É muito usado pelos Pais deste país, para conseguirem fugir às parvoíces chatas dos filhos e do resto da família. E depois, os familiares também ficam chateados. É uma chatice colectiva É claro que é incomodativo dizer-se esta frase, mas assim, a pessoa que usou essa expressão, vai poder ficar sossegada o resto do dia. É claro que as «vítimas» vão ficas chateadas com tudo isto, mas enfim...

2- «Não és nada, tu. Não serves para nada. És um ser imprestável, um mísero grão de pó neste grande Universo.»

Há professores que adoram usar esta frase para os seus alunos. E na tropa, também. Enfim... esta frase irrita mesmo, porque estão a dizer que não somos nada, uma coisa que é bem verdade, mas quando somos jovens, podemos pensar tudo e mais alguma coisa, excepto não sermos alguma coisa.

3- Gozando com uma característica física ou psicológica, como por exemplo «és gordo», ou «ahah dormes de pijama» (que nem sei qual é o mal. É bem fresquinho, o meu. Mas uma vez um tipo veio com uma conversa sobre usar ou não pijamas, eu disse que usava e ele chateou-me com isso. Por isso tive de postar isso aqui.)

É um clássico. Um must do chateanço, do arrelianço, do maçanso. Quem nunca foi vítima de provocações parvas sobre algum defeito que possa ter, que ninguém se importou, até alguém começar a chatear com isso? Hmm? O meu, mais recente, foi das gotículas de suor no meu nariz... enfim

4- Quando nos vêm com uma conversa chata, do tipo falar de matéria da escola quando não é necessário, ou seja, quando não há nenhum teste ou exame, ou quando nos vêm contar o último livro do Harry Potter (sim, eu tive a ouvir um tipo a contar-me a história toda nos 2 recreios da escola. E bem que eu tentei fugir... mas ele não deixou. Ainda tenho traumas desse dia)

Essas coisas são sempre chatas. E ponto final. E às vezes dá-me vontade de dizer o próximo item, mas não digo porque sou bem-educado.

5- «Vai chatear outro!»

Que é quando alguém que nos está a chatear, sem querer ou propositadamente, e nós já não aguentamos e proferimos esta frase imperativa.
E em que medida é que isso chateia?
Bom, chateia a quem se diz isto porque ficou chateado por nós termos ficado chateados por causa dele, e nós também ficamos chateados porque o nível de chatice foi tão grande que chegámos ao ponto de usar esta frase.

E pronto. Foi o 500.º post do blog. Só pus 5 porque só me lembrava destas por agora, mas acho que chega e ficou bem.

E que venham mais 500!

E mais seguidores, leitores, enfim, mais gente ver isto!

Rui Responde n.º9

E cá vão, mais três respostas a três perguntas da Inês e da Sara, que me vão manter ocupados por mais umas semanas. Se quiserem mandar as vossas perguntas, é nos comentários ou no mail ruialvesdesousa@hotmail.com está bom?

Vamos lá então às respostas.

25.ª pergunta

Se pudesses ir a um sítio qualquer no mundo, onde irias?

Inês & Sara

Para não estar a fazer uma lista, vou resumir em quatro palavras todos os sítios onde gostaria de ir no nosso mundo.

A todo o lado.

E ponto final.

26.ª pergunta

Que "imagem" ou informação viste até hoje que mais te chocou?

Inês & Sara

Foram tantas... por exemplo, as do 9/11, as da guerra na Bósnia e no Afeganistão, enfim, mas isto foi mais impressionar, por serem um pouco violentas. Impressionar de «Oh meu Deus!», não de começar a chorar... sou sensível, mas moderadamente...

Chocar mesmo é ver aquelas notícias que confirmam a minha teoria que o nosso país, e também o mundo, está pior a cada dia que passa.

27.ª pergunta

O que achas de "cortinas"?

Inês & Sara

De todas as perguntas que imaginei que me mandassem, esta nunca me passou pela mente.

Ora, a minha opinião sobre cortinas é muito simples. As da casa de banho, gosto delas simples, brancas, ou como tenho na casa-de-banho grande, assim com manchas pretas, tipo dálmatas.

As de sala e de quarto, se for o caso, que sejam giras, e não pirosas e pindéricas.

E foi mais uma edição do RR, que agora é sempre à terça-feira.

Tchauzinho!

PS-O próximo post é o 500!

domingo, 22 de agosto de 2010

A kind of magic

If you need a friend
I'm sailing right behind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality

Since he was small
Had no luck at all
Nothing came easy to him
Now it was time
He'd made up his mind
'This could be my last chance'

I walked the avenue 'til my legs felt like stone
I heard voices of friends vanished and gone
At night I hear the blood in my veins
Just as black and whispery as the rain on the
Streets of Philadelphia

And I will go on shining
Shining like brand new
I'll never look behind me
My troubles will be few

Goodbye stranger it's been nice
Hope you find your paradise
Tried to see your point of view
Hope your dreams will all come true

________________

PS - isto é a minha versão de um post do blog da Inês (ahahah ficou com o link no nome), que tinha uma fotografia e um excerto da letra uma canção. Eu decidi fazer o mesmo, talvez por falta de criatividade, e para encher espaço. Ou então por achar giro. Acho que é uma mistura das duas opções. Enfim, apeteceu-me. Mas em vez do excerto da letra de uma só música, pus excertos de várias, que acho que condizem agora com o meu estado de espírito... ou então porque achava que ficavam bem com a fotografia...

Vá, convido-vos a procurarem a que música pertence cada excerto (os dois últimos são da mesma música. Quis pôr os dois porque achei que ficava bem).

E sim, esse na fotografia sou eu. De costas. Com a cara oculta (riso maléfico)...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

E porque hoje é sexta-feira...

