Biografia Espectacular do Autor

Rui Alves de Sousa é um exemplar espécime de humano, que possui fantásticos poderes mágicos e inolvidáveis talentos - sendo a capacidade de fazer sons com as bochechas a que mais se destaca.

Nascido no Porto a 15 de Maio de 1995, mudou-se três anos depois (ou algo parecido) para a capital destas bravas e esplendorosas terras lusitanas. Desde então, Rui tem-se afirmado como um nome relevante para a opinião pública nacional e internacional, contando já com inúmeros feitos e variadas conquistas no seu curriculum. Citamos apenas algumas: campeão mundial do jogo da macaca no torneio de Zagreb em 79, primeiro português a atravessar o Tejo a saltar à tesoura, vencedor do prémio vitalício "Melhor declamador de versos de Nel Monteiro com acompanhamento em caixa chinesa", e autor de 74 blogs que duraram no máximo 6 minutos e 43 segundos. 

Desde 2009 que mantém um estaminé bloguístico que dá pelo nome de «Companhia das Amêndoas». Trata-se de uma humilde caldeirada de várias temáticas que interessam ao jovem petiz, nomeadamente algumas. Escreveu (ou por outras palavras, mandou umas opinações aleatórias para o ar e passou-as para o wordpress) sobre Cinema e Teatro, de Outubro de 2013 a Janeiro de 2015, no site "Espalha-Factos". E desde então faz o mesmo (ou algo semelhante) sobre a arte das imagens em movimento e livros, de quando em vez, no site Máquina de Escrever, coordenado pelo jornalista Nuno Galopim. Graças a estas experiências, Rui conheceu gente gira e passou por alguns festivais. Ah, e mais importante, comeu coisas à borla.

Apresenta o talk-show amador "Um Lance no Escuro" (primeiro na rádio do Liceu Camões e, actualmente, no canal da Universidade Autónoma de Lisboa), onde já entrevistou personalidades extremamente variadas, desde Camané até ao Palhaço Batatinha (verídico). E Rui colaborou noutros programas de rádio, como o "Minuto Zero" (a dizer totais blasfémias sobre desporto), o "EF Rádio" e o "Clarão". Neste último, emitido também na Autónoma, fez parte da equipa desde o momento da sua criação, em Janeiro de 2015, até Março de 2016, aproveitando para espalhar ainda mais as suas demoníacas dissertações sobre coisas.

No secundário fez algumas peças com o Grupo de Teatro da Escola Rainha D. Leonor, grupo esse que, em 2012, venceu o concurso PANOS, cujo prémio foi a apresentação da peça "Blackout" numa das salas da Culturgest. Esse grupo também participou no espectáculo "Os Lusíadas", do actor António Fonseca, e ainda fez outras coisas muito bonitas e cheias de cor. Um dia destes, Rui pretende voltar às lides de palco, mas será para entrar num espectáculo de homenagem ao grande Camilo de Oliveira, fonte constante de inspiração profissional e metafísica para o garoto.

Aspirante a "pessoa que faz coisas nos filmes, na televisão e na telefonia", Rui ainda tem tempo para respirar e, imagine-se!, desenvolver novas formas de reinventar o macramé, arte milenar que para ele tem o mesmo papel que os livros de colorir psicadélicos para milhares de indivíduos. Fez voluntariado em diversos festivais e eventos culturais, e criou, com Raquel Santos Silva, a "Valsinha Produções", uma companhia que quer realizar curtas bem catitas.

Para além disto tudo, Rui ambiciona, num futuro próximo, tornar-se no autor de livros que sabem a peixe congelado mais vendido em todo o mundo.

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