segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Lances e Clarões

Como se têm acumulado coisas para postar, vai aqui tudo de uma vez: duas emissões do meu Um Lance no Escuro e outras duas do Clarão que contaram com a minha presença nas duas últimas semanas. Comecemos então.


Primeiro houve uma conversa com o Daniel Louro e o Paulo Fajardo, senhores que apresentam o podcast VHS. É um programa que versa sobre filmes dos mais variados tipos - desde cinema chunga a filmes de autor - e que tem contado com convidados obscuros e bem interessantes. Foi uma troca de ideias bem animada e humorada via Skype, que podem ouvir aqui em baixo.


UM LANCE NO ESCURO 38


E na passada quarta-feira, foi a vez de aparecer no estúdio o Edgar Ascensão. Conhecido no mundo dos blogs por Brain Mixer, é um indivíduo dotado de grandes qualidades artísticas (faz posters de clássicos que, por vezes, chegam a ser melhores que os originais - e que os próprios filmes!) e que é, também, repórter de imagem da SIC. Para acederem a esta sucessão de bitaites, é só clicar nesta barrita. 

  UM LANCE NO ESCURO 39


Passando ao Clarão: há duas quartas-feiras voltei a reunir-me com a Marta Queiroz e o Rafael Fonseca. Falámos de música e de festivais de cinema, com muita galhofa e parvoíce. à mistura (como demonstra a fotografia). Pode ser escutada clicando no reprodutor de áudio que se segue. 

  CLARÃO 12/11


Já o programa da semana passada, com a Marta e o João Biscaia, teve muito menos palhaçada. Falámos de assuntos mais sérios e terminámos a emissão com sentidas palavras do João sobre os acontecimentos recentes de França. Um belo momento de rádio para escutar no final deste post.
  CLARÃO 19/11

sábado, 7 de novembro de 2015

Um Lance no Escuro... e Manuel Mozos!

O cineasta Manuel Mozos é o convidado desta emissão. Uma conversa sobre os seus filmes (e o recente documentário sobre João Bénard da Costa), e outros assuntos ligados ao cinema e ao país. O podcast pode ser ouvido (e/ou "sacado) aqui em baixo.
UM LANCE NO ESCURO 37

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Leituras: Astérix - O Papiro de César


Portanto, O Papiro de César fala de uma fuga de informação no ano 50 a.C? Sim, e lá pelo meio, o leitor ainda tem direito a um sem-número de gags imperdíveis, a críticas muito inteligentes, e ao regresso de vários bordões tão característicos do universo de Astérix. Voltamos aos bons velhos tempos, a um mundo tão original quanto sedutor, que continua a encantar miúdos e graúdos, num grande álbum de BD que mostra que é possível continuar e renovar um ícone da cultura popular.

A minha estreia na secção literária da Máquina de Escrever pode ser lida aqui.