Aqui fica mais um capítulo do policial...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 19

A empregada logo foi ter com ele a dizer que tinha uma pessoa que queria falar com ele.

Levantei-me da cadeira onde estava sentado quando o Daniel chegou à sala, e dirigi-me a ele, que à primeira vista, não me reconheceu. Só depois de me ter apresentado.

-Então Daniel, como estás? Sou o Nelo, da escola. Lembras-te?

Aí ele percebeu quem eu era.

-Aaaah! Nelo! - deu-me um aperto de mão - És tu! Já não te via há tanto tempo que não te reconhecia! Então, como te vai a vida?

-Ah, vai-se andando, vai-se andando.

Aí, lembrei-me da imagem que tinha do Daniel nos tempos de escola. Um miúdo rebelde, com milhentas namoradas, e que se metia nos mais vulgares sarilhos da adolescência (digamos que à volta de «fuminhos» e «bebidas», se é que me compreendem) , mas com quem conseguia meter conversa. Pequena, mas dava para se poder falar com ele.

-Que fazes tu, agora? - perguntei-lhe.

-Trabalho na retrospect-X. Sabes o que é?

-Hmmm.... - pensei um pouco - Esse nome não é estranho.

-É uma empresa de videojogos. Eu sou o fundador. Criei-a há uns anos - disse ele todo gabarolas. - Recentemente ganhámos um prémio num festival de tecnologia.

-Ah, a sério?

-Sim, de «Jogo do Ano».

Pena que eu não percebesse nada de videojogos. Não me cativavam, pronto. Mas os únicos que gostava eram o Super Mario, e também o Tetris. Ainda tenho lá por casa o game boy a preto e branco que me deram há imensos anos, e que vinha com estes jogos, e de vez em quando lá vou eu jogar um bocadinho...

Felicitei-o pelo prémio obtido.

-Epá, parabéns. Eu não percebo muito dessa temática, mas é um grande feito!

-Ah, de nada. Olha, já agora... - Saiu da sala por uns instantes e voltou com uma caixa com um CD. - Este é o «demo» do jogo. Se gostares e quiseres o jogo posso-te fazer um descontozinho...

-Oh, obrigado - disse eu, pondo aquilo no bolso esquerdo do meu casaco.

-E tu, que é que tens feito? - perguntou-me ele.

-Bem, eu sou detective.

-Uau, então deixa-me adivinhar. Tu estás aqui para me fazer umas perguntas sobre a morte do Rui, não é?

-Brilhante, Holmes! - Respondi. Ele soltou uma gargalhada.

-Ok, ok. Tu não estiveste presente, pois não?

-Não. Mas posso então começar com o interrogatório?

-Claro. - respondeu-me.

Saquei do mini-gravador.

-Importas-te?

-Não, não. Usa o que precisares.

Liguei-o e comecei com as perguntas.

-Muito bem. A que horas chegaste a casa do Rui?

-Hmm... eram... ora, já passavam 10 minutos das 10. Acho que fui o último a chegar.

-Ok. O que te lembras desse dia?

-Bem, foi uma noite simpática. Estavam todos bem dispostos, o jantar já tinha começado, e 5 minutos depois, o Rui deu-nos um discurso, quase um testamento...

-Sim - interrompi - Já ouvi isso. A Ana gravou.

-Ah, uau. Não sei porquê, fez-me lembrar aquelas cenas dos policias, todas macabras. Enfim, depois, voltou tudo ao normal, como se não tivesse acontecido nada...

-Mas porquê? Porque é que depois desse momento, tudo voltou ao normal?

-Ora, a maior parte dos presentes (incluindo eu), pensávamos que fosse uma daquelas brincadeiras que o Rui costumava fazer...

-...tipo Andy Kaufman, no 9.º ano. - interrompi novamente. - Sim eu lembro-me disso. E depois, o que aconteceu?

-Bem, e depois por volta das dez para as onze, o Rui caiu, morto. E é tudo.

-Não te lembras de mais nada?

-Assim de repente, não.

-Hmm, ok. Toma o meu cartão de visita, se te ocorrer algo.

-Obrigado. - agradeceu ele, metendo o cartão no bolso da camisa que tinha vestida.

Desliguei o gravador e disse-lhe:

-Bem, tenho de ir. Obrigado pela tua ajuda.

-Adeus. - respondeu ele - espero que descubras a solução disto.

-Pois, isso é o que eu também queria. Até depois!

A empregada abriu-me a porta, agradeci e a correr fui de novo para o carro.

Parecia-me que ele não estava a mentir. Este podia ir para a lista dos «provavelmente inocentes».

Até agora, estes inquéritos tinham sido bastante inconclusivos. Até chegava a duvidar se iria conseguir resolver este caso.

Ia agora para o próximo suspeito quando recebi um SMS do Finório, que dizia o seguinte:

Xefe, voltei escritorio. Venha pa cá depressa k veio aqui há bocado os gajos das autópsias c os resultados da autópsia ao Rui. Finorio

Caramba! Porque é que as pessoas não aprendem a escrever como deve ser?

Enfim, entrei no carro, meti o prego a fundo, em direcção ao escritório.

Continua...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Três músicas (RECENTES) girinhas

Esta é de uma banda que não conhecia, os Crowded House, vi no Programa do Jimmy Fallon a interpretarem esta música e gostei. A música chama-se «Twice If You're Lucky». Melhor qualidade foi impossível de arranjar no youtube. Até o vídeo da performance no programa foi retirado... enfim, fica esta.



