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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2016

Infantilidade

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Gostava que este livro tivesse existido quando era miúdo. Aliás, porque é que livros como este (e outros, da responsabilidade de fascinantes novas editoras que têm surgido por cá - neste caso, é a Orfeu Mini) só surgiram agora? É que esta historinha do urso que perdeu o chapéu não é tão óbvia para o que eu me habituei a ler (e a ver, no que diz respeito aos bonecos), quando tinha idade adequada para pegar nestas coisas. E isto tem um twist cómico que a miudagem vai adorar (se compreender, e eu creio que compreende, porque os garotos "dojendia" não são tão parvos como muitos paizinhos e mãezinhas dão a entender). Infantilidades desta estirpe fazem sempre falta. Até porque um pouco de humor negro não faz mal a ninguém.

Os 10 melhores clássicos vistos em 2015

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E pronto, à semelhança do que fiz no início do ano passado, e com um maior atraso, aqui fica uma selecção de dez filmes, os clássicos que mais gostei de ver, pela primeira vez, ao longo dos 365 dias de 2015. Por ordem cronológica, e falta tanta coisa. São dez grandes filmes, é o que eu posso dizer. Aqui vão:
1. - La Bête Humaine [1938]

O magnífico Jean Gabin é o protagonista da adaptação do livro homónimo de Émile Zola, realizada por Jean Renoir. Filme sobre o homem em condições que o desesperam, numa vida que o leva a agir sem pensar, em busca de um propósito que deseja obter, sem olhar a meios ou a consequências. Obra prima exemplar cuja simplicidade narrativa é complementada por planos e sequências incríveis, visual e emocionalmente falando. Um dos títulos-chave de Renoir (menção também para «Esta Terra é Minha», outro dos grandes filmes do cineasta que vi em 2015).
2. - Heaven Can Wait [1943]


Ernst Lubitsch entre a vida e a morte, num dos seus melhores filmes. Ou então, uma históri…