Esta é o Stevie Wonder com o Blue Feat e Angie Stone. Like it. Chama-se «Signed, Sealed, Delivered (I'm Yours)»



E esta é de um projecto português, os Baile Popular (com o João Gil metido nisto, sabe-se que é bom), que pretende retratar o ambiente das festas portuguesas, muito ao estilo dos Rio Grande e dos Cabeças no Ar, e este é o single. Gostei imenso.
Chama-se «Rosa à janela»

Rui Responde n.º 8

E cá está, atrasado dois dias, mas cá está.

Mais 3 respostasa a 3 perguntas da Inês e da Sara, que me deixaram tantas perguntas que ainda dá para 6 edições...

E o André, outro leitor do blog (sim, aquele da banda) também me enviou mais umas...

Mas que não seja por isso que não me deixem de mandar as vossas questões, pela caixa de comentários ou para ruialvesdesousa@hotmail.com, está bom?

Ou por sms se tiverem o meu número... e não forem uns «estranhos desconhecidos».

Cá vai:

22.ª pergunta

És contra ou a favor do uso de peles?

Inês & Sara

Isso é pergunta que se faça? É claro que sou contra!

Chiça, coitados dos bichos...

Então, quando vi a maluca da Cruela DeVil, no «101 dálmatas», com aquele ar de lunática viciada em peles, claro que sou contra!

23.ª pergunta

És contra ou a favor da adopção por casais homossexuais?

Inês & Sara

(ui... cheira-me a polémica...)

É assim, eu não sou nem a favor nem contra, mas mais a favor que contra, e vou explicar-vos porquê e espero que não se ofendam...

Eu acho muito bem os casais de pessoas do mesmo sexo quererem constituir família, é muito bom isso, mas depois os filhos é que vão sofrer as consequências, num mundo tão cruel como é o nosso...

Primeiro, sofrimento na escola (é pequeno, mas quando se é criança, dói a alma). Os tais filhos podem ser gozados na escola, pelos colegas, com piadinhas do tipo «Ahah tens dois Pais (ou duas Mães)», ou então «Quem é que te veio trazer, o teu Pai, ou o teu Pai?»...

Segundo, na sua vida futura. Se há pessoas que não aceitam homossexuais no trabalho, então se forem filhos, ainda pior.

Terceiro, porque eu acho que ter dois Pais (ou duas Mães) não é a mesma coisa que ter um Pai e uma Mãe... mas isto é dispensável, porque a criança habitua-se. Depois, mais tarde, fará aquelas perguntas, mas terá que compreender...

Mas enfim, acho que sou a favor, retirando estes aspectos. O que interessa é que a criança tenha duas pessoas que a ajudem a crescer, e a ser alguém

(PS- Eu sei que isto ficou um bocado confuso, porque estou um pouco cansado, e com pressa para acabar isto, mas acho que consegui expressar as minhas ideias.)

24.ª pergunta

Que fazes tu para poupar o ambiente?

Inês & Sara

Ora, reciclo, não deito lixo para o chão, não gasto muita água (que é o que as raparigas costumam fazer na vossa idade... hehem), não deixo a TV em stand-by, só ligo a luz quando é necessário, aproveito a luz solar, enfim. Por agora só me lembro destas, mas acho que é muito mais importante ajudar o planeta com pequenas coisas...

Foi a oitava edição do «Rui Responde».

Já sabem, mandem as vossas questões, se tiverem, para a caixa de comentários do blog, ou para o mail ruialvesdesousa@hotmail.com, ou então para o meu telemóvel, se o tiverem (não vou publicar aqui o meu número... este mundo é muito, muito perigoso...)

And that's all folks!

Voltei!!! Ou Um daqueles posts para encher chouriços

Então, tiveram saudades de mim?

Eu também não.

Bom, agora tenho algum tempo para vir cá postar coisitas...

Já pensei em novos posts, vou fazer agora o Rui Responde (supostamente de ontem), estive a planear a segunda temporada do programa e já sei como vai acabar o policial (isto promete...)

E vocês perguntam-se «e as férias, hem Rui? Como estão a ser?»

Eu digo-vos.

Andado a descansar, a ler, hoje dei uns mergulhos, enfim...

Ah, e escrevo-vos isto de Ovar...

Para quem não sabe, vão pesquisar.

Adeusinho!

PS - O blog está quase nos 500 posts! Sim, meus amigos, 500! Esperem para ver como será...

domingo, 8 de agosto de 2010

Outro...

E como prometido, fica aqui antecipadamente publicado o capítulo da próxima semana do policial.

As razões disto? Ler aqui

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 18

Dei-me no carro a imaginar se a resolução do caso não seria como no «Crime no expresso Oriente», um dos meus policiais favoritos.

Mas não. Tinham de ser todos ou parentes do Rui, ou empregados, enfim...

E o Rui, a vítima, não tinha sido um assassino, como na dita obra...

Se não sabem do que estou a falar, vão ler esse livro, ora!

Enfim, agora chovia! Que bom! Que mais poderia acontecer?

Parecia que estava tudo contra mim, ou coisa parecida. E só tinha mais 7 dias, contando com este, para resolver isto. Caramba! As coisas inesperadas só acontecem, isso mesmo, inesperadamente!

Andava eu a pensar nestas coisas, e não reparei que uma senhora já com idade avançada ia a meio da passadeira. Despertei para o mundo real com o grito estridente da senhora, que se ouvia perfeitamente, travei a fundo, e por uns centímetros, não houve sarilhos.

Ainda ouvi a senhora dizer:

-Estes bandidos da estrada! Deviam era ir todos para a cadeia, p'ra aprenderem! É assim que se tratam as pessoas? Ai, no meu tempo é que era.

Continuei a viagem, e por fim cheguei a casa do seguinte inquirido, o Daniel Pinto.

Depois de ter demorado a encontrar lugar para estacionar, que ficou muito longe da casa, corri até à habitação, para não ficar doente, como o Finório, supostamente, ficou.

O prédio era gigante. 13 andares. Foi pelo menos o que consegui contar. Talvez fossem mais.

Toquei à campainha e uma voz feminina, vinda do continente africano, atendeu.

-Sim? Quem é?

-Boa tarde. Precisava de falar com o senhor Daniel Mota. Ele está?

-Mas quem deseja falar?

-Sou Olho Morto, detective. Precisava de falar com ele.

-O siô Daniel ainda não chegou. Ainda demora um pouquinho.

-Não faz mal, eu espero. É urgente!

-Então suba.

Abriu-me a porta e entrei no elevador, todo xpto, e fui para o 8.º andar. Uma senhora baixa, que como adivinhei, era africana (ou então, portuguesa, sei lá! Só sei é que era de raça negra! E eu não sou racista! Aliás, nem gosto de dizer negros, nem pretos, nem nada disso. Faz-me impressão), estava à espera à porta.

Conduziu-me à sala.

-Espere aqui, que ele, daqui a meia hora, mais ou menos, chega. Quer tomar algo?

-Ah, não obrigado - disse-lhe

E ela foi-se embora, e fiquei à espera do Daniel. Entretanto liguei a televisão e fiquei entretido a ver a FOX. Estava a dar os simpsons. Eheheh.

Depois, lá chegou o Daniel.

Continua...

PS - desculpem se esta parte do policial está muito fraquinha. Mas como eu prometi que postava antecipadamente, e não estou com grande imaginação, por agora, só me lembrei de fazer isto assim.

Bom, então até daqui a uma semana, que é quando eu, mais ou menos, vou voltar a postar aqui!

sábado, 7 de agosto de 2010

Golo! Ou melhor, dois golos!

Não gosto de meter futebol neste blog, mas tenho de dizer que fiquei felicíssimo por termos ganho às Águias.

Enfim, é claro que agora, os benfiquistas devem estar a dizer «Ai foi batota e tal». Quer dizer, todos os clubes são assim.

É claro que, quem depois vai sofrer com isso, é aqui o Rui. Chega a Lisboa, à escolinha nova, e toda a gente «Eh! És do Porto! Vai perder, outra vez. Sabes disso?». Isto é com todos os clubes, mas enfim, quando é pelo Porto, gozam todos. Até os que apoiam o Olhanense ou o Ranholas FC.

Se perder, chateiam. Se ganhar, chateiam também. Nos dias de jogos, mais vale estar caladinho, não dizer nada...

Ainda bem que vou para uma nova escola. É melhor nem falar nesses assuntos por lá, que é um estabelecimento de ensino não-sei-quantas vezes maior que a minha anterior escola, portanto se na outra, a pequena, já era chato falar-se de futebol com os colegas, nesta, ui!

Por aqui, no Porto, ouviu-se as buzinadelas, a festejar a vitória. Até gostei, mesmo que não suporte o barulho desse poluidor sonoro. Das outras vezes que ouvi buzinadelas, foi em Lisboa, mas por outros clubes. É bom estar na terra de gente da minha raça desportiva.

Chega de rodeios. Vamos a ver se o "Puorto" fica "campeum" esta época.

Com juizinho...

Sem batotices, se possível... porque eu sou do Porto mas sei do que no clube se anda a passar.

Mas os outros clubes também têm os seus corruptos. Mas os nossos têm mais prestígio, por isso são mais conhecidos. Deve ser por isso, deve.

Mas «Bamos lá cambada, todos à molhada, qu'isto é futebol total!»

Vamos a eles cambada!

«Ai estes são os filhos do dragão!»

Eu, só. E os dois ou três adeptos do Porto que lêem este blog. Porque o resto, ou é leão ou é águia. "Draguões" há "puocos" por estas bandas carago!

Rui Responde n.º 7

E afinal, posso prometer o que cumpri.

Aliás, cumprir o que prometi.

Aqui está mais uma edição do «Rui Responde», que devia sair na próxima semana, mas como não isso não ia poder acontecer (leiam mais abaixo a explicação) fica aqui publicado antecipadamente.

Aqui vão mais 3 respostas a outras 3 perguntas da Inês & Sara, a dupla criativa que mandou-me tantas perguntas, que ainda dá para esta rubrica durar mais 7 semanas.

Se tiverem perguntas podem mandar para a caixa de comentários deste blog, ou para o mail ruialvesdesousa@hotmail.com, ou para o meu telemóvel, se tiverem o número.

Cá vão, mais 3 respostas:


19.ª pergunta


Qual é a música cuja letra te diz mais?

Inês & Sara

Oh... isso são várias. Olhem, uma que vocês sabem que eu adoro, nem preciso de mencionar o nome, porque já sei que vocês devem estar a pensar que é essa, mas para os outros leitores, que não devem saber, é a «Bridge Over Troubled Water». Gosto muito da letra. Diz-me imenso. Outras que também me dizem muito é a «Spread your wings», «Bohemian Raphsody» e «Heaven for everyone», dos Queen, «Let it Be», dos Beatles, mais propriamente da dupla Lennon/ McCartney, «Asas (eléctricas)» dos GNR, «Make you crazy», do Brett Dennen (que finalmente tem algum reconhecimento cá, pois vem a Portugal, no Sudoeste TMN!), «Goodbye Stranger» dos Supertramp (nem gosto muito da música, mas como queriam letras, esta gosto muito), «Dá um mergulho no mar», dos Xutos e Pontapés, «Voar» e «Hora das Gaivotas», do Tim, e «Por quem não esqueci», dos Sétima Legião (a versão do Tim é muito mas muuuuito melhor que a deles, a original, que não tem nada a haver em termos de melodia, mas como o original é deles...)

E por agora, só me lembro destas. Sorry se ficou muito grande. Depois fui-me extendendo...


20.ª pergunta

Qual é a invenção de que mais necessitas?

Inês & Sara

Um detector de criminosos e corruptos. E também precisava de uma máquina do tempo, para comprovar certas coisas, e de uma máquina de teletransporte e de clones, para naquelas alturas de estudar e isso, poder estar noutro lugar, mas ter um clone para pensarem que sou eu. Era bom, era...

21.ª pergunta

Conseguias viver numa floresta sem nada, apenas os recursos básicos (água, alimento, pequeno abrigo)?

Inês & Sara


Claro que conseguia!

Mas com uns livrinhos ficava melhor...

E com uma televisão...

E com um computador, já agora...

Mas conseguia sobreviver, claro! Não sou dependente das tecnologias! Aliás, eu gosto de criar coisas para me entreter, quando não tenho nada para fazer. Talvez tirasse umas folhas das árvores, e com sumo de côco, ou de outra fruta qualquer que houvesse nessa floresta, escrevia um livro. Depois era um best-seller. «Como vivo numa ilha». As pessoas gostam de livros assim. Sei que ia render.

E foi a edição da próxima semana antecipada do «Rui Responde». Já sabem. Se tiverem perguntas para me fazer, dúvidas para eu vos ajudar, enfim, mandem para a caixa de comentários deste blog, ou para o mail ruialvesdesousa@hotmail.com, ou para o meu telemóvel, se tiverem o número.

E se possível, mandem em massa, como estas duas senhoras fizeram, para isto durar muito mas muuuuito tempo!

Documentário sobre Raul Solnado hoje, na RTP1

Se há nomes que, no século XX, iluminaram a vida portuguesa, Raul Solnado é um deles. Não há nenhum português, em todas as gerações, que o não conheça; não há nenhum português, de todas as idades, que não guarde dele uma recordação agradável e não lhe deva, pelo menos, um momento de felicidade. Este documentário pretende ser a homenagem merecida a esta figura única nas Artes do Espectáculo. Nos palcos, na rádio, na televisão, no cinema, Raul Solnado fez rir e fez chorar. Representou, cantou, imitou, criticou, sempre com um sorriso, mas sempre oportuno, pertinente, eficaz. “O Meu Raul” é uma viagem pela vida do actor, um passeio por uma Lisboa onde a sua presença deixou marcas. Desde a Sociedade Guilherme Cossoul – onde se iniciou como actor – ao Parque Mayer, à RTP, ao Dona Maria II, ao Monumental, ao seu Villaret, à Casa do Artista, a última das suas obras. É uma visita guiada pelo mundo mágico de Solnado, pelo teatro e pela vida, através da visita aos seus locais emblemáticos. O documentário alimenta-se das suas recordações, partilhadas pelos que com ele conviveram, e exalta o seu exemplo – como artista e como homem.

"Sinto que cumpri uma promessa! Este era um projecto a dois, mas o "malandro" foi-se embora antes, e deixou-me o bebé nos braços. O documentário sobre a sua vida! Depois de uma longa pesquisa pelos arquivos da RTP, acho que consegui o prometido: um documentário sobre “a palavra e o pensamento" do Raul.“ Patrícia Vasconcelos


In RTP

Hoje, a partir das 20:50, na RTP1.

Vai fechar temporariamente

Meus amigos e amigas,

O blog, a partir de amanhã até ao final da semana, vai estar sem ser actualizado.

Incluindo as duas rubricas.

E porquê?

Ora, o computador que eu uso para escrever no blog vai ser levado pela minha Mãe, para Lisboa, porque ela irá para os Açores em trabalho e dele vai precisar.

Mas eu estive aqui a pensar.

Se tiver tempo, e paciência suficiente, venho ainda hoje, ou amanhã, postar o «Rui Responde» e o capítulo do policial da próxima semana, que supostamente não iria haver, mas assim ficam com um bónus.

Portanto, se eu conseguir, venho postar as supostas edições destas duas rubricas ainda hoje, ou amanhã, para compensar a próxima semana, que o blog vai estar inactivo.

Até depois!

PS- Já repararam que o blog está quase a atingir a meta dos 500 posts? Está mesmo, mesmo quase... e a comemoração! Ui! A comemoração! Vai ser boa, vai sim senhora!
É esperar para ver...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Este policialzinho nunca mais acaba!

Digo eu para os meus botões.

Enfim, fiquem com mais um capítulo desta história misteriosa, que esta semana teve novos desenvolvimentos.

É ler p'ra crer!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 17

Reparei que o Finório não se encontrava no escritório.

-Onde está o Finório? - Perguntei a um colega.

-Ele não veio. Disse que estava com febre.

-Hmmm... Está bem. Obrigado.

Saí do escritório e achei que podia ir a pé, já que era tão perto dali a casa do próximo interrogado, interrogada, neste caso. «A gasolina está cara. É preciso não desperdiçar!» reflecti.

Cheguei ao prédio, que era relativamente grande, 8 andares, num tom amarelado, e toquei à campainha.

Ouviu-se uma voz.

-Sim?

-Bom dia - respondi. - Ou boa tarde. Enfim. Sou Olho Morto, detective, e estou a investigar o caso relacionado com a morte de Rui Sousa, e precisava de lhe fazer umas perguntas.

Depois de alguns segundos de espera, a porta abriu-se.

Depois de ter subido três andares, encontrei uma rapariga, muito bem arranjada, mais ou menos gira, que pensei que fosse a Carla. Pelo menos era o que eu me lembrava dela, era aquela fuça. E não me enganei.

-Nelo - disse ela - És tu?

-Sim, Carla, sou eu.

-Ah, que susto, com aquele nome pensei que fosse algum detective de outro mundo, mas afinal és tu! Enfim, o mundo é pequeno. Então, vieste "interrogar-me", foi?

-Sim. Para que foi essa entoação no «interrogar-me»?

-Nada, acho um termo engraçado. Entra, entra.

Entrei no apartamento. Maior e acolhedor que outros onde anteriormente tinha estado, fui caminhado para a sala.

-Tu não vieste, pois não? - perguntou-me.

-Não, não fui.

-Também, deixa estar que não perdeste grande coisa.

-Bom, pela formalidade, vou ter que te fazer umas perguntas. Não te importas, pois não?

-Não, claro que não. Aliás, quero mesmo ver quem foi a besta que envenenou o Rui.

-Ou as bestas... - retorqui.

-Pois.

Peguei no mini-gravador.

-Importas-te que o ligue?

-Força aí - respondeu-me ela.

Liguei-o então e comecei o interrogatório.

-A que horas chegaste?

-Onde?

-A casa do Rui, nessa noite.

-Ora, deixa cá ver... Passavam 5 minutos das 10. Acho que fui uma das últimas a chegar.

-Hmm... ok. E o que te lembras desse dia?

-Bem, houve um convívio agradável, o jantar, muito bom, até, que começou por volta das 22h35, aquele discurso, um tanto estranho...

-Sim - interrompi - Já mo mostraram.

-Ah, ficou gravado?

-Bem, sim. A Ana gravou...

-Ah, acho que vou pedir-lhe para me passar. É uma pérola. Mas do que é que eu estava a falar?

-Estavas a dizer-me o que te lembravas desse dia.

-Ah, sim. Depois, estava a correr tudo normalmente, até que, mais ou menos às dez para as onze, o Rui caiu, morto pelo veneno!

-Hmm... ok. O André também disse isso. Tens a certeza de que não sabes de mais nada?

-De que eu me lembre, não.

-Oh, vá lá Carla. Se arrumares a tua memória, talvez te lembres de algo importante. Já houve pessoas que tentei que me dissessem algo mas não disseram. Acho que escondem alguma coisa.

-Quem?

-Isso não interessa, por agora. Mas tu podes-me ajudar.

Ela ficou a pensar um pouco. Será que só as mulheres é que eram as pessoas que eram mais simpáticas, nestes interrogatórios? Até agora, os homens eram um pouco rudes, e as mulheres mais espontâneas... Enfim. De repente, fez-se-lhe luz.

-AH! Lembrei-me de uma coisa! - exclamou ela.

-O quê? O quê?

-Mas não acho que isto ajudará. Ouvi uma voz, assim a sussurrar, de repente, que disse «Já falta pouco tempo...»

-Hmm... de facto até ajuda!

Levantei-me e despedi-me dela, deixando-lhe habilmente na mão o meu cartão de visita.

-Obrigado Carla! Ajudaste-me imenso.

-Oh, não queres ficar cá mais um pouco? Tomar qualquer coisa?

-Obrigado, mas não posso. Tenho ainda muito trabalho pela frente. Adeus!

-Adeus!

Já ia a descer as escadas quando me lembrei de lhe perguntar uma coisa, que tinha perguntado antes ao André.

-Só mais alguma coisa. Lembras-te de quem ainda não tinha chegado a essa hora?

-Ah... olha, o Martim ainda não tinha chegado! E... e... - pensou um pouco - E acho que também faltava o Nuno!

-Ok, obrigado! Adeus!

Aquela pequena pista que ela me tinha dado confirmava que a minha teoria de haver mais que um assassino era verdadeira!

Agora, ia ao próximo inquirido.

Isto começava a tornar-se interessante!

Continua...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Olha que rica ideia, esta!



Eu estava a falar a sério!

Por vezes posso não ser sarcástico, não?

Este projecto, que um dos responsáveis foi o Gates, foi uma grande ideia, e é bom para se mostrar ao público que os mais ricos não são Tios Patinhas...

Quer dizer, alguns.

Porque dos 80 ricaços contactados, só 40 é que já afirmaram que participavam nesta iniciativa

Enfim...

Assim vai o mundo...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Olá caros ouvintes!

Porque é que este post tão pitoresco tem este título não menos pitoresco?

Porque parece que a telefonia faz 75 anos...

A RDP, mais precisamente.

Eh! Tão velhinha, não é?

Enfim...

75 anos é muito material de arquivo... ui se não é.

Enfim, parabéns à RDP, da minha parte.

Depois, quando puder, mando um cartão postal.

Daqueles que se abrem e começa-se a ouvir «tantarana tantan», ou seja, música de aniversário.

Eu queria é que passassem mais musiquinha...

Não digo na Antena 1 ou na Antena 2, que é diferente...

Digo é na Antena 3...

Porque, quando vejo o Top+, fazem sempre um top das mais tocadas na Antena 3, é sempre música que, sempre que eu sintonizo na Antea 3, nunca ouço passarem. É só música xpto.

Enfim, já me estou a esticar, é melhor parar por aqui.

Parabéns, e que venham mais 75 (que devem vir de certeza. A não ser que o mundo acabe entretanto, em 2012. Ou Antes.)!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bou de Biagem!

Amigos do Sul,

Vou para a Invicta por uns dias, carago!

Foi a cidade onde eu nasci!

Não sabiam?

Bom, ficam a saber.

E levo o computador, se me apetecer dar notícias.

Está bom?

Espero que estejam a pensar «Boa viagem», mas no sentido correcto. Não como «boa viagem. Ahahahahah!»

Era giro que tivesse leitores nortenhos. Será que eu tenho? Será que algum tripeiro (além de mim, mas eu escrevo isto) deciciu espreitar esta humilde casa que é este blog?

Era giro, era...

Bom, o post já está estúpido demais, e agora tenho de ir embora, cambada!

Adeusinho!

Rui Responde n.º 6

Ontem disse que ia relançar esta rubrica, e pedi que os leitores me ajudassem, enviando as suas perguntas.

Ora, quando eu estava a ver que não poderia por agora reabrir o «Rui Responde» por falta de questões, duas amigas minhas elaboraram em conjunto, às tantas da noite, 27 perguntas por SMS para isto! E o quanto que eu lhes fiquei agradecido! Foi um verdadeiro trabalho de equipa para não me verem na ruína! Elas dantes, quando eu pedia, também mandavam, mas era uma ou duas, e agora, foram logo 27!

Obrigado Inês e Sara!

(elas têm os seus blogs, que podem ver aqui e aqui. Há já algum tempinho que não são actualizados mas vale a pena dar uma espreitadela)

Por isso, já tenho mais 9 edições destan rubrica asseguradas (ora, se cada edição tem 3 respostas a 3 perguntas, e eu tenho 27 por responder, ora... façam a conta, a ver se não dá 9!)

E, por agora, pelo menos durante as próximas 9 semanas, irei responder a todas, mas mesmo a TODAS as perguntas que elas me mandaram. Até pensei em mudar o nome disto para «O Rui Responde à Inês e à Sara», mas é melhor ficar como está.

Mas é claro, também espero que os outros leitores também mandem! Já sabem, podem mandar através dos comentários, pelo mail ruialvesdesousa@hotmail.com, ou por telefone, se tiverem o meu número (não vou pôr o meu contacto telefónico aqui!)

Mas cá vão. 3 respostas às 3 primeiras perguntas que a Sara e a Inês gentil e carinhosamente me mandaram... (as primeiras duas foram ideias individuais. Já as outras 25, segundo o que elas me disseram, foram elaboradas em conjunto. Portanto, a partir da 3.ª, assino sempre Inês & Sara.)

16.ª pergunta

Se pudesses ser uma personagem de um filme, qual seria e porquê?

Inês

Eu acho que não há apenas uma personagem possível. Depois de muito pensar sobre como responder a isto, achei que uma não chegava, e por isso pus mais. Três, para ser mais preciso.

Gostava de poder encarnar a personagem principal do filme «Voando sobre um ninho de cucos», uma das minhas fitas favoritas. E que personagem é essa? Bem, chama-se Randle Patrick McMurphy, e no filme original foi interpretado por um dos meus actores de eleição (e que é a pessoa que não é irritante n.º6), Jack Nicholson. Gosto desta personagem porque é um delinquente, que para escapar à prisão diz-se louco e vai parar a um manicómio. Ora, chega lá, e a chegada dele muda totalmente a rotina dos pacientes. Ele tenta sempre que aquele estabelecimento, quase prisional, segundo ele julga, não está a ajudar os pacientes a melhorarem, e eles próprios, tomam o Randle como o seu líder, que quer revolucionar aquele hospital. O filme acaba mal para o Randle, mas adorei esta personagem por ser divertida e reaccionária, e é por isso que gostava de a interpretar.

Por outro lado, gostava de poder encarnar o personagem interpretado por Clint Eastwood no filme «Gran Torino», Walt Kowalski, um veterano de guerra, arrogante, cínico, um pouco racista, também, que vê o seu bairro ser apoderado por chineses que vão para lá viver e ele ser o únicvo branco daquela rua. A família dele é imprestável, mesmo, porque estão quase à espera que ele morra para fanarem as preciosidades de que ele é possuidor, como o seu Ford Gran Torino. Mas, quando salva um dos seus vizinhos de ser morto por um gang daquela rua, a sua vida muda completamente. Gostei muito desta personagem, porque me tocou, e que, para mim, foi a melhor interpretação do Clint Eastwood.

Por fim, não me importava de reencarnar a famosa personagem interpretada por Roberto Benigni no clássico italiano «A vida é bela», vencedor do óscar de melhor filme estrangeiro. Gostava de a interpretar por ser uma personagem que, mesmo com as adversidades com que tem de lutar, continua com o seu ar bem-disposto e bem-humorado, e nota-se isso principalmente na parte em que ele vai parar ao campo de concentração, com o filho, que para o ajudar a perceber o que se estava a passar, dizia que tudo aquilo era um grande jogo, que eles tinham de ganhar. Se viste o filme, sabes que o Guido, que é o personagem, morre no final. Fiquei mesmo triste quando, no final, o miúdo vai ter com a Mãe a gritar «Ganhámos! Ganhámos!». Tenho de dizer que, a primeira vez que vi este filme, tinha 7 ou 8 anos, chorei um pouquinho nesta parte final.

E pronto. Desculpa se a resposta foi demasiado grande. Não adormeças a meio de ler isto!


17.ª pergunta

Qual a tua comida preferida ou que prato sugeres?

Sara

Acho que estas duas perguntas se podem responder em uma, porque a comida que eu gosto é a que eu sugiro, e ponho-las segundo o teu apetite, ou a hora a que estiveres.

E por isso, digo-te, por ordem: um bom bife da Portugália (sabe sempre bem às sextas-feiras à noite, e deve-se comer quando se está com uma fome de leão), uma tosta mista (sabe bem, mas mais à noite, quando se está com um estômago meio cheio), um geladinho (SEMPRE!), uma coisa que é tipo panado, mas maiorzinho, com salada de batata, que comi há dias num restaurante austríaco no Chiado (pergunta à inês que ela sabe o que é. Sabe bem nos dias fresquinhos), que tinha um nome muito esquisito que agora não me lembro como era, e por agora só me lembro destes. Se entretanto me ocorrerem mais, posto aqui.

18.ª pergunta

De todas as alcunhas que já te chamaram, qual foi a mais ridícula, e qual foi a que gostaste mais?

Inês & Sara

Embora eu possa ter algumas alcunhas, também nunca tive por aí além.

Acho que a gostei menos foi uma que uns sotôres (e quando digo isto não é nenhum professor. Estou a referir-me a certos colegas), que ne chamaram, por uns tempos, «gotículas». Essa deve ser a alcunha que menos gostei. Mas porque é que eles, esses senhorzinhos cujo nome não vou revelar (só digo que eram dois, agora tirem as vossas conclusões), me chamaram isto? Ora, é porque eu tenho uma, digamos, quase-deficência. É que transpiro do nariz, ou seja, o meu nariz deita gotículas de suor. Já perceberam, não já? Pronto.

Uma que goste mais, acho que não tenho. Sei as alcunhas que me chamam, e fico indiferente a muitas delas, não tenho preferência. Embora ache engraçado quando me chamam RuRu, ou aquela outra alcunha que a Sara me chamava, mas que agora não me lembro.

E foi a 6.ª edição do Rui Responde, que agora sairá sempre à terça-feira. Não se esqueçam, que mesmo que eu tenha já as próximas semanas preenchidas para responder às perguntas destas duas amigas do Divino (nome que me ocorreu agora e achei graça), podem mandar as vossas questões, dúvidas existenciais, enfim, o que vos vier à cabeça, até se tiverem algum problema que não saibam como resolver, eu posso tentar dar uma ajudinha. Ajudar os outros é bom (principalmente se fosse por dinheiro, mas eu não faço coisas dessas, vocês sabem que não). Por isso enviem as vossas perguntas para a caixa de comentários deste post, para o mail ruialvesdesousa@hotmail.com ou por SMS, se tiverem o meu contacto (se não tiverem, paciência. Tá?)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Eu quero!

Eu quero voltar com o Rui Responde.

Por isso quero perguntas JÁ!

Mandem comentário para aqui ou um mail para ruialvesdesousa@hotmail.com com a vossa dúvida que acham que eu, um adolescentezinho palerma, poderei resolver.

Vá! Mandem muitas, tá bom?

domingo, 1 de agosto de 2010

Uma crítica a dois filmes que vi esta semana...

E como este é um blog onde também há prioridade para as sugestões culturais, quero deixar aqui a minha opinião a dois filmes que fui ver ao cinema esta semana.


Inception



Confesso que, antes de entrar na sala, não tinha assim grande expectativa sobre este filme. Ai e tal, tem sonhos à mistura, e coiso e tal...

Mas depois enganei-me. Redondamente.

Fui vê-lo com duas amigas, que já o tinham visto, mas enfim, queriam ir vê-lo outra vez.

É um filme que é preciso estar-se concentrado nele, porque senão deixa de se perceber o que está a passar. Não é como aquelas comédias parvas de sábado à tarde da TVI ou da SIC que não se perde nada se atirarmos com o televisor pela janela. Porque são uma verdadeira treta.

Gostei muito da banda sonora, principalmente no final, que foi o momento em que a música foi posta tão certeiramente com a cena que se passava.

Achei que o Christopher Nolan, o realizador do filme, fez um impecável trabalho neste aspecto, além do guião, que está muito bom e que, segundo dizem por aí, demorou 10 anos a ser concluído, e os actores, que também são de louvar. E, pronto, acho que posso aqui dizer que as minhas amigas queriam mais rever o filme por causa deste aspecto (acalmem-se... pelo menos não mencionei os vossos nomes!!! Ahahah!)

Enfim, vale a pena ver. Gostei muito do final. Porque, mesmo que esteja recheado de efeitos especiais, a história deste filme não depende deles, como acontece em tantos filmes de hoje em dia.

Este filme está no terceiro lugar do Top 250 do IMDB. Mas quem está em primeiro, quem? Um filme que eu também gosto muito e já falei num post, nomeadamente este.

Dou-lhe 9/10.

E, para vos saciar algum do vosso apetite, o trailer deste filme.




The ghost writer




Este fui ver ontem com a minha Mãe, e também gostei muito. Ao princípio, a história pode não de desenvolver muito, mas depois começa a ficar cada vez mais intenso, até chegar ao final, que foi completamente imprevisível e eu não estava à espera.

A história é, basicamente, isto: um repórter é contratado para ser o escritor fantasma de um ex-primeiro ministro. Ora, um escritor fantasma é quem ajuda a escrever as memórias de alguém. Ele foi contratado para acabar o trabalho que o seu antecessor tinha feito, que não chegou a acabar porque morreu em circunstâncias misteriosas. Depois, ele vai descobrindo umas coisas, até ao final, que é, como já disse e volto a repetir, imprevisível!

É realizado por um dos grandes nomes do cinema mundial, Roman Polanski, que fez também o célebre filme «O pianista», com Adrien Brody, que também recomendo.

E a música também encaixa perfeitamente ao longo de todo o filme. Acho que tive sorte ao ver estes dois filmes em termos musicais. Aliás, todos os filmes do Polanski costumam ter essa tradição da música ser brilhante.

As interpretações são de peso, com Ewan McGregor, Kim Catrall e Pierce Brosnan.

8.5/10

Vejam o trailer.



E cá ficam duas boas sugestões do Grande Ecrã, para verem, se puderem.

Tá giro, não tá?

Então, gostam do novo visual do blog?

Não?

Então paciência. Eu gosto e acabou!

Demorou muito tempo a escolher, mas acho que fiz uma boa escolha (acho...)

Reacções à mudança do design do blog? Façam o favor de comentar a dizer como reagiram. Tiveram um ataque? Desmaiaram? Riram-se tanto que iam sufocando?

Enfim, partilhem a vossa experiência...

Porque partilhar é bom...